[nome] kaitetsu já estava a meses na escola jujutsu, mas certo dia seu sensei Gojo a agraciou com a presença de megumi o 'seu calouro', a mesma aos poucos foi se interessando pelo mais velho o que deu incio ao romance, porém o pai da kaitetsu não go...
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Pov [Nome] kaitetsu:
Flashback on
— Bom dia, princesa — Megumi falou, me olhando pelo canto do olho enquanto mexia no celular.
— Bom dia… — respondi sonolenta, ainda deitada sobre o peito dele. — Eu dormi muito?
— O suficiente pra descansar — Fushiguro disse, largando o celular e me abraçando. — É tão bom ficar assim… mas temos missão mais tarde.
— De novo? — resmunguei, levantando um pouco a cabeça. — Achei que a gente ia ter um descanso.
— Só no próximo fim de semana.
— Que palhaçada. A gente exorciza maldição igual condenado — falei, levantando da cama e saindo do dormitório enquanto reclamava.
— Vou ficar sem nem um beijinho? — ele gritou.
Voltei, dei um selinho rápido nele e saí reclamando de novo.
Fiz minha higiene matinal, vesti o uniforme e peguei minhas coisas. Voltei ao dormitório de Megumi, que ainda se arrumava no banheiro, mas logo saiu.
— Resolveu aquelas coisas com seu pai? — ele perguntou, procurando os sapatos pelo quarto.
— Ele não quer de jeito nenhum — respondi, cruzando os braços. — Disse que, se eu continuar com você, vai te matar. — Esse sapato é horrível, inclusive. Tá precisando de doação?
— Eu já previa isso. Seu pai me odeia e eu nem sei o motivo — Megumi disse, parando na minha frente. — Vai começar logo de manhã?
— Acho que até meu avô usava uns mais bonitos — falei, rindo, enquanto mostrava minhas botas. — Se quiser, te empresto.
— Engraçadinha. Como você consegue lutar com salto? Eu pisaria daqui até ali e já estaria no chão.
— Habilidade, amor. Sou foda, fazer o quê.
Sorri, e seguimos para encontrar Ijichi. Gojo estava em missão fora, então não nos acompanharia, mas como não era nada nível especial, estava tudo bem.
Chegando ao local, uma cortina foi levantada, e entramos no manicômio.
O lugar era assombroso. Velho, abandonado, com paredes descascadas e corredores longos demais. Parecia um cenário pronto de filme de terror.
— Eu não quero ficar aqui — murmurei, me agarrando ao braço de Megumi.
— Tá com medo? — ele perguntou. — A gente faz a missão e vai embora. Não se preocupa.
Assenti, mesmo com um aperto estranho no peito. Não parecia haver maldições ali… apenas aquela sensação pesada. E vozes. Baixas demais.
— Desculpa falar isso, mas vamos ter que nos separar — Megumi disse, me encarando.