[nome] kaitetsu já estava a meses na escola jujutsu, mas certo dia seu sensei Gojo a agraciou com a presença de megumi o 'seu calouro', a mesma aos poucos foi se interessando pelo mais velho o que deu incio ao romance, porém o pai da kaitetsu não go...
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Pov [nome] kaitetsu:
Flashback on
— O que você está fazendo aqui? — perguntei enquanto me aproximava.
— Seu pai mandou tirar você dessa escola e te deixar o mais longe possível desse Fushiguro — o mesmo respondeu, puxando uma faca do cinto.
— É uma pena, eu não vou junto.
— Você vai vir, Kaitetsu, por bem ou por mal.
Não hesitei em atacá-lo. Minha intenção era desarmá-lo e imobilizá-lo, mas estava sendo mais difícil do que parecia. Afinal, ele não estava sozinho.
O fato de Megumi ainda poder estar no prédio abandonado me deixava mais preocupada e me desconcentrava um pouco da luta, mas eu esperava que estivesse tudo bem com ele.
— Você nem está lutando direito, [nome]. Nem parece a moça que eu via treinando.
— Cala a boca!
— Está preocupada com o moleque? Ele vai morrer de qualquer jeito.
Os ataques pareciam não funcionar. Eu não lutava direito. A última coisa que eu lembro é de estar jogada no chão, em uma poça de sangue, com a visão borrada.
Flashback off
Acordei rapidamente depois de um pesadelo. Nobara e Yuji me encaravam enquanto tomavam suco, e Fushiguro não estava no quarto.
— Você falou o nome do Megumi enquanto dormia — a Kugisaki falou, sorrindo.
— Não falei, não — murmurei, puxando a coberta para o meu rosto.
— Falou — Itadori disse sorrindo. — Você estava sonhando com o quê?
— Eu não estava sonhando e não falei nada.
— Como você sabe que não falou nada, se estava dormindo?
— Porque eu tenho a certeza do mundo que não falei nada — murmurei, me levantando da cama e indo em direção ao banheiro.
— [nome], espera aí! — antes que eu prestasse atenção no que Nobara dizia, abri a porta do banheiro, me deparando com Megumi sem camisa na frente do espelho. — O Fushiguro tá aí…
Em um ato rápido, fechei a porta e saí totalmente vermelha, voltando a me deitar na cama com a cabeça coberta.
— Ele tava pelado? — Kugisaki perguntou, chegando perto de mim.
— Vê se isso é coisa para se perguntar — Itadori falou, dando um tapinha na cabeça da mesma. — Mas ele tava pelado?
— Eu não estava pelado — o moreno falou, saindo do banheiro. — Só estava fazendo minhas necessidades.
— Eita, vacilo. Viu ele com o bigulinho pra fora.
— Itadori, seu enxerido! — falei, jogando um travesseiro na cara dele. — Eu não vi nada, tá bom?