[nome] kaitetsu já estava a meses na escola jujutsu, mas certo dia seu sensei Gojo a agraciou com a presença de megumi o 'seu calouro', a mesma aos poucos foi se interessando pelo mais velho o que deu incio ao romance, porém o pai da kaitetsu não go...
Megumi não conversava comigo, nem sequer me olhava. Eu até pensei em puxar assunto, mas não quis invadir o espaço dele. Resolvi deixar fluir naturalmente.
Hoje teríamos mais uma missão. Segundo as palavras de Ijichi, era apenas para resgatar alguns presidiários que ainda não haviam sido retirados do reformatório, após uma senhora jurar ter visto um suposto feto amaldiçoado.
Assim que a cortina baixou, entramos. A porta que segundos antes estava atrás de nós simplesmente sumiu. Na hora pensamos que já era o fim, mas Megumi disse que um de seus cães poderia encontrá-la novamente e nos avisar caso a maldição estivesse por perto. Estávamos presos dentro de um domínio inato junto com uma possível maldição de nível especial. Que maravilha, não?
Pouco depois, Yuji encontrou um corpo partido ao meio: era o filho da mulher que chorava do lado de fora.
— Me ajudem a tirar ele daqui. O rosto não foi muito atingido e… — antes que Itadori terminasse, Megumi o puxou pelo capuz.
— Primeiro precisamos encontrar os outros dois. Deixa esse corpo aí.
— O quê? A porta atrás de nós sumiu! Como vamos voltar para buscar?
— Eu não falei em voltar. Eu disse pra deixar esse corpo aí.
A discussão entre os dois começou a esquentar, e quando Nobara tentou separar, acabou sendo engolida por uma espécie de poça que se abriu no chão. Segundos depois, a maldição apareceu. Nível especial. Tão rápida e forte que nem conseguimos ver quando retalhou um dos cães de Megumi.
Estávamos paralisados, havia algo impedindo nossos corpos de se moverem. Itadori foi o primeiro a reagir — e teve a mão cortada fora.
— Itadori, [nome], vamos fugir! Depois achamos a Kugisaki! — gritou Megumi.
— Fujam vocês dois! Achem a Kugisaki e me deem um sinal. Assim que receber o sinal, eu troco com o Sukuna! — respondeu Yuji.
— Isso é arriscado, Yuji! — falei, antes de sentir Megumi me puxando.
— Eu vou ficar bem, só corram e salvem a Kugisaki!
Antes que eu pudesse discutir, já estava nos ombros de Fushiguro. Ele corria sem parar atrás de seu cão divino, que rastreava Nobara.
— Me solta! Eu quero voltar! — reclamei, me debatendo.
— Voltar e morrer? Vamos achar a Nobara e sair daqui! Yuji vai ficar bem, ele é forte! — respondeu, me segurando ainda mais firme.
— Ele é forte, mas não tem experiência em combate! Minutos atrás nem sabia o nível da maldição!
— Experiência se adquire na prática. Com o Sukuna, ele consegue sair dessa.
Eu não queria, mas tive que concordar com Fushiguro. Pouco depois, o cão encontrou Nobara, que estava sendo puxada por uma maldição pelo pé. Um dos sapos de Megumi a engoliu para tirá-la dali, e ela reclamou, como sempre. Assim conseguimos sair do reformatório. O cão negro uivou, mandando o aviso a Itadori.
Já no carro, Nobara apagada no banco, e eu discutindo de novo com Megumi. Que novidade, não?
— Eu quero ficar! Eu posso ajudar!
— Pode, mas você não sabe controlar toda sua energia amaldiçoada. Prefiro cuidar das coisas aqui e você na escola.
— Posso não controlar tudo, mas boa parte já é mais forte que a sua e a da Nobara!
— Pra escola, Kaitetsu! Pode ir, Ijichi! — ele ordenou, fechando a porta e fazendo o carro arrancar.
— Escute, Megumi, ele não fez por mal. Só quer proteger você — disse Ijichi.
Cruzei os braços e encarei Megumi pelo retrovisor, antes de abraçar Nobara até chegarmos ao hospital. É um saco mesmo… não posso ajudar só porque o bonitão acha que não consigo.
No caminho de volta à escola, passei o tempo inteiro reclamando de Megumi e xingando ele mentalmente.
Quando cheguei ao meu quarto, ainda surtando, vi um papel sobre a cama. Ao me aproximar, percebi que era uma carta assinada pelo meu pai. Peguei e joguei no lixo, mas a curiosidade me fez recuperar e ler:
> “[Nome], filha querida. Estou com tanta saudade… Você nunca mais veio visitar seu papai, mas sei que está magoada comigo. Espero que logo venha me ver e conversar comigo.
Beijos, papai.”
Amassei a carta e joguei fora de novo. Era só o que me faltava para hoje. Saí do quarto e fui direto à enfermaria, ficar com Nobara
Pov narradora:
Megumi queria se afastar dela, mas lá estava ele, protegendo-a outra vez. Ele sempre diz que foi um erro dela salvá-lo naquele dia, mas a verdade é que deve a vida a ela. Se não fosse por Kaitetsu, ele não estaria mais aqui.
Talvez devesse deixar de ser tão duro com ela. Afinal, ela também não sabe amar direito. Só quis protegê-lo. Não tem culpa por isso.
Megumi deveria se lembrar do que Itadori falou sobre nunca desistir da pessoa amada — e praticar isso um pouco mais. --------------------🐸-----------------------------------------
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