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Pov [nome] kaitetsu:

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Pov [nome] kaitetsu:

Era mais uma manhã de treino — afinal, o intercâmbio com as escolas-irmãs de Kyoto estava chegando. Mesmo sendo uma rotina, entrou um calouro novo: Kento Okasa. Ruivo, alto, com energia amaldiçoada moderada; elegante, estranho — ou talvez só animado demais, tipo o Gojo.

Minha preocupação, no entanto, era Megumi. Desde ontem falávamos pouco; e depois que Okasa começou a me acompanhar, Megumi nem sequer me olhou. Achei estranho, mas resolvi não ligar.

Fui tirada dos meus pensamentos por Inumaki, que conversava comigo, enquanto o Panda entrou suspeitosamente no vestiário feminino e saiu carregando algo escondido.

— O que você achou do aluno novo? Estranho? — perguntei a inumaki.

— Salmão — respondeu ele, balançando a cabeça num “mais ou menos”.

— Hm, faz sentido. — Olhei para Kento, que conversava com o sensei. — Bom, vou trocar de roupa.

Dei tchau para Inumaki e fui para o vestiário. Procurei meu uniforme na bolsa, mas faltava algo: minha saia. Foi quando percebi o motivo do Panda ter entrado ali.

— PANDA, SEU CORPO AMALDIÇOADO — PELO CAPETA — CADÊ MINHA SAIA?! — gritei, saindo furiosa do vestiário e puxando a adaga do coldre.

— Eu não fiz nada — disse Panda, olhando para os lados. — Foi o Megumi.

— Eu tava quieto na minha. — Megumi respondeu, como sempre, sem expressão.

— Salmão.

— Ninguém vai admitir? — perguntei, sentindo a raiva subir e canalizando energia amaldiçoada nas mãos. — Então eu vou matar os três.

Fui em direção ao Panda, mas Gojo me segurou, impedindo que eu encostasse em qualquer um deles.

— Calma, menina. Muito estresse para pouca idade

— disse o esbranquiçado, com um sorriso brincalhão.

— Alguém pegou minha saia, Gojo! — acusei.

— Pegaram? E nem me chamaram, né? — ele fez biquinho.

Peguei fôlego, certa de que iria descobrir ali mesmo. Gojo me soltou e eu perguntei uma última vez:
— Quem pegou?

— Fui eu, admito. — Panda respondeu, apavorado, escondendo-se atrás de Megumi. — Já apanhei da Nobara… agora de você eu morro.

— Já imaginava. Agora desembucha: cadê minha saia?

Panda puxou a peça das próprias coisas e mostrou-a — rasgada, faltando metade dos botões. Meu sangue ferveu.

— Nem fazia uma semana que mandei fazer essa saia! — falei, agarrando o pedaço de pano e jogando-o no chão. — Eu vou te matar! — avancei, e o Panda recuou, enquanto os outros tentavam me segurar.

A cena ficou tensa; risos nervosos, olhares que não sabiam se deviam ser de regozijo ou preocupação. Era só mais uma provocação do dia, ou havia algo por trás daquele furor?

Pov megumi fushiguro:

Depois do treino e da confusão pela peça de roupa, tomei banho e fui convocado para uma sala. Lá, Gojo e eu conversamos sobre uma missão em que [Nome] poderia estar envolvida. O clima era sério — Gojo deixou o tom brincalhão por um momento.

— Megumizinho, você e a [Nomezinha] tão namorando? — Gojo perguntou com um sorriso, servindo café. — Senti ciúmes hoje com o Kento.

— Primeiro me chame de Fushiguro. E nós dois não temos nada. — respondi seco.

— Ah, que bom. Vou deixar parte da missão com você. — Ele puxou alguns papéis debaixo de um vaso. — Hurumi Kaitetsu — pai da [Nome] — pode estar envolvido com maldições de nível especial. Ele pode ir atrás dela, de você ou de qualquer um que se meter no caminho.

Aquelas palavras caíram como um soco.
— Como assim? — perguntei, confuso.

— Você sabe o que rolou meses atrás entre vocês. Vocês se afastaram, mas não o suficiente para o pai dela. Ele quer tirá-la da escola — por bem ou por mal. Eu vou investigar o que ele quer, e você vai ficar de olho na [Nome] e protegê-la, mesmo que ela não precise.

— Farei o que puder para protegê-la. Mas não é melhor contar pra ela? — questionei.

— Pensei nisso, mas [Nome] é frágil quando o assunto é o pai. Se souber, vai se desconcentrar — disse Gojo. — E isso pode ser perigoso.

— Tudo bem. Eu cuido dela. — Concordei, e me levantei para sair. Parei quando Gojo falou de novo:

— Me garante que vocês não têm nada? Posso passar a missão para Inumaki, Yuta ou Nanami.

— Pode deixar comigo. — respondi.

— Você é o mais próximo dela. Assim, ela não desconfiará.

Eu não diria tão próximo assim.

Concordei com a cabeça e fui até o quarto da [Nome] para checar se estava tudo bem. Abri lentamente e a encontrei enrolada nas cobertas, metade do corpo de fora, abraçada a um urso e toda despenteada. Sorri com a cena.

Aproximei-me, beijei sua testa e cobri o corpo dela. Fechei a porta e voltei para o meu quarto com o nó no estômago: proteger alguém que eu ainda… mal tinha coragem de admitir que importava, era agora pessoal de mais — e perigoso.

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Oioi meu amores!

Espero que gostem

Me desculpem qualquer erro ortográfico

Não esqueçam o voto ⭐

E até o próximo

𝕱𝖊𝖎𝖙𝖎ç𝖔 𝖕𝖆𝖗𝖆 𝖔 𝖈𝖔𝖗𝖆çã𝖔-𝔐𝔢𝔤𝔲𝔪𝔦 Onde histórias criam vida. Descubra agora