[nome] kaitetsu já estava a meses na escola jujutsu, mas certo dia seu sensei Gojo a agraciou com a presença de megumi o 'seu calouro', a mesma aos poucos foi se interessando pelo mais velho o que deu incio ao romance, porém o pai da kaitetsu não go...
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Pov [nome] kaitetsu:
Os últimos dias tinham sido bons, tudo corria bem… até que um ataque aconteceu em Shibuya. Todos os feiticeiros estavam lá. Várias cortinas haviam sido erguidas, e os não feiticeiros chamavam pelo nome de Satoru Gojo.
— Como eles sabem o nome do sensei Gojo? — perguntei a Nanami, que ajeitava seus óculos.
— Boa pergunta. Deveríamos entrar para descobrir.
— Mas temos que esperar algum sinal. O sensei entrou primeiro, e Itadori está por aí — Megumi falou, colocando a mão no bolso da calça.
Ficamos um tempo do lado de fora da cortina, apenas observando e esperando esse tal sinal. Não demorou muito para ele vir.
— Na-na-mim, na-na-mim! O Satoru Gojo foi selado! Na-na-mim! — Itadori gritou de cima de um prédio.
— Merda… Satoru Gojo selado.
— Ele tá chamando o Nanami de “Nanamim”? — o loiro perguntou enquanto andava.
— Vamos até o Yuji. Não é bom ele ficar gritando isso por aí.
Fomos até o prédio onde o rosado ainda gritava. Fushiguro deu um tapa em suas costas, fazendo sua fala travar.
— Ah, vocês estão aí — ele disse sorrindo. — Cadê o Nanami?
— Ele falou para encontrarmos os responsáveis pela barreira e depois nos reunirmos com ele — o moreno respondeu, apontando para outro prédio. — Os mestres de maldição provavelmente estão lá.
— E quem é esse loirinho aí? — Yuji perguntou, se referindo a Ino.
— Takuma Ino. Sou aluno do Nanami — o mais velho disse, fazendo uma breve reverência.
Depois que Takuma e Itadori se apresentaram, seguimos até o prédio onde os possíveis mestres de maldição estariam. E Megumi estava certo: havia dois velhinhos e um homem mais alto.
Ino resolveu cuidar do loiro e da velha que fazia algum tipo de ritual, enquanto nós três descemos até o velho de bigode.
Ficamos observando o bigodudo no chão após puxá-lo para baixo. Ele não se mexia, sequer reagia.
— Será que morreu? — perguntei, me aproximando.
Antes que eu pudesse dar mais um passo, Fushiguro colocou o braço à minha frente, me impedindo.
— Hm? O que foi? — perguntei, confusa.
— Não abaixe a guarda tão fácil.
— Sabe, eu tô meio preocupado com o menino de máscara de bandido — Itadori comentou, olhando para o outro prédio. — Vou voltar lá.
Assentimos, e o rosado correu de volta. Olhamos novamente para o bigodudo, que ainda estava jogado no chão… até que ele se levantou.
— Teria sido melhor se tivesse morrido — murmurei, puxando minha adaga. — Sabe, mesmo eu sendo mais nova, você é meu “calouro”.
— E o que tem? — Megumi perguntou, confuso.
— Vai lá, bate nele. Eu vou te avaliar — falei, cruzando os braços e me sentando no chão.
— Acho que esse teu “avaliar” significa que você tá com preguiça de lutar — ele comentou, se aproximando do velho. — Mas tudo bem.
Observei os dois lutando com atenção. Não era preguiça — eu queria entender o encantamento do velho. Os ataques de Megumi eram fortes o suficiente, mas parecia que não o atingiam de verdade.
Hahaha… te peguei.
— Fushiguro, vem cá! Tenho sua avaliação! — gritei.
— Coelho em fuga — ele disse, formando os selos com as mãos. Um monte de coelhos cercou o velho.
— Bom, nem preciso falar muito, acho que você já percebeu — murmurei, vendo-o assentir. — O velhote tem um encantamento que transforma ataques fortes em fracos pra ele. Ou seja, soco e chute não vão adiantar. Mas todo pró tem um contra: ataques fracos se tornam fortes. Capiche?
— Capiche — ele respondeu, se preparando.
Assim que o bigodudo se livrou dos coelhos, um shikigami que eu nunca tinha visto caiu sobre ele. Megumi estava em cima de um poste de luz.
Ele desceu, e corremos até o velho. Eu com a adaga preparada, Megumi com as mãos cerradas. Quando chegamos perto, ataquei com toda a força enquanto o moreno diminuía o impacto do soco, acertando o velho com precisão.
Começamos a desferir vários golpes fracos, sem dar tempo para ele reagir. Não demorou muito até que o bigodudo parasse de se mexer.
— Eu bati fraco… mas cansei — falei, abaixando a cabeça. — Fiquei muito tempo de folga.
— Você estava suspensa pra se cuidar — Megumi disse, segurando minha mão. — Onde será que estão Yuji e Ino?
— Não sei… aliás, já nem sei em que prédio eles estavam — murmurei, coçando a cabeça. — A cortina foi desfeita. Deveríamos seguir até a quarta estação.
— Você está certa.
Continuamos andando até outra parte da estação, onde encontramos Maki, Nanami e um velho que cheirava a cachaça. Ficamos surpresos por nos encontrarmos ali, mas logo uma maldição nomeada Dagon apareceu. Sua forma lembrava a de um polvo.
O homem bêbado partiu para um combate direto com a maldição, enquanto Nanami interferia algumas vezes. Após um golpe na barriga, Dagon “vomitou” esqueletos e água. Sua forma mudou, tornando-se mais musculosa, mantendo o rosto de polvo.
De repente, o ambiente ao nosso redor se transformou em uma praia.
Uma expansão de domínio?
Dentro da água, a maldição enviava cardumes gigantes em nossa direção. Retirei minhas adagas do coldre, me preparando para a quantidade absurda que vinha. Antes que eu pudesse reagir, Maki e Nanami foram arrastados pelos peixes.
— Merda…
Usei as adagas para cortar os cardumes ao meio, atacando o máximo possível enquanto Dagon se mantinha distante, focado em nos atacar. O bêbado ainda continuava lutando com ele.
Megumi estava em uma parte do rio, como se flutuasse sob a expansão de domínio. Aproveitei os cardumes que vinham da água para alcançá-lo — talvez ele precisasse de energia amaldiçoada.
— Escuta, [nome] — ele chamou minha atenção. — Estou tentando abrir um buraco na expansão de domínio pra gente sair. Aqui ele tem muita vantagem. Quando eu der o sinal, chama os outros pra cá.
Antes que Dagon percebesse o plano de Fushiguro, tudo parecia quase pronto… mas algo não saiu como o previsto.