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- Você não faz ideia do quanto eu senti falta disso aqui princesa. - ele diz brincando com meus cabelos enquanto estava deitada ao seu lado.

Ele me olhava como se eu fosse a única coisa nesse mundo inteiro e eu simplesmente não conseguia tirar meus olhos dele enquanto eu mexia no meu colar.

- Então eu sou melhor nisso do que a Chloe? - pergunto para provocar ele.

Eventualmente eu iria falar sobre isso uma hora ou outra. Melhor cedo do que tarde.

Ele revira os olhos quando eu falo o nome dela.

- Com toda certeza do mundo. - ele diz como se fosse a coisa mais óbvia.

- Então você lembra como foi?! - pergunto fingindo estar ofendida.

- Não vem com essa não porque você transou com o Nick. - ele rebate entrando no jogo.

Agora sou eu que reviro os olhos.

- Mas só porque você transou a Chloe.

- De qualquer jeito. - ele diz convencido. - Eu nem vou perguntar se o Nick é melhor do que eu porque eu já sei a resposta.

- Ah, você sabe é?

- É obvio que eu sou muito melhor que ele. Ele não deve fazer a menor ideia do que você gosta.

Dou uma risadinha porque ele estava certo. Só Rafe mesmo para saber exatamente do que eu gostava.

- Sorte a minha então que eu tenho você.

Levo minha mão até seu rosto.

Ele sorri e começa a me beijar mais uma vez.

Só que dessa vez, no momento em que ele sobe em cima de mim, ele começa a fazer cosequinhas na minha barriga.

Cosegas na barriga era meu ponto fraco. Eu odiava aquilo.

Comecei a gargalhar de rir e não consegui parar até que ele parasse de fazer aquilo. Ele estava se divertindo um monte.

- Definitivamente não é disso que eu gosto! - reclamo enquanto ainda me recuperava das risadas.

- Então deixa eu te mostrar do que você gosta.

Ele rapidamente voltou a me beijar. Agora me beijar de verdade, para valer.

[...]

- Amanhã tem aula cedo. Eu preciso ir Rafe. - digo enfim me levantando da cama me cobrindo com o lençol da cama.

- Não precisa não. - Rafe resmunga me abraçando por trás antes que eu pudesse ficar de pé.

Ele começa a deixar varios beijos pelo meu pescoço até que eu faço ele parar por mais difícil que fosse.

- Eu não tenho nada meu aqui. Eu preciso sim ir para casa.

Ele não fala nada, apenas me olha feio, o que me faz dar uma risadinha.

Era engraçado ver ele parecendo uma criançinha emburrada.

De repente, em questão de poucos segundos, ele se levanta e veste a calça que estava usando antes.

Olho confusa para ele.

- Pega qualquer coisa minha para vestir e me encontra na sala.

Ele diz saindo do quarto logo em seguida.

Eu em, que cara louco.

Mas também não penso muito e só aceito.

Pego um moletom e uma calça de pijama quadriculada azul.

PromessasOnde histórias criam vida. Descubra agora