[nome] kaitetsu já estava a meses na escola jujutsu, mas certo dia seu sensei Gojo a agraciou com a presença de megumi o 'seu calouro', a mesma aos poucos foi se interessando pelo mais velho o que deu incio ao romance, porém o pai da kaitetsu não go...
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Pov megumi fushiguro:
Eu estava em uma sala ao lado daquele Kento, esperando Gojo, que disse ter algo muito importante para falar. Após um tempo considerável de espera, ele entrou escancarando a porta.
— Meus aluninhos, missão para os dois — falou girando no próprio eixo. — Um campo amaldiçoadooooo!
— Isso só pode ser brincadeira, né? Justo ele?
— Não podia me colocar com um qualquer — Kento bufou e me encarou, sorrindo. — Mas até que isso não é tão ruim.
— Trabalho em equipe — Gojo disse, piscando para mim. — Vocês são da mesma equipe, têm que aprender a trabalhar juntos.
— Eu não vejo problema — ele sorriu para mim. — Você vê, Megumi?
Revirei os olhos, já sabendo que ele tramava algo, e neguei com a cabeça. Saí da sala e fui me despedir de [Nome], que havia amanhecido um pouco doente e estava suspensa de missões e treinos. Ultimamente, ela estava treinando o triplo e saindo para muitas missões. Eu estava preocupado.
Ao entrar em seu quarto, ela estava jogada na cama, suando muito. Yuji colocava alguns panos em sua testa para tentar baixar a febre, que parecia alta, já que seu rosto estava extremamente vermelho.
— Isso nem parece uma gripe, cara.
— Eu sei. Eu queria ficar para cuidar dela, mas tenho missão.
— Eu entendo. Será que você chega cedo? Tenho missão mais tarde também, com a Nobara.
— Acho que sim, mas se eu não chegar a tempo, manda alguém cuidar dela, por favor.
— É claro, não vou deixar ela sozinha.
Aproximei-me dela, beijei sua bochecha e logo saí para a missão com Kento. O caminho foi tranquilo, quase como se eu estivesse sozinho, já que a presença dele era insignificante.
Quando chegamos, o local estava calmo, mesmo com a energia extremamente pesada. Não havia o que fazer além de esperar alguma maldição aparecer.
— Mas me diz aí, Fushiguro… um amigo meu falou que você tem chances de assumir o clã Zenin. É verdade?
— Nunca que eu assumiria aquele clã — falei, vendo-o virar o rosto para o lado. — Quem foi esse “amigo” que te falou isso?
— Um Zé-ninguém aí.
Mesmo sem estarmos brigando, eu estava extremamente irritado com ele. Não era alguém confiável e, além disso, tinha a ousadia de querer flertar com a minha mulher. Suspirei, olhando para o nada, pensando em como [Nome] deveria estar.
---
Quebra de tempo
A missão havia sido muito estranha. A maioria das maldições veio apenas em mim, e Kento desapareceu do nada. Era como se tudo tivesse sido armado para me matar, e Okasa estivesse ajudando — o que eu não duvidava, já que ele era um traidor.
Eu estava sangrando, todo machucado e com um cansaço imenso. Acho até que quebrei um braço. Ao me aproximar da escola, sentia meu sangue pingar no chão, cada gota escapando de mim.
— [Nome]… — caí no chão, sentindo minhas forças irem embora. Minha visão ficou turva, e acabei desmaiando pela enorme quantidade de sangue perdida.
Pov narradora:
— Que merda, Naoya! Como você tenta matar o Megumi agora? — Kento falou, batendo com força a porta do quarto do loiro.
— Até onde eu sabia, estava nos planos matar ele — respondeu, apoiando a mão no rosto. — Estou só adiantando as coisas, fica melhor pra mim.
— Ainda precisamos dele para o plano, seu imbecil! Se a [Nome] não quiser fazer o ritual, vamos usar ele como isca.
— Mas eu não faço questão dessa parte. Quero só que ele morra, é nisso que vou ajudar — o Zenin disse, se levantando e indo em direção ao ruivo. — Sabe, depois que o Megumi morrer, eu estava pensando em matar o pai da Kaitetsu.
— Matar o Hurumi? Ele faz parte do plano também.
— Na cabeça do velhote, sim. Mas com ele morto, o clã passa diretamente para a [Nome]. E nós, irmãozinho… imagina se ela acaba se casando comigo? — Naoya sorriu, vendo uma veia saltar na testa de Kento, e passou o dedo indicador no rosto dele. — O líder do clã Zenin com a líder do clã Kaitetsu. Seria lindo, né?
— Ela já está prometida para mim. Uma pena mesmo — Kento falou, dando um tapa na mão do mais velho.
— Mas se você morrer, terá caminho livre.
Okasa o encarou seriamente. Ele sabia que, nesse plano, não dava para confiar em ninguém. Todos estavam tramando contra todos. Além de Kenjaku, Naoya era um dos mais traiçoeiros. Ele sabia que o Zenin poderia tentar matá-lo apenas para ter mais um clã sob seu controle.
— Quer me matar agora? — o ruivo disse, abrindo os braços. — Mata aí. Só não garanto que vai conseguir.
— Assim perde a graça — Naoya sorriu e se afastou. — Vamos perguntar para a [Nome] antes com quem ela prefere se casar. Depois, a gente se “amaldiçoa”.
— Ela não vai escolher nenhum de nós — Kento murmurou, com cara de tacho. — Vai escolher o Megumi.
— Você estava na mesma escola e não foi capaz de conquistar ela?
— Com um bando de insuportáveis em volta dela, quem consegue?
— Inúteis — o loiro suspirou. — Mas falando em inútil… e a Maki? Como está?
— A de cabelo verde, né? — ele perguntou, recebendo um aceno como resposta. — Ela quase não para na escola. Está sempre em missão e, quando está lá, treina com a [Nome].
— A inútil não está tão inútil assim.
— Vai te dar trabalho.
— Eu não chamo de trabalho… chamo de diversão — Naoya sorriu de orelha a orelha.
As coisas estavam mudando. Os inimigos estavam muito mais preparados do que a Escola Jujutsu podia imaginar. Eles teriam problemas sérios para enfrentar, e, se não conseguissem, uma grande era poderia surgir e afetar o mundo inteiro.