[nome] kaitetsu já estava a meses na escola jujutsu, mas certo dia seu sensei Gojo a agraciou com a presença de megumi o 'seu calouro', a mesma aos poucos foi se interessando pelo mais velho o que deu incio ao romance, porém o pai da kaitetsu não go...
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Pov [nome] kaitetsu:
Acordei pela manhã com alguns raios de sol entrando pela janela. Olhei para o lado e Megumi não estava mais lá; devia já ter saído para a missão.
Levantei da cama aos tropeços e fui para o meu quarto fazer minhas higienes matinais. Quando saí do banheiro, Gojo estava atirado na minha cama, brincando com o gatinho.
— Da onde saiu isso? — o mesmo perguntou, olhando o gato de todos os lados. — Sabe que não pode ter gatos aqui?
— Por favor, sensei, não conte pra ninguém. Eu ganhei de presente de aniversário.
— Tá escondendo um gato, né, sua safada?
— Eu sempre quis um.
— Peça ao diretor pra ele ficar — o esbranquiçado disse, ajeitando os óculos. — Foi esse desgraçado que cagou nos meus sapatos?
— E se for o Sukuna? Você sabe que ele é meio descontrolado às vezes. Deve ter feito só pra te irritar.
— Tá me achando com cara de palhaço, [nome]?
— Eu nunca imaginaria — murmurei, me sentando ao seu lado. — Mas o que você quer aqui?
— Resolvi ter um dia com a minha aluna preferida — Satoru falou, se jogando em mim e me abraçando. — Não conta pros outros que eu disse isso, tá bom?
— Está bem — concordei, enquanto afagava seus cabelos.
Gojo era quase como um segundo pai pra mim. Ele é uma pessoa que, se todos estiverem contra mim, ele não vai estar — mas é óbvio que primeiro vai me zoar. Mesmo sendo tão irritante às vezes, ninguém imagina como ele se sente e em quantos poucos ele confia. Eu sinto que já tenho sua confiança só por ele desativar sua barreira de proteção para eu poder abraçá-lo.
— Vamos tomar um cafézão bem reforçado — o mesmo falou, se levantando e indo até a porta. — Eu fiz um bolo pra você.
Arqueei uma sobrancelha com sua fala, já me perguntando se ele queria alguma coisa ou se só queria me dar um “boa noite, Cinderela”.
Seguindo o mais velho até sua sala, me sentei em uma cadeira, e o mesmo me serviu um café com um pedaço de bolo.
— Tá tentando me envenenar? — perguntei, cutucando o bolo.
— Cala essa boca e come logo.
Suspirei e, com o maior medo do mundo, dei a primeira garfada. Me surpreendi com o quão bom aquele bolo estava e logo arqueei uma sobrancelha para o esbranquiçado, que mantinha um sorriso no rosto.
— Não foi você que fez — murmurei, vendo o sorriso dele aumentar.