[nome] kaitetsu já estava a meses na escola jujutsu, mas certo dia seu sensei Gojo a agraciou com a presença de megumi o 'seu calouro', a mesma aos poucos foi se interessando pelo mais velho o que deu incio ao romance, porém o pai da kaitetsu não go...
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Pov [nome] kaitetsu:
Depois que saí do banho, fiquei sentada na poltrona da minha penteadeira. Eu me olhava no espelho; meu olhar rolou até aquelas cicatrizes. Eram horríveis e iriam ficar comigo até a minha morte.
Suspirei e andei até a minha cama. Li um pouco de um livro e acabei dormindo.
Um vulto corria pelo quarto. A janela estava aberta, com o vento balançando as cortinas. Me encolhi na cama, sentindo o frio percorrer meu corpo. Tentei não levantar para fechá-la, o que foi falho. Levantei e fechei a janela. Não lembrava de tê-la deixado aberta, mas deixei isso de lado e me deitei novamente.
O vento continuava dentro do pequeno quarto. Senti uma mão pesada em meu rosto, me apertando contra a cama. Abri os olhos rapidamente, vendo Mahito em meu quarto. Eu não conseguia gritar, então optei por me debater, braços e pernas se mexendo descontroladamente em busca de me soltar, mas a mão sob meu rosto aumentava a força. Eu não conseguia me defender usando minha energia amaldiçoada, pois além da minha boca, meu nariz estava tampado. O ar estava pouco e os movimentos de me debater ficaram fracos. Antes da minha visão escurecer, pude ver Naoya ao lado de Mahito.
Lágrimas escorriam do meu rosto e minha respiração estava descompassada. Levantei rápido da cama, vendo que foi só um pesadelo. Abri a porta do meu quarto e corri para o de Megumi, batendo descontroladamente em sua porta, que logo foi aberta pela imagem sonolenta do moreno. Antes que ele falasse qualquer coisa, o abracei fortemente, deixando as lágrimas escorrerem uma atrás da outra.
Fushiguro ficou surpreso com tal reação, mas sem entender nada, retribuiu o abraço e me puxou para sentar, tentando me acalmar.
— O que aconteceu, [nome]?
Eu tentava falar, mas parecia que um nó na garganta me impedia. Minha voz saía como um chiado. Mesmo com os olhos embaçados pelas lágrimas, pude ver Yuji e Nobara entrando no quarto, preocupados.
— O que houve, Megumi? — Aconteceu alguma coisa com ela? — Eu não sei, ela não consegue falar. — Pera aí, vou buscar uma água pra ela.
Yuji saiu correndo, e Nobara se sentou atrás de mim, me abraçando por trás enquanto afagava meus cabelos. As mãos de Fushiguro estavam sob as minhas, tentando fazê-las parar de tremer. Itadori adentrou o quarto, vindo em minha direção com um copo d’água.
Pov narradora:
[Nome] bebia a água com as mãos tremendo sem parar; seus amigos ao redor estavam inquietos.
Todos queriam saber o que tinha acontecido com a amiga para ela ficar naquele estado. Quando o copo se afastou da boca da azulada, finalmente sua voz saiu, ainda trêmula, mas saiu.
— Eu tive um pesadelo que Naoya e Mahito estavam no meu quarto… parecia tão real.
Os três entenderam o motivo do choro e do desespero. Abaixaram a cabeça, pensando em tudo o que poderia ter acontecido com ela naquele lugar. A amiga sempre se demonstrou alguém muito forte e sem medo de nada, mas vê-la com tanto medo assim fazia imaginar as piores coisas possíveis.
Nobara e Yuji haviam se dado conta de que [nome] não conseguia dormir sem acabar tendo pesadelos. Talvez fosse por isso que, na noite passada, ela falou o nome de Megumi enquanto dormia. Uma ideia passou pela cabeça do rosado: dar um chá que a ajudasse a dormir. Ficariam ali com ela até que tomasse e dormisse sem pesadelos.
Os dois saíram para fazer o chá e deixaram a mesma com o moreno, que parecia bastante preocupado. Ele não sabia o que fazer em relação a isso, não sabia como deixá-la segura novamente. Fushiguro abraçou a azulada ainda mais; suas mãos percorriam os cabelos macios da mais nova, deixando-a mais calma e confortável.
— Você quer ficar dormindo aqui no meu quarto? Se acontecer isso de novo, pelo menos você está comigo — Megumi disse, pousando uma mão no rosto da Kaitetsu.
— Q-quero — a voz falha respondeu.
O moreno sorriu e deu um beijo na testa da azulada, que ficou avermelhada. Itadori e Kugisaki voltaram com o chá e deram para [nome] tomar, que cuspiu tudo na cara do rosado.
— Puta que pariu, isso aqui é horrível! Tem gosto de fel! — Percebi — Yuji falou, limpando o rosto. — Ficou curada rapidinho. — Mas você vai tomar tudo — Nobara falou, pegando em seu rosto. — Eu não vooou! — a mesma falou, balançando o rosto de um lado para o outro. — AAAAAAAAAAAAAAAA! — Megumi, dá um jeito nessa guria, faz ela tomar! — [nome], toma. — Eu não. — Só isso, cara? — Yuji perguntou, sorrindo. — Eu acho bom você tomar tudo.
A mesma tomou o chá sendo obrigada pelos três, que só faltavam pular no pescoço da azulada.
— Que nojo, gosto ruim. — Mas é muito bom pra você.
Yuji e Nobara se ajeitaram na cama, vendo Megumi arquear a sobrancelha. Ele esperava que fosse um momento a sós dos dois, afinal, amanhã os três voltariam para missão; [nome] ainda não podia.
O rosado cutucou o braço da amiga, entendendo a situação, e eles só inventaram uma desculpa e saíram, deixando os dois a sós.
— Achei que eles iriam dormir com a gente — a mesma falou, se aconchegando nos braços de Megumi. — Mudaram de ideia repentinamente — o mesmo falou, pousando o rosto em seu pescoço e sentindo o cheiro docinho.
Abraçou mais forte a mais nova e suspirou pela emoção de estar ao lado dela. Seu coração estava acelerado por amor, e sua respiração quente. Era a melhor das sensações para Fushiguro.
Amar alguém é um ato tão inocente. --------------------------------🐸-----------------------------------------
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