[nome] kaitetsu já estava a meses na escola jujutsu, mas certo dia seu sensei Gojo a agraciou com a presença de megumi o 'seu calouro', a mesma aos poucos foi se interessando pelo mais velho o que deu incio ao romance, porém o pai da kaitetsu não go...
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Pov [nome] kaitetsu:
Um grito alto e choroso saiu da minha garganta. Meu coração estava acelerado, e meu peito subia e descia rapidamente. Algumas lágrimas escorriam pelo meu rosto quando olhei ao redor e percebi que estava em minha cama. A morte de Megumi havia sido apenas um pesadelo.
Suspirei aliviada, mas logo a porta do meu quarto foi escancarada pelo próprio.
— Tá tudo bem? Eu ouvi você gritar e vim o mais rápido que pude — o moreno falou, ofegante, parado à porta.
— Foi apenas um pesadelo — respondi, tentando recuperar o ar.
Megumi sentou-se ao meu lado e me puxou para um abraço apertado. Aos poucos, meu corpo foi relaxando, e o desespero deu lugar à calma.
Assim que tudo passou, Fushiguro voltou para seu dormitório. Eu, por outro lado, resolvi esfriar a cabeça. Queria ir até a floresta de Sakura, mas Megumi insistiu em ir comigo, e eu não deixei.
Estava sentada no chão, observando os passarinhos voarem, sentindo a brisa bater em meu rosto e balançar meus cabelos. Havia duas semanas que eu sentia algo estranho, além de ter pesadelos constantes com a morte de algumas pessoas. O medo de que algo acontecesse com Megumi ou com algum dos meus amigos não me deixava em paz.
Afastei os pensamentos ruins e decidi pegar o caminho de volta para a escola, mas algo chamou minha atenção. Eu não estava sozinha naquele lugar.
— E aí, vamos brincar um pouco? — um homem de cabelos azuis e corpo costurado saiu do meio das árvores.
Mas ele não era humano. Era uma maldição. Gojo já havia falado sobre maldições de nível especial… mas o que uma delas fazia ali, tão perto da escola?
— Que falta de educação não responder os outros — ele provocou.
Antes que eu sequer pensasse em abrir a boca, a maldição esticou o braço e me puxou brutalmente para perto, analisando-me da cabeça aos pés. Sentindo dor nos braços, saquei minha adaga e a cravei em sua perna, forçando-o a me soltar. Puxei a arma de volta rapidamente.
— O que você quer comigo? — murmurei, me afastando.
— Só me divertir. Me falaram que você é bem fortinha — ele abriu um sorriso de orelha a orelha e começou a se aproximar, enquanto eu recuava. — Quero testar isso.
Uma espécie de shuriken giratória se formou em suas mãos e veio em minha direção. Ela rasgou parte da minha blusa e deixou um arranhão superficial em minha pele. Sempre que eu tentava recuar, ele mudava sua forma. Eu apenas me defendia, sem atacar, e acabei dando brecha.
O chute veio forte, jogando-me contra uma árvore. Cuspi um pouco de sangue com a força do impacto, respirei fundo e concentrei minha energia amaldiçoada na adaga. Comecei a correr ao redor da maldição, que me observava com um semblante confuso.
Minha adaga era uma das ferramentas amaldiçoadas. Em sua lâmina, vinha escrito “Bakuhatsu-shi”. Assim que entrava em contato com o sangue e era acionada por seu dono, causava uma pequena explosão capaz de provocar grandes danos.
Arremessei uma delas em seu braço e outra em sua perna, ativando a explosão. Ao vê-lo cair, avancei para exorcizá-lo, mas ele havia desaparecido. No chão, restava apenas uma espécie de “casca”, como um clone.
Comecei a olhar em volta, tentando descobrir se ele havia fugido ou se apenas estava escondido, esperando que eu cometesse algum erro.
Pov mahito:
Depois de enganar a [Nome] com um clone, fui para trás dela silenciosamente. Transformei uma de minhas mãos em uma lâmina e a apontei para seu pescoço, impedindo qualquer reação, enquanto segurava seu rosto com a outra.
— Lutamos tão pouco… eu queria ver mais da sua força — falei, colocando a mão em seu abdômen. — Transfiguração inerte.
Eu não conseguia tocar sua alma. O yōkai não permitia. Era por isso que seus ataques funcionavam tão bem contra mim; era como se ele estivesse tentando protegê-la.
Eu quase não conseguia vê-lo. Era como se não existisse dentro dela, mas ainda assim… eu podia senti-lo. Sua presença e energia eram magníficas. Ele era uma divina facínora.
De repente, senti sangue subir à minha boca. Afastei minha mão rapidamente, sentindo uma queimação intensa. Fortes dores percorreram meu corpo. Quem fez isso? Ela… ou o yōkai?
Quando retirei completamente a mão, ela caiu desacordada no chão.
Como o local ficava muito próximo da escola, deixei-a ali e saí o mais rápido possível. Alguém poderia sentir minha energia amaldiçoada e aparecer. Kenjaku havia dito para eu não arrumar briga com mais ninguém.
Caminhando por dentro de um prédio abandonado, parei diante de uma porta. Ao abri-la, revelei uma praia escondida atrás. Entrei e vi outras maldições sentadas pelo chão e algumas em cadeiras improvisadas.
Kento sorriu ao me ver e veio em minha direção.
— Como foi? Já podemos botar o plano em prática? — o ruivo perguntava, me rodeando e disparando várias perguntas.
— Não sei dizer se minhas notícias são boas — respondi, coçando a cabeça.
— O que aconteceu lá pra você ter essa dúvida? — Jogo resmungou, cruzando os braços.
— Eu não consegui ver o yōkai — sussurrei.
Todos ficaram boquiabertos antes de começarem a surtar.
— Como assim não conseguiu? Sua única missão era essa. Pelo menos conseguiu tocar nela? — Kenjaku perguntou, com seu semblante impassível de sempre.
— Eu toquei nela e usei a transfiguração inerte, mas não consegui vê-lo. Só senti seu poder. E não sei se foi ela ou o yōkai, mas queimou meu braço… e está demorando para curar — falei, mostrando minha mão chamuscada.
— Talvez você não o tenha visto porque ela ainda não o invocou — Kenjaku comentou.
— Ou ele está escondendo sua forma — Naoya falou, surgindo ao entrar na praia.
— Você anda sumido, Zenin. Não apareceu nas últimas reuniões — falei, vendo-o sorrir.
— Sabe como é… lidar com aqueles velhos do clã é meio complicado.
— Agora que todos estão aqui, podemos começar a discutir sobre o baile e o ataque em Shibuya.