[nome] kaitetsu já estava a meses na escola jujutsu, mas certo dia seu sensei Gojo a agraciou com a presença de megumi o 'seu calouro', a mesma aos poucos foi se interessando pelo mais velho o que deu incio ao romance, porém o pai da kaitetsu não go...
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Pov megumi fushiguro:
Já fazia bastante tempo que [Nome] havia saído e não voltado. Eu estava extremamente preocupado, pois deveria cuidar dela e acabei deixando que saísse sozinha, mas pelo menos eu sabia onde ela estava.
Após usar meu Cão Divino para encontrar em que lado da floresta ela estava, a encontrei desacordada e com um pouco de sangue saindo pela boca. Arregalei os olhos, pensando no que poderia ter acontecido, e a peguei no colo, levando-a rapidamente para a escola.
Shoko disse que ela apenas havia desmaiado e que era para deixá-la em seu quarto descansando. Eu, Nobara e Itadori estávamos jogados pelos cantos de seu dormitório, esperando ela acordar.
Subconsciente da [nome] on
Eu abria os olhos lentamente e logo me deparei com um lugar nunca antes visto. Era um local sangrento, com várias espadas cravadas no chão, árvores queimadas pegando fogo e chamas espalhadas por toda parte. O ambiente era escuro, como se o céu estivesse sempre nublado.
— Onde eu estou? — perguntei, olhando para os lados, mas não vi ninguém. Apenas senti uma presença forte.
— Você está em seu território — uma voz masculina falou de algum lugar.
Continuei olhando em volta, sem ver ninguém, até que, ao olhar para frente, vi um homem alto, com a boca coberta por faixas. Seus olhos eram roxos, seus braços tinham selos marcados, e sua presença lembrava a de uma maldição de nível especial.
— Quem é você? — murmurei, me arrastando para trás, mas parei ao bater as costas em uma árvore.
— Logo vou te explicar, mas me permite te mostrar seu território? — ele perguntou, estendendo a mão.
Procurei minha adaga, mas ela não estava comigo.
— Eu não tentaria isso. Não estou aqui para te machucar, mas para te ajudar.
Hesitei por um momento antes de pegar em sua mão, mas acabei me levantando sozinha, limpando a poeira da roupa e o encarando seriamente.
— Quem é você? — perguntei novamente, mas não obtive resposta.
— Como é insistente — ele disse, colocando a mão na testa. — Eu já disse que depois explico. Agora, vem comigo.
Mesmo receosa, segui a maldição, que me mostrava o local. Era um verdadeiro cenário de guerra. Mais à frente, o moreno parou, virou-se para mim e me encarou.
— Você está na sua expansão de domínio. Não soube desde o começo porque nunca a usou.
Olhei surpresa, tentando entender como ele sabia daquilo, mas antes que eu perguntasse, ele continuou:
— Eu sou Yonkai, uma maldição nascida de você… ou melhor, com você.
— Nascida comigo? — perguntei, encarando-o, até me dar conta de algo. — Você é uma maldição criada pela possessão demoníaca?