[nome] kaitetsu já estava a meses na escola jujutsu, mas certo dia seu sensei Gojo a agraciou com a presença de megumi o 'seu calouro', a mesma aos poucos foi se interessando pelo mais velho o que deu incio ao romance, porém o pai da kaitetsu não go...
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Pov narradora (autora):
Enquanto [nome] passava o dia em sua antiga casa, na porta de seu quarto estavam Yuji e Megumi, batendo sem parar, achando que a mesma dormia.
— [Nome], abre a porta, vamos sair? A Nobara vazou e nem nos chamou. Ela escondia algo na roupa, tava aprontando alguma coisa.
Itadori estava encostado na porta, tentando escutar alguma coisa. Fushiguro a abriu sem aviso, fazendo o rosado cair de cara no chão e se deparar com o local vazio.
— Ela também saiu — o moreno falou, entrando no quarto.
— Não dava pra avisar que ia abrir a porta? — o mesmo resmungou, irritado, e logo entrou no dormitório também.
Sentou-se na cama da azulada e ficou olhando o amigo andar de um lado para o outro.
— O dia vai ter que ser só nós e o Gojo mesmo.
— Aquelas duas pilantras, nem pra avisarem pelo menos onde iam.
Itadori se jogou na cama, colocando a cabeça no travesseiro, e se deparou com algo duro. Passou a mão por debaixo da almofada e puxou a moldura que havia tocado.
Quando Yuji viu a foto, ficou boquiaberto, intercalando várias vezes o olhar entre o quadro e Megumi, que não estava entendendo nada.
— Eu não sabia que você e a [nome] tinham uma relação. Eu só achava que vocês se gostavam.
O moreno franziu o rosto, tirou a moldura das mãos do rosado e viu a foto que Gojo havia tirado há alguns meses, com um post-it colado escrito: “Com amor, do seu sensei mais forte.”
— Não é isso que você tá pensando, Itadori.
— Não é? Mó passação de saliva e vem me dizer que não é.
— Isso já faz muito tempo, não é de agora — Megumi murmurou, com o rosto ruborizado.
— E aí, nenhuma das meninas vai sair? — Gojo falou, entrando no quarto e vendo Megumi extremamente vermelho e Yuji fazendo som de refluxo. — O que tá acontecendo aqui?
O rosado tirou a moldura das mãos de Fushiguro e correu para mostrar ao sensei, que logo entendeu a situação. Os três saíram do quarto e foram para a sala de Gojo, e lá explicaram tudo o que havia acontecido para Yuji.
— Eu quebro esse pai dela. Como um cara pode fazer isso com a própria filha? E tudo por besteira de clã.
— A [nome] é herdeira do clã, mas ela não quer tomar o posto.
— Mesmo que ela não queira, o velhote deveria entender isso.
Itadori se sentia irritado por sua amiga e pelo pai dela querer se meter em seu futuro e sentimentos. Ele estava disposto a ajudar a sua caçula.
— É que a velhice afetou a cabeça. Tu não viu o Yoshinobu? Tá com o olho todo bugado — Gojo falou, imitando o mais velho.
— Agora eu fiquei pensando, sensei… no aniversário da [nome], quando ela sumiu e nós dois fomos procurar ela… nós não escutamos uns gemidos no quarto do Megumi?
— Escutamos.
Os dois sorriram de orelha a orelha e olharam para Fushiguro, que já estava com a cabeça quase explodindo de vergonha e só queria se enfiar em um buraco para aquela situação acabar.
— Vocês acasalaram? — Yuji perguntou, chegando bem perto do amigo, que andava lentamente para trás.
— Mas que moleque safadinho — Satoru gritou, fazendo movimentos obscenos atrás dos dois. — Usou camisinha, né? Sem mini feiticeiros.
— N-nós n-não fizemos nada — o moreno falou, tampando todo o rosto.
— Gaguejou, perdeu o argumento.
— Se não era ela, era o quê que tava gemendo no seu quarto?
— Você tem outra? — os dois perguntaram bem alto e boquiabertos.
— Eu vou contar pra [nome] — Gojo falou, puxando o celular e discando um número.
— Ela precisa saber disso agora — Yuji falou, colocando a mão na cabeça e fingindo passar mal. — E eu pensando que você não era desses.
— Não liga pra ela! — o mesmo falou, entrando em apuros e, sem saber o que dizer, acabou admitindo que era a azulada que estava em seu quarto naquela noite.
— Alô, Nobara, não volta tarde pra escola, tá bom — o esbranquiçado sorriu, desligando o telefone.
Megumi ficou irritado ao perceber que os dois haviam enganado ele para descobrir. Seu rosto, antes vermelho de vergonha, passou para vermelho de raiva. Seus olhos estavam puro ódio, e seu novo cão estava ao seu lado.
— Meguminho tá estressado, menino? Precisa disso não — Itadori falou, andando para trás lentamente junto de seu sensei.
— Era brincadeira, guarda esse bicho — Gojo falou, tentando fazê-lo parar.
Por sorte do destino, quando os dois estavam prestes a correr, a “assunto” escancarou a porta violentamente, mas congelou ao ver os três reunidos, quase se matando.
— Quem foi que entrou no meu quarto e mexeu nas minhas coisas? — a mesma falou, puxando sua adaga e apontando para os três.
— Agora sim eu falo em alto e bom tom: CORREEEE, NEGADA!