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Pov megumi fushiguro:

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Pov megumi fushiguro:

Eu andava com [nome] pela escola. Estávamos conversando sobre aprimoramento de energia e sobre como o intercâmbio estava tão perto — faltava pouco tempo. Mas logo o assunto mudou para um “sonho” da Kaitetsu.

— Mas foi tão real! Eu posso jurar que você entrou ontem no meu quarto.

— Foi só um sonho mesmo — falei, sorrindo para a azulada.

— Mas eu senti você me tocar… não foi um sonho.

— Foi um sonho.

— Não foi.

— Foi, não tenta discutir comigo. Como eu iria no seu quarto se eu estava dormindo no meu?

— Sonambulismo?

— Não viaja.

Eu mantinha um sorriso no rosto só por estar na presença dela. Era como nos velhos tempos. Mas, para a minha tristeza, o sorriso sumiu assim que Kento passou o braço pelo meu pescoço — e também pelo de [nome].

— E aí, seus lindos!

— Oi.

— Bom dia, Okasa.

— Posso andar com vocês? Se eu não estiver me intrometendo, é claro.

— Mas você tá — falei, tentando tirá-lo do meio, mas acabei recebendo um tapinha de [nome].

— Megumi! Gojo falou pra gente receber bem o calouro — a azulada disse, franzindo a testa. — Claro que pode.

Eu odeio esse jeito dela. Educada com todo mundo, sem nem perceber se a pessoa tem segundas intenções. Quando nos conhecemos foi igual — tão gentil, tão atenciosa, que eu não sabia lidar. Ela parecia perfeita, sem erros. Mas com o tempo… muita coisa nela mudou.

Suspirei fundo e me meti no meio dos dois, deixando cada um de um lado.
O caminho inteiro, Okasa mais flertava com a Kaitetsu do que conversava, e ela nem percebia.

— Tchau, Okasa. Vou treinar com o Megumi — finalmente [nome] o dispensou.

— Não me chama de Okasa. Pode me chamar pelo primeiro nome — o ruivo sorriu e piscou pra ela, antes de sair andando.

— Blé, blé, blé… esse cara te quer e não sabe pedir — Nobara falou, vindo com Maki e Inumaki.
— Salmão — o mesmo falou, concordando.
— Ele só tá sendo educado.
— Tão educado que até ciúmes o Megumi sentiu.
— Okaka — ele concordou novamente.

Cerrei os olhos e virei o rosto. Não que eu fosse admitir que estava com ciúmes, mas… era tão perceptível assim?

Fingi que não ouvi mais nada e fui direto pro campo, logo sendo seguido por [nome], que começaria o treino comigo como de costume.

                         Quebra de tempo

Eu estava no meu dormitório, sem camisa e de calção, depois do banho, me encarando no espelho. Mas minha cabeça ainda estava presa nos treinos de hoje.

Enquanto eu lutava com [nome], aquele Kento não parava de olhar o corpo da azulada. Kaitetsu tinha um corpo gracioso e forte — quase artístico — e o uniforme de treino realçava cada curva. Aquele cara a comia com os olhos.

Na escola, nunca houve problema com as roupas das meninas, fossem decotadas ou não, desde que houvesse respeito. E [nome] amava isso — era vaidosa, segura, gostava de se cuidar, de se destacar. Talvez por isso se desse tão bem com Nobara.

Me aproximei do espelho e vi um roxo na costela. Provavelmente o soco que [nome] me deu.

E de tanto pensar nela, a porta do quarto se abriu.
Lá estava ela, olhando direto pro hematoma.

— Fui eu que fiz isso? — perguntou, se aproximando.
Neguei com a cabeça.
— Foi bem onde eu te acertei com a energia amaldiçoada... — ela comentou, passando o dedo com cuidado no machucado, com uma expressão triste.

— Fica tranquila, não foi nada — falei, indo pra cama e pegando a camiseta pra vestir.
— Tem certeza? Posso cuidar disso pra você.
— Não precisa, tá tudo bem.

Sorri pra ela e peguei o controle da TV. Dei umas batidinhas ao meu lado, chamando [nome] pra sentar, e ela sentou.
Conversamos sobre várias coisas, rimos vendo uns filmes de comédia… mas a noite foi chegando, e o sono também.

A Kaitetsu, deitada ao meu lado, já quase dormia. Eu não quis acordá-la, então deixei assim — e acabei pegando no sono junto.

No meio da noite, acordei com algo me apertando.
Olhei pro lado e vi [nome] me abraçando, com os olhos pequenos de sono.

— Normalmente eu durmo abraçada no meu urso — ela murmurou, escondendo o rosto no meu pescoço — mas ele tá lá no meu quarto… vai ter que ser você.

Sorri, vendo a azulada já adormecendo de novo. Passei a mão nos cabelos dela, fazendo um cafuné leve, e agradeci em silêncio por aquele momento.

Meu coração batia rápido, tomado pela saudade de dormir assim com ela.
O calor do corpo dela, o toque suave, o abraço apertado, a respiração calma e quente no meu pescoço…
Eu só queria que o tempo parasse ali.
Só pra aproveitar um pouco mais.

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Oioi meu amores !

Espero que gostem

Me desculpem qualquer erro ortográfico

Não esqueçam o voto ⭐

E até o próximo!

𝕱𝖊𝖎𝖙𝖎ç𝖔 𝖕𝖆𝖗𝖆 𝖔 𝖈𝖔𝖗𝖆çã𝖔-𝔐𝔢𝔤𝔲𝔪𝔦 Onde histórias criam vida. Descubra agora