[nome] kaitetsu já estava a meses na escola jujutsu, mas certo dia seu sensei Gojo a agraciou com a presença de megumi o 'seu calouro', a mesma aos poucos foi se interessando pelo mais velho o que deu incio ao romance, porém o pai da kaitetsu não go...
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Pov [nome] kaitetsu:
Kamo estava à minha frente, atento a qualquer sinal de maldição, enquanto eu tentava expandir ainda mais minha energia. Gojo já tinha me dito que, para fazer isso, tudo dependia apenas de mim — mas também me alertou que eu poderia sofrer sérios danos. Afinal, dentro de mim existe algo que nem eu mesma compreendo… algo que ninguém sabe.
— Até onde sei, você não consegue usar toda a sua energia amaldiçoada. Se perder o controle, pode acabar morrendo — ele disse, se abaixando diante de mim. — Tem certeza de que quer fazer isso?
— Tenho. Você tira Maki e Megumi de lá, e eu fico. — Respondi me levantando.
— Kaitetsu, toma cuidado. É uma maldição de nível especial.
— É uma luta, Kamo. Numa luta não tem como tomar cuidado.
— Se essa é sua escolha… não quero estar envolvido se algo acontecer com você — murmurou, virando as costas. — Eles foram para lá.
Assenti. Seguimos juntos na direção em que Maki e Fushiguro tinham ido. Quando chegamos, Megumi estava ajoelhado no chão, com algo saindo de sua barriga, e Maki, ao lado dele, sangrava muito.
— O que precisa ser feito. Agora vai, e trate de cuidar deles!
Noritoshi pegou Maki e Megumi e os levou dali. Fiquei sozinha diante da maldição, que me encarava em silêncio. Girei a adaga entre os dedos e a lancei — ela cravou no braço da criatura e explodiu em seguida. Corri em sua direção e acertei um soco em cheio no rosto dela. A maldição recuou, rugindo, e várias raízes brotaram do chão em minha direção.
Saltei por cima das primeiras, mas outras continuavam vindo. Corri em zigue-zague, desviando, e combinei com meu lobo um ataque surpresa: eu pela frente, ele pelas costas. Quando me aproximei, me abaixei para escapar de uma raiz que quase me acertou, e o lobo avançou, cravando os dentes nos galhos que formavam os “olhos” da criatura. A maldição gritou de dor — achei seu ponto fraco.
Mas o nível especial era rápido demais. Avançou e me acertou um soco violento no abdômen. Perdi o equilíbrio, mas aproveitei o impulso para tentar chutar sua cabeça. Errei. Ela agarrou meu pé e me lançou contra uma árvore. O impacto me fez cambalear, e mal tive tempo de respirar — a maldição já vinha para outro ataque.
— Kuroi Akuma — Hebi!
Minha cobra surgiu, se enrolando pelo corpo da maldição. As escamas se contraíam com força brutal, e o som de ossos se partindo ecoou. Logo em seguida, ela mordeu a criatura, injetando seu veneno. Eu sabia que não demoraria muito para o veneno enfraquecê-la.
Hanami, usando a força que ainda tinha, rasgou parte do próprio braço para se livrar da cobra — que desapareceu logo depois.
A última vez que lutei sozinha contra uma maldição de nível especial, tive um rim perfurado. Tive que usar toda a energia que restava para regenerá-lo, e quase morri. Eu não podia repetir o mesmo erro.
Corri em direção à maldição e comecei a desferir uma sequência de socos em seu abdômen, um atrás do outro, sem parar. Cravei a segunda adaga em sua perna, fazendo-a se ajoelhar. Agarrei seus galhos e puxei com força, arrancando gritos estridentes da criatura. Ela se contorceu violentamente — e nesse breve descuido, me atravessou com o braço.
Uma dor insuportável e uma queimação intensa tomaram conta de mim. Meu sangue escorria pelo braço da maldição. Com o pouco de força que restava, puxei a adaga da perna dela e cortei seu braço fora. Cambaleei para trás, sentindo o corpo ceder — e fui amparada por Yuji, que chegou correndo.
— Itadori… acho que não consigo usar minha energia amaldiçoada pra regenerar… — murmurei, o sangue escorrendo pelo canto da boca.
— Não força! — o rosado respondeu, olhando em volta, desesperado. — Todo! E agora? A escola tá sendo atacada… não sei se consigo levar ela até Shoko!
— Tenta. Eu cuido daqui — Todo respondeu. — Vai o mais rápido que puder!
— Por favor… não fecha os olhos, tá? — Itadori repetia, sem parar, enquanto corria comigo nos braços.
Meu corpo doía. O sangue parecia não ter fim. Respirei fundo, sentindo meus pulmões queimarem. Tentei concentrar energia no ferimento, mas o cansaço me dominou. Minha visão começou a turvar — manchas, borrões, escuridão…