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pov [nome] kaitetsu:

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pov [nome] kaitetsu:

Passei quase a manhã inteira com o Megumi — conversando, rindo e trocando pequenas carícias. Mas eu sabia que não podia ficar ali o dia todo. Saí escondida do quarto do moreno e voltei para o meu, tomei banho, fiz minhas higienes e coloquei algo confortável: uma regata branca e uma calça de moletom preta.

Sentei na cama, sem muito o que fazer. Os treinos haviam sido suspensos hoje. Peguei o celular e, entre notificações aleatórias, vi uma mensagem da Kugisaki me chamando para dar uma volta com ela e o Megumi.

Saí do quarto e logo encontrei os dois. Ficamos andando pela escola, jogando conversa fora, enquanto Nobara reclamava de tudo — como sempre.

— Não podiam colocar mais máquinas de refri? — bufou ela, batendo o pé.

— Lógico que não. Não tem mais operário que possa entrar aqui. — respondeu Megumi, jogando a cabeça para trás, preguiçoso.

Eu estava distraída olhando o céu, até sentir duas presenças se aproximando. E reconheci de imediato.

— Olhem ali... — apontei para a entrada. — Aoi Tōdō e Mai Zenin.

Os dois se aproximaram com aquele mesmo ar de provocação. O intercâmbio ainda era daqui a dois dias, então a visita deles não era nada amigável.

— O que fazem aqui, Zenin? — Megumi perguntou, cruzando os braços. — O intercâmbio é só depois de amanhã.

— Tem outra Zenin por aqui? — mai provocou, sorrindo.

— Pior que vocês se parecem mesmo...

Revirei os olhos.

— Não me chama pelo sobrenome, parece que eu sou igual à Maki. Me chama só de Mai. — ela completou, piscando para o Megumi.

Senti uma pontada de ciúmes subir pelo peito. Tentei disfarçar virando o rosto, mas foi inútil. O sorriso vitorioso do Megumi me denunciava — aquele olhar dele deixava claro que ele tinha percebido tudo.

— Vocês são os calouros do primeiro ano, né? Os que vão substituir o Yuta. — disse Tōdō, olhando para nós três. — [Nome], já te conheço há um tempo... mas vocês dois...

— Um colega de vocês morreu, né? Não se sentem melhor agora que aquele monstro se foi? — Mai zombou.

Uma veia pulsou na minha têmpora. Eu já estava pronta pra pular no pescoço dela, mas Tōdō se adiantou, rindo alto.

— Mai, para de falar besteira! Eu só quero saber se essa galera presta pra estar no lugar do Yuta. — ele apontou pra Megumi. — Seu nome é Megumi, né? Qual o seu tipo de mulher?

— Hã? — Nobara e Megumi se entreolharam, confusos.

— É sério! — Tōdō gritou. — Dependendo da sua resposta, eu te quebro todo aqui mesmo! Falando nisso... o meu tipo de mulher é alta e com uma bela bunda!

𝕱𝖊𝖎𝖙𝖎ç𝖔 𝖕𝖆𝖗𝖆 𝖔 𝖈𝖔𝖗𝖆çã𝖔-𝔐𝔢𝔤𝔲𝔪𝔦 Onde histórias criam vida. Descubra agora