[nome] kaitetsu já estava a meses na escola jujutsu, mas certo dia seu sensei Gojo a agraciou com a presença de megumi o 'seu calouro', a mesma aos poucos foi se interessando pelo mais velho o que deu incio ao romance, porém o pai da kaitetsu não go...
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Pov [nome] kaitetsu:
Era mais uma manhã de treino — afinal, o intercâmbio com as escolas-irmãs de Kyoto estava chegando. Mesmo sendo uma rotina, entrou um calouro novo: Kento Okasa. Ruivo, alto, com energia amaldiçoada moderada; elegante, estranho — ou talvez só animado demais, tipo o Gojo.
Minha preocupação, no entanto, era Megumi. Desde ontem falávamos pouco; e depois que Okasa começou a me acompanhar, Megumi nem sequer me olhou. Achei estranho, mas resolvi não ligar.
Fui tirada dos meus pensamentos por Inumaki, que conversava comigo, enquanto o Panda entrou suspeitosamente no vestiário feminino e saiu carregando algo escondido.
— O que você achou do aluno novo? Estranho? — perguntei a inumaki.
— Salmão — respondeu ele, balançando a cabeça num “mais ou menos”.
— Hm, faz sentido. — Olhei para Kento, que conversava com o sensei. — Bom, vou trocar de roupa.
Dei tchau para Inumaki e fui para o vestiário. Procurei meu uniforme na bolsa, mas faltava algo: minha saia. Foi quando percebi o motivo do Panda ter entrado ali.
— PANDA, SEU CORPO AMALDIÇOADO — PELO CAPETA — CADÊ MINHA SAIA?! — gritei, saindo furiosa do vestiário e puxando a adaga do coldre.
— Eu não fiz nada — disse Panda, olhando para os lados. — Foi o Megumi.
— Eu tava quieto na minha. — Megumi respondeu, como sempre, sem expressão.
— Salmão.
— Ninguém vai admitir? — perguntei, sentindo a raiva subir e canalizando energia amaldiçoada nas mãos. — Então eu vou matar os três.
Fui em direção ao Panda, mas Gojo me segurou, impedindo que eu encostasse em qualquer um deles.
— Calma, menina. Muito estresse para pouca idade
— disse o esbranquiçado, com um sorriso brincalhão.
— Alguém pegou minha saia, Gojo! — acusei.
— Pegaram? E nem me chamaram, né? — ele fez biquinho.
Peguei fôlego, certa de que iria descobrir ali mesmo. Gojo me soltou e eu perguntei uma última vez: — Quem pegou?
— Fui eu, admito. — Panda respondeu, apavorado, escondendo-se atrás de Megumi. — Já apanhei da Nobara… agora de você eu morro.
— Já imaginava. Agora desembucha: cadê minha saia?
Panda puxou a peça das próprias coisas e mostrou-a — rasgada, faltando metade dos botões. Meu sangue ferveu.
— Nem fazia uma semana que mandei fazer essa saia! — falei, agarrando o pedaço de pano e jogando-o no chão. — Eu vou te matar! — avancei, e o Panda recuou, enquanto os outros tentavam me segurar.
A cena ficou tensa; risos nervosos, olhares que não sabiam se deviam ser de regozijo ou preocupação. Era só mais uma provocação do dia, ou havia algo por trás daquele furor?
Pov megumi fushiguro:
Depois do treino e da confusão pela peça de roupa, tomei banho e fui convocado para uma sala. Lá, Gojo e eu conversamos sobre uma missão em que [Nome] poderia estar envolvida. O clima era sério — Gojo deixou o tom brincalhão por um momento.
— Megumizinho, você e a [Nomezinha] tão namorando? — Gojo perguntou com um sorriso, servindo café. — Senti ciúmes hoje com o Kento.
— Primeiro me chame de Fushiguro. E nós dois não temos nada. — respondi seco.
— Ah, que bom. Vou deixar parte da missão com você. — Ele puxou alguns papéis debaixo de um vaso. — Hurumi Kaitetsu — pai da [Nome] — pode estar envolvido com maldições de nível especial. Ele pode ir atrás dela, de você ou de qualquer um que se meter no caminho.
Aquelas palavras caíram como um soco. — Como assim? — perguntei, confuso.
— Você sabe o que rolou meses atrás entre vocês. Vocês se afastaram, mas não o suficiente para o pai dela. Ele quer tirá-la da escola — por bem ou por mal. Eu vou investigar o que ele quer, e você vai ficar de olho na [Nome] e protegê-la, mesmo que ela não precise.
— Farei o que puder para protegê-la. Mas não é melhor contar pra ela? — questionei.
— Pensei nisso, mas [Nome] é frágil quando o assunto é o pai. Se souber, vai se desconcentrar — disse Gojo. — E isso pode ser perigoso.
— Tudo bem. Eu cuido dela. — Concordei, e me levantei para sair. Parei quando Gojo falou de novo:
— Me garante que vocês não têm nada? Posso passar a missão para Inumaki, Yuta ou Nanami.
— Pode deixar comigo. — respondi.
— Você é o mais próximo dela. Assim, ela não desconfiará.
Eu não diria tão próximo assim.
Concordei com a cabeça e fui até o quarto da [Nome] para checar se estava tudo bem. Abri lentamente e a encontrei enrolada nas cobertas, metade do corpo de fora, abraçada a um urso e toda despenteada. Sorri com a cena.
Aproximei-me, beijei sua testa e cobri o corpo dela. Fechei a porta e voltei para o meu quarto com o nó no estômago: proteger alguém que eu ainda… mal tinha coragem de admitir que importava, era agora pessoal de mais — e perigoso.