[nome] kaitetsu já estava a meses na escola jujutsu, mas certo dia seu sensei Gojo a agraciou com a presença de megumi o 'seu calouro', a mesma aos poucos foi se interessando pelo mais velho o que deu incio ao romance, porém o pai da kaitetsu não go...
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Pov [nome] kaitetsu:
Depois daquele incidente, várias coisas aconteceram. Nos dias atuais, Gojo saiu do selamento com a ajuda da Hana; Kenjaku foi morto por Yuta; Nanami morreu e Nobara quase foi morta.
Muitos dos lados, tanto do bem quanto do mal, haviam sofrido grandes perdas. Por enquanto, a situação se mantinha calma. Todos se recuperavam de cada acontecimento, inclusive eu.
Foram tantas coisas perturbadoras que aconteceram comigo que mais nada me assusta. Suspirei, deixando meus pensamentos de lado, e me levantei da cama, saindo para fora da escola. No final, acabei esbarrando em Megumi, e saímos para fora do alojamento, dando algumas voltas.
— Como você se sente? Sabe… em relação ao ritual?
— Desde que eu fiz, senti várias coisas: dores, queimação, enjoo e assim vai — falei, pensando um pouco. — Mas agora me sinto melhor — respondi, sorrindo.
— Eu fiquei preocupado com você — ele disse, abaixando a cabeça. — Eu escutei que essa técnica é muito perigosa.
— Em si, ela até é, mas essa história é mais porque, independente da maldição que o ritual te traz, ela pode dominar seu corpo — falei, vendo o moreno arregalar os olhos e depois me encarar. — Por isso, no clã Kaitetsu, é considerado proibido. Quem faz é condenado à morte.
— Mas, [nome], como você fica agora? Você já fez o ritual, e podem tentar te matar.
— Bom, agora não mais — murmurei, deixando-o confuso. — Mesmo que eu não queira, agora o clã é meu. E, sabe, eu até estive pensando em mudar algumas regras.
— Eu havia me esquecido disso — o mais velho riu baixo. — Agora fico aliviado.
Sorri para o garoto e continuamos andando, até que Megumi parou na minha frente, todo vermelho, fazendo com que eu também parasse.
— Aconteceu algo, Fushiguro? — perguntei, confusa, vendo o garoto ficar ainda mais vermelho.
— E-eu q-queria perguntar algo — o moreno começou, entre gaguejos.
— Pode perguntar, estou te ouvindo — respondi, sorrindo.
— Quer sair comigo? — Megumi disse, virando o rosto para o lado.
Sua fala me pegou de surpresa, e agora quem estava totalmente vermelha era eu. Esse dia finalmente chegou?
— Eu aceito — murmurei, sorrindo para tentar esconder todo o nervosismo que sentia. Pude ver o rosto do mais velho suavizar um pouco. — Amanhã?
— Amanhã — o garoto disse, sorrindo.
Quebra de tempo
Eu estava sentada em uma sala especial do clã, olhando alguns papéis que meu pai havia deixado em vão. Caramba… eu não queria cuidar desse clã, e olha eu aqui.
Suspirei e joguei a cabeça para trás, lembrando de algo. Levantei da cadeira e andei até um quarto, batendo na porta e logo escutando um “posso entrar?”.
— Olá, Suki — murmurei, abrindo a porta do quarto e vendo a mulher deitada na cama.
— Olá, [nome]. Como estão indo as coisas? — a mulher falou, se ajeitando na cama de um jeito desajeitado por causa do peso da barriga.
— Estão indo bem, por enquanto — respondi, me aproximando e sentando ao seu lado. — Falta quanto tempo para ele nascer?
— Um mês — a loira falou, sorrindo, e logo olhando para a barriga. — Eu fico muito feliz em poder contar com você. Achei que nós poderíamos ter algum problema, sabe… por causa do seu pai.
— Eu não tenho nada a ver com ele — disse, colocando a mão em sua barriga e sorrindo. — Agora eu tenho um irmão e uma nova “mãe” para cuidar.
Vi os olhos de Suki ficarem cheios de lágrimas. Ela suspirou, pensativa. Parecia querer dizer algo, mas ficou quieta.
— Está querendo dizer alguma coisa? Pode falar — questionei, vendo-a ficar um pouco receosa.
— Eu não deveria perguntar isso, já que nem seu pai me respondia… mas o que aconteceu com sua mãe?
Sua pergunta me pegou de surpresa, mas não hesitei em responder.
— Bom, eu não sei muito sobre ela. As lembranças que eu tenho são bem fracas — falei, colocando a mão no queixo e pensando um pouco mais. — Ela morreu quando eu tinha dois anos, em uma missão de nível especial. Eu era muito pequena para conseguir me lembrar dela, mas eu tenho uma foto — falei, puxando o celular do bolso, entrando na galeria e mostrando uma foto da minha mãe em um balanço, com um vestido vermelho de alcinha, justo até a cintura e rodado embaixo.
— Ela era tão linda… você é a cara dela — Suki disse, sorrindo. — Posso até dizer que está mais bonita!
— Obrigada, Suki — sorri, virando o rosto para o lado, meio corada. — Eu tenho que ir. Prometo voltar logo.
Saí do quarto e do palácio, voltando para a escola. Terminei meu banho e, quando abri a porta, vi Megumi sentado na minha cama, mexendo no celular.
— Por que você sempre entra no meu quarto quando eu tô tomando banho? — perguntei, enquanto andava até o roupeiro.
— Talvez porque a vista do pós seja muito boa — ele falou, me olhando por cima do aparelho eletrônico e sorrindo.
— Tarado — murmurei, rindo, e voltando para o banheiro para me trocar.
— Pra que se esconder, se eu já vi tudo? — Megumi gritou do outro lado.
— Bem que o povo da igreja diz: “ele é tímido, não santo” — sussurrei para mim mesma.
Me ajeitei e voltei para o quarto, sentando entre as pernas do moreno e apoiando minhas costas em seu peitoral. O garoto me abraçou e apoiou o queixo no meu ombro.
— Tá ansiosa pra amanhã? — Fushiguro perguntou, nos balançando de um lado para o outro.
— Mais do que você imagina. O que vamos fazer?
— Você vai descobrir amanhã — ele disse, sorrindo, e logo suspirou. — Eu quero aproveitar todo o tempo perdido com você. Embora as coisas não estejam tão seguras assim, nada importa se eu ainda tenho você.
Corei um pouco e encolhi as pernas, apoiando nossas mãos sobre meu joelho. Nada importa se ele ainda me tem… eu acho que isso vale pra ele também. Nada importa se eu tenho ele.