[nome] kaitetsu já estava a meses na escola jujutsu, mas certo dia seu sensei Gojo a agraciou com a presença de megumi o 'seu calouro', a mesma aos poucos foi se interessando pelo mais velho o que deu incio ao romance, porém o pai da kaitetsu não go...
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Pov [nome] kaitetsu:
Eu havia acordado bem cedo; quase ninguém da escola estava de pé ainda.
Andava pelo campo da escola quando uma presença chamou minha atenção — uma presença que eu não sentia há muito tempo.
— Como você tá diferente — a voz rouca e fofa disse atrás de mim.
— Yuta? — perguntei, me virando e encontrando o moreno.
— Surpresa — o mesmo disse, abrindo os braços.
Corri até ele e lhe dei um abraço bem forte. Estava com tanta saudade de Okkotsu que pude escutar seus ossos estalarem com a força.
— Caramba, como você tá forte… e tão linda — o mais velho falou, passando as mãos no meu cabelo.
— Ah, desculpa — falei, me afastando um pouco. — O que você tá fazendo aqui? Ficou sumido por tanto tempo.
— Tive muitas missões. Agora voltei porque o alto escalão me chamou.
— Tudo que vem desse alto escalão não é bom — murmurei, ficando lado a lado com ele para andarmos.
— Realmente. E como andam as coisas com você?
— Bom… nesses últimos dias aconteceu um turbilhão de coisas. Deixa eu te contar tudo.
A manhã foi assim: eu contando tudo o que aconteceu comigo para Yuta, até ele precisar sair — o que não demorou muito. No portão da escola, me despedi com um beijo em sua bochecha e me virei para voltar ao dormitório. Foi quando vi Megumi escorado na parede, me encarando sério. Ele apenas bufou e saiu do local.
Levei a mão à cabeça, já sabendo que seria uma grande missão fazê-lo falar comigo.
— Ai, Megumi… qual o motivo de tanto ciúme? — resmunguei baixinho, indo até o quarto do moreno.
Ao abrir a porta do dormitório, Fushiguro estava tirando a camisa e pegando o telefone. Abriu um jogo qualquer e se jogou na cama sem sequer me olhar.
— Você tá bem? — perguntei, me aproximando e sentando ao lado dele, recebendo apenas um olhar rápido. — Megumiiiii, tô falando com você.
O moreno me olhou de relance novamente e aumentou o volume do jogo. Bufei e sorri; uma ideia tinha acabado de surgir.
— Está bem então — murmurei, me levantando. — Vou passar o dia com o Yuta, já que você tá de bico.
Quando eu estava prestes a sair, Fushiguro me puxou pelo pulso, fazendo eu cair sentada entre suas pernas. Sorri, vitoriosa.
— Fica aqui — Megumi sussurrou, me prendendo ali enquanto puxava o celular de novo.
— Por que eu ficaria? Você nem me dá atenção — falei, fazendo cara de tacho. — Até o Yuji me dá mais atenção.
Ao ouvir o nome do rosado, Megumi emburrou ainda mais a cara, quase partindo o celular ao meio enquanto fazia um beiço enorme.
— Quanto tá o quilo do beiço? — perguntei, vendo-o revirar os olhos.
— Não enche, [nome].
— Ain, não fala assim comigo — murmurei, me ajeitando em seu colo. — Eu sou sensível.
O olhar de Megumi agora era indecifrável: raiva, malícia ou diversão? Ele largou o telefone, suspirou pesado, jogou a cabeça para trás e finalmente falou:
— O Yuta te olha de um jeito diferente.
— Ele me olha como uma irmã.
— Não é o que parece. Ele tem cara de emo depressivo, mas quando tá com você fica todo animadinho.
— Tá julgando ele ou fazendo autocrítica? — brinquei.
Megumi me olhou de relance e deu um sorriso ladino.
— Sabe… acho que vou ter que oficializar isso daqui — disse, pousando as mãos na minha cintura.
— Oficializar o quê?
— Nós dois. Assim todo mundo vai saber que não se mete com mulher comprometida.
— Ele não tava dando em cima de mim.
— Mas por precaução… eu quero minha mulher só pra mim, sem ninguém de olho — falou, invertendo as posições. — Você não concorda?
Suas palavras me pegaram de surpresa. Uma de suas mãos segurava meu pulso, a outra acariciava minha cintura, enquanto suas pernas se mantinham entre as minhas.
— C-concordo — respondi, gaguejando.
O contato era tão próximo que eu podia sentir sua respiração e o calor da sua pele. Megumi depositava selinhos pelo meu pescoço, descendo até a clavícula.
— Sua pele é tão macia…
— Macia não vai ser nem perto da chinelada que eu vou dar no lombo de vocês dois — Gojo falou, se jogando em cima da cama. — Não conseguem ficar um segundo quietinhos? Querem tirar o atraso de todo esse tempo?
— Não tava acontecendo nada demais! — falei, vendo o esbranquiçado sorrir.
— Não aconteceu nada porque eu entrei — respondeu rindo. — O diretor mandou eu ficar de olho em vocês dois.
— Vamos ganhar uma babá agora, é? — Megumi murmurou, passando a mão no rosto.
— Quem manda vocês ficarem se comendo em tudo quanto é canto. Não sabem fazer no escondidinho?
— Gojo!
— Tô dando um conselho. Isso pode acabar dando problema pra vocês dois — Satoru respondeu, saindo do quarto.
Nos entreolhamos e suspiramos. Gojo estava certo; isso poderia acabar dando problema. Precisávamos ser mais cuidadosos.
Fiquei mais um tempo com Megumi e depois fui ao meu quarto tomar um banho. Escolhi um calção e uma blusa qualquer e voltei ao dormitório dele.
Me deitei em sua cama, esperando-o sair do banho para vermos um filme. Antes disso, a porta foi aberta por Gojo, vestindo um pijama de vaquinha.
— Eu vou dormir junto com vocês.
Não deu tempo nem de eu abrir a boca. Gojo se jogou na cama, se esparramando todo. Quando Megumi saiu do banho, nem questionou: apenas escolheu um filme e se deitou.
Não demorou muito para Yuji e Nobara entrarem no quarto e se deitarem juntos.
Pobre cama… aguentando todo esse peso. --------------------------------🐸-----------------------------------------