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Pov [nome] kaitetsu:

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Pov [nome] kaitetsu:

Antes que nós saíssemos, uma pessoa entrou na expansão de domínio, travando um jogo de força com Maki para pegar sua ferramenta amaldiçoada. Assim que levantei o olhar para seu rosto, me apavorei, dando um passo para trás e batendo contra Megumi.

Esse cara é o Toji Fushiguro?
Eu estou enxergando direito?
O pai do Megumi não havia morrido?
O que está acontecendo?

— Você está bem? — o moreno perguntou, segurando meus ombros.

— Eu que te pergunto isso… você sabe quem é ele ali — apontei para Toji.

— Não estava nos meus planos ele entrar, mas pelo menos está dando uma surra no Dagon — ele sorriu fraco, passando a mão pelo nariz que sangrava.

Eu iria dizer algo, mas a expansão foi quebrada, fazendo com que todos nós caíssemos. Megumi me puxou, e acabei caindo em cima dele. Toji correu até nós e nos chutou para fora do prédio, fazendo-nos cair com tudo no chão. No entanto, fui arremessada para bem longe deles, voando até outro prédio.

— Mas que merda… — falei, colocando a mão no braço, sentindo a dor da queda.

— Tá doendo aí? — ouvi uma voz atrás de mim, que fez meu corpo inteiro arrepiar.

— Quem está aí? — perguntei, puxando minha adaga.

— Um amiguinho — a maldição de rosto retalhado disse, saindo das sombras. — Será que hoje você vai lutar sério?

— Se eu vou te matar? Claro.

— Que convencida… mas sabe, eu sou só um clone — ele passou a mão pelos cabelos. — Vai procurar os outros dois de mim pra me matar?

— Se for preciso.

Pov narradora:

Mahito correu até Kaitetsu, disparando vários socos. A feiticeira usou o antebraço para bloquear, mas a maldição aproveitou sua concentração e chutou sua costela direita, fazendo-a dar alguns passos para trás. Ela puxou sua adaga e atacou diversas vezes, porém Mahito era rápido o suficiente para desviar.

A luta entre Mahito e [nome] estava intensa. Mesmo sendo apenas um clone, sua força permanecia a mesma. [Nome] já estava exausta e não lutava no mesmo ritmo de antes — havia passado muito tempo fora do campo de batalha e sequer havia treinado durante o período de suspensão.

— Sabe… acho que está na minha hora — Kaitetsu ouviu a voz de Yonkai. — Vai lá, me invoca.

— Não é o momento — ela respondeu, se levantando do chão, sentindo as pernas fracas e o sangue escorrer.

— Ou você me invoca, ou você morre. Escolhe — ele rebateu. — Só repete comigo.

— Agora não! — ela gritou.

Sua energia amaldiçoada percorreu o corpo com intensidade. A azulada não pensou duas vezes antes de invocar os animais contra Mahito e avançar também. Com criaturas o atacando e ela o golpeando sem parar, ficava difícil para a maldição reagir, mesmo frustrada pela dor.

[Nome] não estava em situação melhor. Seu corpo queimava e doía sem cessar. Não havia tempo para parar e usar energia amaldiçoada para se curar; toda sua atenção estava focada em acabar com o clone e ir atrás do Mahito verdadeiro.

A maldição aproveitou uma brecha causada pelo cansaço da feiticeira e expeliu várias pessoas transfiguradas de dentro da boca. Agora, era ela contra muitos. Quase não conseguia se manter em pé. Em sua mente, se culpava por não ter treinado durante o tempo em que esteve suspensa.

Um amontoado de humanos transfigurados se jogou sobre a azulada. Ela não conseguia se mover e sentia uma dor absurda sob todo aquele peso. Não havia mais escolha.

— Repete comigo — Yonkai falou novamente.

[Nome] respirou fundo, reunindo o pouco de energia que lhe restava, e recitou as palavras junto dele:

— Passadas águas claras e guerras sem solução, luz e escuridão, bem e mal… maldição predestinada, divina facínora, eu o invoco.

Os dois repetiram juntos. [Nome] abriu os olhos, confusa ao perceber que nada havia acontecido. Mahito também estranhou — ele ouvira claramente o ritual e não o impedira, pois esse era seu objetivo.

Uma pressão absurda tomou o corpo da Kaitetsu. Sangue começou a escorrer de sua boca, e uma figura passou a surgir e desaparecer, como um espírito instável. Mahito deu alguns passos para trás, mas não teve tempo de reagir: seu corpo explodiu no instante em que foi tocado pelo “espírito”.

O que foi isso? — [Nome] se perguntou, levando a mão à boca, ainda sentindo o sangue e a tontura.

Ignorando a dor, ela correu para fora do prédio, voltando à rua. Lá, viu Megumi no chão, rastejando enquanto falava algo, com um loiro andando atrás dele.

Ao me aproximar de Megumi, ainda sentindo a queimação intensa, ouvi as palavras que eu menos queria escutar:

— Continuando… em toda a história dos feiticeiros, nenhum conseguiu subjugar este aqui. Ambos morreram… esses dois chefes de clãs. O chefe daquela época deve ter usado a técnica do mesmo jeito…

Ele vai mesmo fazer o que eu estou pensando?
Tentei me aproximar, mas Megumi me olhou e fez um sinal com a mão, continuando:

— Furube… yurayura… com esse tesouro… eu invoco: Divino General Imoral, Mahoraga.

Megumi foi arremessado para longe por Mahoraga. Tentei correr até ele, mas comigo aconteceu o mesmo.

— Puta que pariu… amaram ficar me jogando de um lado pro outro hoje.

Fui lançada contra o corpo de outra pessoa. Quando levantei o olhar, vi meu pai… e Kento.

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Oioi meu amores!

Talvez o próximo capítulo possa demorar um pouco

Mas Espero que gostem

Me desculpem qualquer erro ortográfico

Não esqueçam o voto ⭐

Até o próximo!

𝕱𝖊𝖎𝖙𝖎ç𝖔 𝖕𝖆𝖗𝖆 𝖔 𝖈𝖔𝖗𝖆çã𝖔-𝔐𝔢𝔤𝔲𝔪𝔦 Onde histórias criam vida. Descubra agora