[nome] kaitetsu já estava a meses na escola jujutsu, mas certo dia seu sensei Gojo a agraciou com a presença de megumi o 'seu calouro', a mesma aos poucos foi se interessando pelo mais velho o que deu incio ao romance, porém o pai da kaitetsu não go...
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Pov [nome] kaitetsu:
Quando acordei, percebi que estava abraçada com o Megumi, que dormia profundamente. Tentei me levantar com cuidado, mas o moreno me puxou de volta, me prendendo mais forte em seus braços. Suspirei e desisti. Fiquei apenas ali, deitada, olhando o teto e deixando os pensamentos fluírem. De repente, me veio à cabeça o dia em que conheci o Fushiguro… foi quase a mesma cena de ontem.
Flashback on
— [Nomezinha], minha princesa! — Gojo gritou, arrombando a porta do meu quarto — Coloca uma roupa decente, mulher, eu tenho uma surpresa pra você!
— An? Quem morreu? — perguntei ainda meio sonolenta, assustada com o barulho.
— Que morreu o quê, guria! Vira essa boca pra lá. — Ele se jogou na minha cama, rindo. — Eu tenho uma surpresa pra você!
— Surpresa? Uma missão nível especial? — perguntei, já me sentando.
— Melhor que isso! Vai logo, se arruma, te espero lá fora!
Quando Satoru saiu, fui direto pro banheiro. Fiz minhas higienes e vesti o uniforme, tentando adivinhar o que seria essa tal “surpresa melhor que uma missão nível especial”. Nada vinha à cabeça. Assim que saí do dormitório, Gojo estava encostado na parede, me esperando com aquele sorriso provocante. Caminhou à frente, me guiando até o local misterioso.
Debaixo de uma árvore de Sakura, havia um rapaz moreno — alto, magro e… lindo. Eu o encarei, confusa. Aquela era a “surpresa”? Ele usava o uniforme de feiticeiro. Um aluno novo? Um transferido de Kyoto, talvez?
— Um calouro pra você tomar conta e não deixar morrer! Uhuuu! — Gojo falava animado, pulando. — Agora vocês têm companhia, não vão mais ser dois depressivos solitários!
— Um calouro novo? — perguntei, encarando o rapaz. — Qual seu nome?
— Megumi Fushiguro. — respondeu sério.
— O que achou? — Gojo deu um sorrisinho. — É pra você, o teu calouro quando eu não estiver por perto.
— Então eu tomo conta dele? — perguntei, andando em volta de Megumi, o avaliando.
— É todo teu. — respondeu o esbranquiçado, com as mãos nos bolsos.
— Ele ao menos sabe lutar? — perguntei, semicerrando os olhos. — Ou vai desmaiar no primeiro soco?
— Sei mais do que o suficiente. — Fushiguro respondeu, frio.
— Hm. — dei um sorrisinho provocante. — Então vamos testar.