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Enquanto lia um livro no sofá da sala percebi que Rafe já tinha sumido fazia um tempo e tudo estava muito silencioso.

Me levantei do sofá, apoiando o livro na mesinha de centro.

- Rafe? - chamo na tentativa de achá-lo.

Como não tenho resposta, assumo que ele esteja lá em cima ou lá fora e por isso não me ouviu.

Dou uma espiadinha pela porta da varanda, acendo a luz já que já estava escuro mas não o vejo.

Resolvo subir para ver se ele estava lá em cima então.

Vou subindo as escadas lentamente com um medinho do escuro que estava aquele corredor do andar de cima.

- Rafe? Cade você? - pergunto mais uma vez.

Vou até o seu quarto e assim que abro a porta vejo o quarto escuro, iluminado levemente por algumas velas espalhadas e no meio do quarto Rafe segurava uma flor.

Abro um sorriso sincero com aquilo e enquanto ele vem vindo em minha direção eu pergunto:

- Rafe, o que que é isso tudo?

- A sua primeira vez não foi tão especial quanto você merecia. Eu quero te compensar por isso.

- Rafe, de verdade, não precisava disso tudo! O que já foi, já foi. Ta tudo bem.

- Não. Mas eu queria que você tivesse uma noite especial de qualquer jeito. - ele me puxa pela cintura enquanto entrega a flor para mim. - Eu queria te dar um buquê de flores, mas só consegui encontrar uma.

Dou uma risadinha pegando a flor.

- Ela é perfeita.

Dou um sorrisinho olhando para flor e logo volto o meu olhar para os olhos de Rafe, que estavam a alguns poucos centímetros dos meus olhos.

Dou um selinho longo nele e depois ele fala com um sorrisinho malicioso:

- A gente pode fingir que essa é a nossa primeira vez, o que você acha?

- E esquecer de todas as nossas outras vezes juntos? - coloco meus braços por cima do ombro dele dando um sorrisinho também malicioso. - De jeito nenhum.

Ele sorri de lado e me puxa pela cintura para mais perto ainda dele, colando nossos corpos, e iniciando um beijo.

Agora um beijo mais rápido e mais intenso.

Um beijo que arrepia todos os pelos do meu corpo e faz meu coração acelerar.

Nossas bocas se encaixam perfeitamente e nossas línguas se movimentam sincronizadas.

Sinto Rafe descendo uma de suas mãos para minha bunda e a apertando.

Sem parar o beijo vamos andando até a cama, onde eu o empurro e fico por cima dele.

Paramos o beijo por alguns segundos e ele me ajuda a tirar minha blusa.

No momento em que a tiro, Rafe me analisa por alguns segundos em silêncio .

Jogo todo meu cabelo para um lado e volto a beijar-lo, levantando sua blusa também, que em poucos segundos já estava no chão também.

Passo minhas mãos lentamente por todo seu abdômen até que começo a deixar beijos ao longo dele também.

Assim que chego em sua calça, lentamente começo a retirar-la, mantendo meus olhos fixos nos olhos dele que me olhavam cheio de vontade.

Sem paciência, ele me puxa para voltar a me beijar, me virando e me colocando embaixo dele agora.

Ele começa a beijar meu pescoço, deixando algumas marcas por ele e assim como eu fiz com ele, vai beijando toda a minha barriga, até chegar na calça que rapidamente ele tira.

Voltamos a nos beijar mas logo, em meio aos beijos, antes de alguma coisa, digo:

- A camisinha. A gente esqueceu da camisinha.

Em questão de segundos ele se estica por cima de mim para abrir a gaveta da mesinha ao lado da cama e logo me mostra a camisinha.

- Resolvido.

Dou um sorrisinho e puxo seu rosto voltando a beija-lo.

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Ainda um pouco ofegantes, eu estava deitada apoiada no peito nu de Rafe com o lençol nos cobrindo.

- Sabe, acho a gente pode sim fingir que essa foi a nossa primeira vez. E a minha primeira vez. - comento.

- Mas como você disse, nada de esquecer das nossas outras vezes em. - ele completa dando uma risadinha o que me faz rir também.

- Eu estava pensando, - ele diz e eu inclino meu rosto para cima para olhar diretamente para ele. - se eu tirei sua virgindade, e por mais que eu não acredite, você não transou com ninguém durante seu tempo longe de Outer Banks, eu sou o único que você já fez isso.

Ele termina de falar com uma voz convencida.

Reviro os olhos dando uma risadinha e digo:

- Não é qualquer um que pode ter acesso a esse meu corpinho lindo.

- Acho bom mesmo. - ele me traz para mais perto.

Ficamos alguns segundos em silêncio enquanto ele brincava com meu cabelo.

- Então me conta, quem são as meninas que você me disse que transou para tentar me esquecer quando eu estava na Itália? - pergunto dando uma risadinha maléfica e o provocando.

Ele ri.

- Você acha mesmo que eu vou te falar?

- Estou esperando.

Ele ri mais uma vez.

- Nem pensar. Você nunca vai saber! Mas te garanto que nenhuma delas me fez te esquecer. E nenhuma delas nem chegam aos seus pés.

Dou um sorrisinho provocador.

- É mesmo? - me ajeito para ficar mais a sua altura. - Você percebe o quanto isso alimenta meu ego não é?

Aproximo meu rosto de seu.

- Tudo bem, você alimentou o meu também.

Ele sorri com um sorrisinho de lado provocador.

Ele segura meu rosto com uma de suas mãos e se aproxima do meu para me dar um beijo, mas eu logo afasto para o provocar.

- Não sei se você ta merecendo. - digo.

- Cala a boca. Você diz como se você tivesse alguma opção.

Rapidamente ele me da um beijo, sem me dar chance de pensar muito o que fazer.

E obviamente eu me rendo ao seu beijo.

E lá vamos nós de novo.

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