[nome] kaitetsu já estava a meses na escola jujutsu, mas certo dia seu sensei Gojo a agraciou com a presença de megumi o 'seu calouro', a mesma aos poucos foi se interessando pelo mais velho o que deu incio ao romance, porém o pai da kaitetsu não go...
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Pov narradora (autora):
Yuji e Nobara estavam saindo para uma missão quando encontraram Megumi atirado no chão. Socorreram o amigo e o levaram até Shoko, ficando aliviados quando ela disse que ele apenas havia desmaiado. Os dois queriam cuidar dos amigos, mas tinham missão e não podiam ficar.
Após algumas horas, Megumi estava melhor, mas mancava um pouco. Tinha alguns hematomas pelo corpo e uma tala no braço, já que havia deslocado. Agora, ele estava encostado na batente da porta, olhando [Nome] deitada com um gato. Arqueou uma sobrancelha, sem saber de onde o animal havia saído.
— Você está melhor?
— Ainda sinto bastante dor e uma queimação pelo corpo, mas estou bem. E você? Está cheio de curativos e com o braço enfaixado.
— Tive uma missão complicada e acabei me machucando um pouco — ele falou, entrando no quarto e sentando ao lado da azulada. — E esse gato aí?
— Ganhei no meu aniversário. O nome dele é Gojisinho. Ele tem olhos azuis e pelo branco, igual o Gojo.
— Então… — o moreno coçou a cabeça, envergonhado. — Animais não são permitidos. Você está há mais tempo na escola, achei que sabia.
— Eu descobri isso, mas você não vai fofocar, né?
— Claro que não — ele falou, piscando.
Os dois sorriram e se entreolharam. Megumi percebeu que [Nome] estava muito vermelha e começou a suar do nada. Suas falas estavam mais lentas e fracas, e seus olhos baixos. Ela estava passando mal novamente.
— Você está tomando algum remédio?
— A Shoko disse que era para eu pegar um tipo de chá que ela vai preparar.
— Ok, eu vou lá buscar — o moreno lhe deu um beijo na bochecha e saiu do quarto.
[Nome] sentia seu corpo quente e fraco. Yonkai havia dito que ela ficaria doente quando sua verdadeira forma começasse a se iniciar, mas não imaginava que seria algo assim. A azulada não queria contar para Megumi, mas quando tossia, acabava saindo sangue. Ela estava preocupada em estar enganada e não ser a maldição a causa disso.
[Nome] suspirou, jogando a cabeça para trás e olhando para a porta entreaberta. O gato estava saindo do quarto. Kaitetsu se levantou da cama, sentindo uma tontura, e foi em direção ao animal, mas ele correu. Mesmo cansada e dolorida, ela correu atrás dele. Quando conseguiu pegá-lo, olhou para os lados para ver se ninguém havia visto.
— O que você está fazendo fora do quarto?
— Ele saiu. Peguei antes que alguém pudesse ver.
— Eu podia pegar depois.
— Mas vai saber onde ele poderia estar.
— Hm… vamos voltar. A Shoko disse que daqui a pouco vem te trazer o chá.
Fushiguro passou o braço da amiga por cima do próprio pescoço e colocou a outra mão em sua cintura, ajudando-a a andar de volta ao quarto. Assim que [Nome] colocou os pés lá dentro, vomitou uma poça de sangue, fazendo o moreno arregalar os olhos. Ela levou a mão à boca, sentindo o sangue encher sua garganta, e logo sua visão escureceu.
Megumi ficou paralisado por um instante, tentando processar o que havia acabado de acontecer, mas logo agiu, pegando-a no colo e correndo para a enfermaria, onde encontrou Gojo e Shoko.
— O que aconteceu?
— Ela vomitou sangue e desmaiou.
— Deixa ela aqui e sai, Megumi.
A porta da enfermaria foi fechada, deixando o moreno do lado de fora. A preocupação do lado de fora estava enorme — e dentro da sala também.
Shoko já havia examinado Kaitetsu e constatado uma melhora considerável. Ela ainda poderia continuar um pouco mal, mas nada que fosse perigoso.
Agora, a médica conversava com Gojo em sua sala.
— Estou preocupada com a [Nome]. Quase todo dia ela aparece com um problema diferente — Shoko falou, puxando um cigarro. — Vomitar sangue não é normal. O que você acha que é, Satoru?
— Você é a médica aqui — o esbranquiçado falou, sorrindo.
— Quero saber o que você acha. Você conhece ela há mais tempo — Shoko respondeu, com cara de tacho. — Sabe se pode ser efeito da técnica dela? Tipo o Inumaki: cada ação tem uma reação.
— É quase isso. Faz parte de uma “técnica” dela, mas não sei se ela já descobriu.
— Vou perguntar para ela mais tarde — a mulher disse, levantando-se. — Você deixou ela com quem?
— O Megumi está cuidando dela.
— Está bem.
Todos estavam preocupados com [Nome]. Coisas “sobrenaturais” estavam acontecendo ao redor da azulada, e talvez ela não fosse forte o suficiente para aguentar tudo isso. Ainda assim, todos esperavam que ela melhorasse.
Kaitetsu estava deitada nos braços de Fushiguro, que acariciava seus cabelos. O moreno a abraçava com força, mas com carinho. Ele sentia medo de que algo acontecesse com sua amada e prometeu a si mesmo que mataria quem ousasse encostar em um fio de cabelo dela.
O calor de Megumi e seu aconchego faziam [Nome] se sentir protegida. Ela sabia que ele cuidava dela com tudo o que tinha, da melhor forma possível. Afinal, mesmo ferido, ele estava ali, dando toda a atenção que podia.