Uma história sobre segundas chances, amores passados, traições e segredos, que vai te prender do começo ao fim.
Promessas, uma história sobre Bella Hayes, uma menina de 18 anos que acaba sendo obrigada a encarar seu sentimento mais aterrorizante e c...
Ao final da festa, quando as pessoas estavam começando a ir embora, eu e o pogues começamos a pegar o que era nosso para levar para Twinkie e voltarmos para o castelo.
Hoje eu iria com eles para lá.
Enquanto iamos em direção a Twinkie, avisto Rafe de longe e resolvo ir falar com ele.
- Eu só vou avisar Rafe que estou indo já. - anuncio para Sarah que estava ao meu lado na hora. - Encontro vocês na Twinkie. Dois minutos.
Aperto o passo indo em direção a Rafe.
A festa toda fingi que não houve aquela conversa mais cedo e vou continuar fingindo.
Quando chego em Rafe, ele estava conversando com uns amigos e quando percebe minha presença pede licença para eles.
Ele coloca seu braço em volta de mim e sobre meus ombros e inclina levemente sua cabeça para baixo para falar comigo olhando nos meus olhos como ele sempre fazia.
- Eu estava indo atrás de você agora para a gente ir. Vamos? - ele pergunta ja nos direcionando para seu carro.
- Na verdade... eu estava indo para o castelo, com os pogues. - digo meio sem jeito e cuidadosamente.
Ele para de andar e fica em silêncio por alguns poucos segundos até dizer:
- Ta. A gente se vê amanhã então?
Assinto com a cabeça dando um sorrisinho disfarçado.
Eu conseguia sentir que alguma coisa estava errada e o incomodando.
Ele da um beijo em minha cabeça de tchau e se vira para ir ao seu carro saozinho.
Me viro e vou até a Twinkie pensando em quão estranho foram esses ultimos minutos.
[...]
Por mais incrível que pareça, não acordei por conta da claridade invadindo a sala apesar de ter dormido no sofá.
Acho que eu estava tão cansada que isso nem me incomodou.
Acordei mesmo com o o barulho do liquidificador ligado.
Me sento no sofá ainda me acostumando com a claridade e vejo JJ mexendo no liquidificador enquanto Kie e o Pope riam.
- Bom dia! - digo esfregando os olhos e caminhando até eles.
Eles me olham e respondem com um bom dia também. JJ desliga o liquidificador e pega um copo.
- O que é isso? - pergunto sobre o liquido que JJ despejava no copo que tinha uma aparência nada atrativa e super nojenta.
- Prova. - ele estende o copo para mim.
Faço uma cara de nojo e todos me olham aguardando eu provar a bebida.
Respiro fundo, ainda com nojo e cheiro aquela bebida.
Quase vomito com o cheiro e percebo os três dando risadinhas.
Tampo o meu nariz com minha mão e dou um gole naquela bebida.
Ingulo com muito sofrimento e resmungo indo abrir a torneira da pia para beber agua e tirar aquele gosto ruim da boca:
- Essa é a pior coisa que ja provei na minha vida! O que tem aqui?!
Os três começam a rir um monte e JJ responde rindo:
- Só tudo e mais um pouquinho do que tinha na geladeira e na dispensa.
Faço uma super cara de nojo o que faz eles rirem mais ainda.
- Ideia minha! - Kie diz orgulhosa. - Agora estamos quites de novo.
Reviro os olhos dando uma risadinha.
Apesar de eu ter quase vomitado com aquele negócio, eu fiquei feliz porque essas brincadeirinhas desse tipo significavam que as coisas estavam voltando ao normal.
Isso era bom.
- O John B e Sarah ainda estão dormindo? - pergunto.
- Sim. - Pope me responde. - A gente até pensou em ir acordar eles.
- Mas a gente preferiu evitar encontrar um cena não muito legal. - Kie completa.
Todos rimos.
[...]
Acabei voltando para casa já que Pope e Kie tinham que voltar também, JJ precisava ir tentar recuperar o trabalho no clube dos Kooks e eu não queria ficar de vela de John B e Sarah.
Meu irmão não estava em casa então resolvi ligar para Rafe. Eu até iria até a casa dele aqui do lado, mas Ward não ficou feliz com a minha ultima visita.
É melhor evitar conflitos desses tipo no momento.
A ligação fica chamando por alguns segundos até que Rafe atende.
- Rafe? - chamo.
- Princesa. - ele diz do outro lado da chamada.
Sinto as borboletas no meu estômago se agitarem só de ouvir sua voz me chamando desse jeito. É absurdo o impacto que ele tem em mim mesmo sem nem estarmos no mesmo ambiente.
Um sorrisinho surge no meu resto.
- Eu to em casa e meu irmão não ta aqui. Por que você não vem e a gente faz alguma coisa? - sugiro.
- Eu estava indo ai agora te buscar. Esteja pronta. 5 minutos.
- Onde que a gente va-
Tento perguntar mas sou interrompida com ele desligando a ligação.
Troco a minha roupa de ontem rapidamente e logo Rafe chega.
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(Roupa da Bella)
Assim que saio pela porta de casa, o encontro em sua moto.
Meu Deus, essa moto. Tantas memórias com ela.
- Na moto? - pergunto surpresa indo até ele.
- Pensei em variar um pouquinho. - ele responde me entregando um capacete.
Subo na sua garupa e conseguia sentir uma certa tensão no ar. Não sei explicar direito. Tinha alguma coisa esquisita.
Envolvo meus braços por seu abdômen e ele da partida. Lá vamos nós.