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Pov [nome] kaitetsu:

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Pov [nome] kaitetsu:

A sala estava vazia enquanto eu chorava sem parar. Estava presa por algemas especiais que me impediam de usar minha energia amaldiçoada. Eu não sairia dali com minhas próprias mãos.

Meu corpo doía. Estava coberto de machucados; algumas partes ardiam, outras estavam completamente roxas. A dor era constante, quase sufocante. Quando eu finalmente sairia desse inferno?

Depois de algum tempo, a porta se abriu, revelando a figura de Kento. Ele se aproximou com um sorriso perturbador. O ruivo tirou uma faca do cinto e começou a girá-la entre os dedos, como se estivesse se divertindo.

— Não chora, meu amor. Logo vamos sair daqui — disse, passando a mão pelo meu rosto. — Esperei tanto por esse momento.

Ele me observava atentamente. Sua mão desceu do meu rosto para o pescoço, depois para as coxas. Apertou o local com força. Virei o rosto para o lado, sentindo o nojo me subir à garganta.

— Posso receber um beijo? — Kento perguntou, alisando minha coxa. — Vou considerar um sim.

Ele retirou a atadura da minha boca e se aproximou com os olhos fechados. Cuspi em seu rosto. A resposta veio rápido: um tapa forte, que fez minha pele arder imediatamente.

Kento ia dizer algo, mas a porta foi escancarada. Mahito entrou saltitando, parando ao lado dele e passando um braço em seu pescoço.

— Kenjaku não disse pra você não ficar sozinho com ela? — Mahito falou, em tom debochado. — Ele disse que isso só depois do casamento.

— Será que eu aguento até depois? — Kento resmungou.

— Vai ter que aguentar.

Os dois riram. A faixa foi colocada novamente na minha boca, e eles saíram. Logo depois, Kenjaku entrou.

Ele puxou uma cadeira e se sentou à minha frente. Retirou a faixa da minha boca outra vez e pegou minha adaga.

— Senhorita [Nome], não vou enrolar — disse, sorrindo. — Existe algo dentro de você que eu quero muito.

— Ah, deixa eu pensar… — respondi com ironia. — Seria o Yonkai? Hm… desculpa, ele não está disponível no momento.

— Vai ter que estar. Por bem ou por mal — falou, deslizando a adaga lentamente pela minha perna. — Não complique as coisas, Kaitetsu. Vai ser melhor pra você.

— Eu não vou invocar o Yonkai só porque uma maldição quer — murmurei, encarando-o.

O sorriso dele sumiu.

— Você é teimosa. Mas se nem torturada você faz o ritual, vou precisar usar outra tática.

Revirei os olhos. Logo depois, um rapaz loiro entrou na sala. Ele me lançou um sorriso rápido antes de se aproximar de Kenjaku. Era humano… um usuário de maldição.

— O que você quer? — ele perguntou, parando à minha frente.

— Você não quer o Megumi morto? — Kenjaku respondeu, sorrindo. — Chame o Kento para te ajudar e capture ele. Vamos ver se ela não invoca.

Meu coração disparou.

Kenjaku se aproximou e tentou colocar a faixa novamente. Tentei impedir, mas ele segurou meu rosto com força e a colocou de volta. Eles iriam atrás do Megumi. Eu precisava fazer alguma coisa.

Tentei concentrar minha energia amaldiçoada, mas era inútil. As algemas pareciam sugá-la, apertando ainda mais meus pulsos. Meu corpo estava fraco, dolorido. Eu nem sabia mais há quantos dias estava ali.

A porta se abriu lentamente. O loiro entrou sozinho, trancou-a atrás de si e caminhou em passos lentos até mim. Sentou-se à minha frente e apoiou a cabeça em minhas pernas.

— Você é mais bonita do que eu imaginava — disse, sorrindo. — Da última vez que te vi, era só uma pirralha.

Ele levantou o olhar até o meu.

— Posso te fazer uma proposta pra sair daqui. Mas vai depender da sua resposta.

Olhei para ele desconfiada, imaginando o que viria. Concordei com a cabeça para que continuasse.

— Se você aceitar se casar comigo para unir nossos clãs, eu te tiro daqui ainda hoje à noite. Só preciso da sua resposta mais tarde.

Ele sorriu, levantou-se e saiu da sala, fechando a porta com cuidado.

Eu só pensava em uma coisa: precisava sair dali o quanto antes.

Pov megumi fushiguro:

A culpa e a preocupação não me deixavam em paz. Eu tinha perdido a [Nome] de novo, justo quando estava sob meus cuidados.

Não dormia havia dois dias, tentando descobrir onde ela estava e se ainda estava viva. Yuji me ajudava o tempo todo. Gojo já havia feito vistorias em vários lugares, mas não encontramos nada. Era como se ela não tivesse mais energia amaldiçoada.

Só havia um lugar onde ainda não procuramos: a vila do clã Kaitetsu. Um local protegido, onde apenas membros do clã ou convidados podiam entrar.

Era quase certo que ela estivesse lá.

Hoje vamos nos reunir para montar um plano de infiltração.
Eu só espero que ainda dê tempo.
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Calma chocolate branco, eu não quero que você derreta

Oioi meu amores!!

Mas bom espero que gostem

Me desculpem qualquer erro ortográfico

Não esqueçam o voto ⭐

E até o próximo!

𝕱𝖊𝖎𝖙𝖎ç𝖔 𝖕𝖆𝖗𝖆 𝖔 𝖈𝖔𝖗𝖆çã𝖔-𝔐𝔢𝔤𝔲𝔪𝔦 Onde histórias criam vida. Descubra agora