[nome] kaitetsu já estava a meses na escola jujutsu, mas certo dia seu sensei Gojo a agraciou com a presença de megumi o 'seu calouro', a mesma aos poucos foi se interessando pelo mais velho o que deu incio ao romance, porém o pai da kaitetsu não go...
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Pov [nome] kaitetsu:
Assim que nos posicionamos, o silêncio da sala de treino foi substituído por uma tensão elétrica no ar. Megumi me observava com aquele olhar calmo e provocante, o tipo de olhar que faz a gente querer provar o contrário.
Sem pensar duas vezes, ergui um chute direto em direção ao rosto dele. Fushiguro se abaixou num reflexo rápido e tentou me acertar um soco de gancho. O movimento foi tão veloz que senti o vento rasgar ao lado do meu rosto — mas consegui bloquear com o antebraço, travando o golpe e o empurrando com força para trás.
Lutar com Megumi era quase como lutar com o próprio Gojo — os dois sempre treinavam juntos, e o estilo de combate era parecido: técnico, imprevisível e irritantemente preciso. Mas se tem algo que eu aprendi… é que força bruta e determinação também contam muito.
Sorri, provocando. — Vamos ver se ainda aguenta brincar comigo, Fushiguro.
Avancei com tudo. Meus punhos se moviam rápidos, um golpe atrás do outro, sem dar tempo pra ele respirar. Megumi bloqueava cada um com habilidade, mas quando achou que eu iria parar, o acertei com um soco direto no nariz.
O estalo ecoou.
Megumi levou a mão ao rosto e viu o sangue escorrer devagar. Por um instante, ele me olhou — e o brilho em seus olhos era uma mistura de surpresa, adrenalina e um sorriso perigoso.
— Tá ficando fortinha, hein? — ele disse, limpando o sangue com o dorso da mão e me lançando aquele sorriso ladino.
Logo concentrou sua energia amaldiçoada nas mãos, e a aura ao redor dele ficou densa, quase sufocante. — Vamos lutar pra valer agora. Quero ver até onde você consegue ir.
Hesitei por um segundo. — Tá louco, Megumi? Eu posso te machucar!
— Você pode tentar me machucar — ele respondeu num tom calmo, provocante. — Mas não significa que vai conseguir. Para de pensar. Só concentra.
Respirei fundo. A adrenalina pulsava nas veias, e o medo deu lugar à vontade de vencer. Fechei os olhos por um instante, canalizando toda minha energia amaldiçoada. O ar ao redor vibrou, faíscas azuis dançavam na ponta dos meus dedos.
Quando abri os olhos, Megumi estava sorrindo. — Isso… agora sim.
Nossos corpos se moveram quase ao mesmo tempo. Ele avançou primeiro — e o impacto dos nossos punhos colidindo criou um estalo no ar. Era força contra força, vontade contra orgulho. Cada golpe trocado fazia o chão tremer sob nossos pés.
Megumi me acertou um golpe no abdômen — forte o suficiente para tirar o ar dos meus pulmões. Cambaleei para trás, tossindo, mas não recuei.
— Não vai cair tão fácil assim, vai? — ele provocou, com um meio sorriso.