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Pov [nome] kaitetsu:

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Pov [nome] kaitetsu:

Kento nos olhou e deu as costas, com a mão na cabeça, murmurando algo. Eu estava prestes a ir para cima do meu pai, mas, antes que eu fizesse qualquer coisa, sua cabeça foi cortada por um rapaz loiro.

— Velho chato, fala demais — Naoya disse, balançando a espada para tirar o sangue. — E aí, amor da minha vida, tá tudo em cima aí?

Eu ainda estava processando o que estava acontecendo. Até Okasa, que já estava saindo, parou para olhar aquela cena, surpreso.

— O-o que você fez? — perguntei, incrédula.

— O que tu ia fazer, só que bem mais rápido e sem pensar muito — o rapaz falou, vindo até mim, mas Yuji se colocou à minha frente. — O carinha do Sukuna é você, né? Dá pra sair da frente dela ou vamo partir pro difícil?

— O que você quer com ela? — Yuji perguntou.

— Me casar, talvez — o Zenin falou, passando a mão no rosto.

— Ah, cara, deixa ela quieta — Kento disse, voltando e parando ao lado do irmão. — Não consegue deixar ela em paz?

— Cala a boca, inútil. Não foi porque você desistiu dela que eu vou desistir também.

— Okasa e Yuji, saiam daqui — me pronunciei, suspirando ao ver os selos de Yonkai se espalharem pelos meus braços.

Minha paciência estava completamente esgotada para aturar qualquer coisa naquele dia. Kento apenas concordou com a cabeça e saiu. Itadori deu alguns passos para trás.

— Vai mostrar o brinquedo novo? — o loiro perguntou, sorrindo. Revirei os olhos.

— Eu não perderia meu tempo mostrando algo tão valioso pra você. Mas as coisas que você andou fazendo não têm perdão. As vidas inocentes e as pessoas que você usou… isso nunca terá perdão.

— É que você é muito burra. Pensa nos nossos dois clãs juntos. Agora o velho tá morto, tudo automaticamente passou pra você.

— Você fez tudo isso pra juntar essa merda de clãs? Puta que pariu, Naoya.

— Fazer todas essas loucuras por poder e status é humilhante — Yuji falou, abaixando a cabeça.

— Isso é uma obsessão — murmurei baixinho, antes de andar lentamente até o Zenin. — Eu poderia te matar, mas não quero sujar minhas mãos com seu sangue. Eu não sou o tipo de pessoa igual a você, que mata os outros só por prazer e pra conseguir o que quer. Mas escuta aqui, Naoya Zenin — falei, puxando minha adaga e andando até ele, fazendo com que ele recuasse até cair. — Só morrer aqui não faria você pagar por tudo o que me fez. Eu não querer te matar não significa que você não vai morrer. Eu serei o demônio na sua vida. Você e o diabo andando lado a lado. Quero que você lembre, até no inferno, que eu o desprezo e abomino. Você não passa de um verme nojento.

Os olhos do loiro estavam arregalados, suas pernas se mexiam sem parar. Ele se arrastava pelo chão, tentando ir o mais longe possível. O desespero consumia seu corpo; era fácil ver em seus olhos. Mas já estava feito. Yonkai estava literalmente ao seu lado. Mesmo que eu não quisesse, o sangue estava em minhas mãos. Afinal, Yonkai o matou a meu mando.

Fechei os olhos e suspirei, escutando os gritos agonizantes de dor e desespero. O som do sangue caindo no chão era possível de ouvir. Mas ainda não acabou. Eu precisava procurar Megumi, que cometeu a loucura de invocar Mahoraga.

Abri os olhos e olhei para Itadori, que tinha uma expressão assustada, com a mão cobrindo a boca. Eu sabia muito bem o que ele iria falar, mas agora não importava. Já estava tudo feito.

— Isso é tão deprimente… Eu não gostava dele, mas… — ele passou a mão no rosto e me olhou com aqueles olhos de criança triste. — Isso foi cruel, [nome].

— Cruel, Yuji? Mais cruel do que ele? Mais cruel do que o que ele fez comigo? Eu passei dias sendo torturada e tocada por ele. Passei por coisas naquela casa que você nem vai querer saber. Eu nunca vou esquecer. Tenho marcas no corpo que, toda vez que eu me olhar no espelho, vão me lembrar. Então a minha crueldade foi só o que ele merecia.

Itadori não ousou dizer nada. Andei até ele e o encarei com os olhos marejados, antes dele me abraçar forte. Sua mão percorreu meu cabelo, tentando passar um sentimento de segurança, mas eu me sentia suja e completamente violada de mim mesma.

— Você deveria ter me contado. Eu não iria te julgar por isso.

Fechei os olhos e o abracei com mais força, sentindo uma dor imensa no peito. Minha respiração estava descontrolada, minhas mãos tremiam sem parar. Eu queria gritar, mas minha voz não saía. Havia um nó na garganta que deixava minha boca seca.

— Ei, ei… se acalma. Já passou. Agora foca em procurar o Fushiguro.

— Eu sei onde ele tá — falei, limpando as lágrimas e tentando recuperar o ar. — Mas ele invocou Mahoraga. Isso era demais pra ele, Yuji. Ele pode ter morrido.

— Mahoraga? O que é isso? — o rosado perguntou, mudando completamente a feição.

— É algo muito difícil de explicar agora. Eu preciso achar ele.

— Bem, antes de eu te encontrar, observei Sukuna levar ele até a Shoko. Mas depois disso, não sei como ele está.

— A Shoko? Onde ela tá? Vou ir pra lá agora.

— Perto das escadas, na quarta estação.

Concordei com Itadori e saí correndo o mais rápido que pude, ignorando tudo ao meu redor. Assim que cheguei naquela estação, olhei para todos os lados, até ver Megumi sentado no chão, com a mão na barriga, respirando pesado.

— Fushiguro, você está bem? — perguntei, me aproximando.

— Acabei de ficar melhor sabendo que você tá bem… melhor que eu — ele respondeu, com um sorriso fraco, e logo me olhou surpreso. — O que você fez?

— Como assim? — questionei, sentando ao seu lado e pegando sua mão.

— Você tá diferente. Sua energia amaldiçoada, seus olhos… e essas marcas espalhadas por você — ele disse, passando o dedo por alguns selos, me encarando sério. — Você fez o invocamento, [nome]?

— Você invocou Mahoraga, Megumi? — rebati, vendo-o ficar em silêncio.

Ficamos alguns segundos apenas nos olhando. Encostei minha cabeça em seu ombro e suspirei.

— Ainda não acabou. O sensei Gojo continua selado — murmurei, vendo-o me olhar de canto de olho.

— Eu sei… as coisas ainda continuam.
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Oioi meu amores!

Postei a fic do oikawa finalmente!

Espero que gostem

Me desculpem qualquer erro ortográfico

Não esqueçam o voto ⭐

E até o próximo!

𝕱𝖊𝖎𝖙𝖎ç𝖔 𝖕𝖆𝖗𝖆 𝖔 𝖈𝖔𝖗𝖆çã𝖔-𝔐𝔢𝔤𝔲𝔪𝔦 Onde histórias criam vida. Descubra agora