°•Mendrake pov•°
Abro meus olhos, vejo que estou em um quarto escuro, olho em volta, as janelas estão com grades, no quarto tem apenas uma cama e um armário...espera.
Eu reconheço esse quarto...
Não não não não não não não não não... não pode ser, eu não posso ter voltado... eles não podem de me pego novamente.
Me levanto e vou até a janela tentando ao máximo abri-la, uso toda a minha força, eles não podem...como eles me acharam? Como eles descobriram?
Fico olhando para a rua, nenhum barulho, aqui até parece um lugar sem vida, nem pássaro cantando ou até pessoas conversando apena os silêncio.
Derepente no silêncio que aquele castelo estava escuto passos rápidos vindo até meu quarto, me viro e no mesmo momento a porta se abre revelando uma figura conhecida em minha frente.
- Então você acordou irmãozinho. - Ele fala me olhando com seu sorriso diabólico de sempre. - Finalmente em, já estava achando que tinha morrido.
Ele ri e eu continuo olhando para ele aterrorizado, ele percebe meu espanto e sorri com isso, um sorriso que mostrava seus dentes brancos e também consigo ver um pedaço dourado, ele tinha ouro nos dentes.
- Tá com medo de mim irmãozinho? - Falou se aproximando, até tentei me afastar mas já estava conta a parede. - Eu não vou fazer nada com você...que tal brincamos?
- O-oque? - Perguntei o olhando sério, não consigo fazer nada com ele aqui, o medo me domina.
- Vamos lá irmãozinho, como nós velhos tempos não se lembra? - Ele pergunta me esticando a mão, vendo que eu não iria pegar ela ele faz um movimento rápido pegando minha mão a força. - Você é realmente muito teimoso.
Ele começa a me buxar para fora do quarto, não entendo aonde estou indo, faz tanto tempo que não venho aqui, queria que fosse mais, eu não quero esta aqui!
- Não sei como você é o prodígio da família, um garoto fraco que nem consegue matar o melhor amigo. - Ele fala mas não para continua a me buxar para sei lá aonde. - Você deveria ser que nem eu, matei meu melhor amigo e a esposa dele, teria matado o filho também se não tivesse pensado que ele sofreria bem mais sozinho nesse mundo, sem pais, sem família e sem amigos.
Entramos em uma sala, essa foi a única sala que eu reconheci, me afastei quando vi vários objetos cortantes e algumas agulhas cheias de líquidos de diversas cores diferentes.
- Pelo jeito você reconheceu a sala, pode ficar tranquilo, eu vou pegar leve. - Ele falou vindo para mim, me afastei e então ele me buxou com a magia das trevas para perto dele, pegando na gola de meu casaco. - Que bonito esse seu casaco, foi aquele seu amiguinho que de teu né? Acho que você não vai precisar mais dele.
Então ele me joga no chão de um jeito em que meu casaco ficou, ele se rasgou ao meio, não tinha mais como consertar, meus olhos se enxergam de água vendo os pedaços dele caídos no chão.
- Wow, vai jogar irmãozinho? Só por causa de um casaco? - Ele falou fazendo um falso bico, fecho meus punhos e meus olhos também.
Em um empulso tentei acerta um soco nele, tal soco que foi parado pelo mesmo, ele me jogou na parede fazendo com que minhas costas dilatassem muito.
- Acho melhor não testar a minha paciência. - Ele falou me pegando agora pelo pescoço e me enforcando, desmaio caindo no chão.
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Abro novamente os meus olhos vendo que agora estou preso naquelas malditas correntes, tento me soltar mas nada dá certo, ela são mais fortes que eu...
- Acordou! - Escuto aplausos vindo de longe e então Feuripe aparece da escuridão. - que tal começarmos?
Ele vai até a mesa que está do meu lado pegando um seringa com um líquido azul dentro, ele vem até mim levanto ela bem na frente de meus olhos, sorri ao ver a minha cara de medo e então aplica em meu braço, fecho os olhos ao ponto deles doerem de tanta força que uso ao fechá-los e faço ruídos com a boca por conta da dor.
Sinto a seringa ser tirada de mim e então abro novamente os olhos, eles já estavam lacrimejando, olho para Feuripe que parecia escolher a próxima poção que iria colocar em meu corpo.
- Filho da puta. - Mumurro baixinho mas ele pareceu ouvir pois me olha e sorri pegando outra seringa, agora essa está com um líquido amarelo.
- Acho melhor parar de xingar a mamãe, ela que iria gostar de saber disso. - Ele falou e sem deixar eu fazer nada enfia com tudo a seringa em minha perna fazendo um grito de dor ecoar por toda a sala.
Ele tira a seringa na mesma velocidade que a colocou, outro grito menor sai de minha boca, olho para baixo meio zonzo e vejo que tinha sangue escorendo pela minha perna, a mesma que ele acabou de furar.
°
°
Ele continua ejetado várias poções diferentes em meu sangue, a cada poção uma forma nova de ver meu rosto se contorcer de dor. Quando eu xingava, não importa se ele ou nossos pais ele me batia com um chicote e as vezes cortava meu rosto e corpo.
Meu corpo inteiro doía, eu estou tão fraco que parece que vou desmaiar a qualquer momento, minha respiração está desregula por agora também está com uma corrente no pescoço, coisa que faz eu não conseguir respirar direito, porque ele fez isso? Xinguei o pai dele, nosso pai na verdade, se aquele ser humano pode ser chamado de pai.
Feuripe parece odiar que xingue ou até fale de nosso pai não sei, apenas parece, não entendo como ele pode querer proteger esse cara? Ele deve ter torturado ele também! Ele me disse que passou por isso na infância também então como pode ele ser um assassino.
Ouso passos voltando para onde eu estou, fecho meus olhos imaginado ser Feuripe que irá me torturar mais um pouco, os passos param e a sala fica em silêncio, consigo sentir a presença da pessoa aqui, então finalmente abro os olhos.
Vejo que era Feuripe mesmo mas agora algo parecia diferente, seu rosto estava mais sombrio, suas mãos fechadas como se fosse dar um soco em qualquer pessoa que visse pela frente.
Dito e feito, segundos depois recebo um soco no meu nariz, ele começa a doer muito, com certeza quebrou, sinto um líquido cair em meus lábios e quando abro minha boca sinto um gosto forte de ferro, acabei de engolir meu próprio sangue.
Olha novamente para Feuripe que agora estava com uma faca em mãos, ele vem até mim e segura meu rosto, suas mão agarram em minhas bochechas com tanta força que até parecia a pele iria rasgar, ele pega a faca olhando para ela e depois em um movimento rápido passa ela pelo meu olho, fecho ele e então sinto o sangue em minha pálpebra.
- Seu merdinha. - Ele fala e então sinto a lâmina da faca perfurar o meu braços, ele começa a corta ele lentamente, vendo a minha expressão de dor provavelmente.
°
°
Agora meu todo o meu corpo dói, mais do que antes, não consigo abrir meu olho por conta do primeiro machucado que ele me fez com a faca, respiro fundo, se ele continuar assim pelos outros dias não irei demorar para morrer.
A verdade! Ele não vai me deixar morrer
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● 1307 palavras●
○ Sla oque é isso, só tive essa ideia derepente, desesperada sem nada para fazer dá nisso daí.
○ Hoje na aula eu fiquei com cara de cu a aula inteira por conta que eu queria escrever então agora estou escrevendo, coisa triste? Coisas tristes mas foca-se.
○ Desculpa aí galerinha, estou estressada hoje, calor do cão que tá na minha cidade.
○ Não irei fazer parte dois, vocês que chorem.
○ Espero que tenham gostado.
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Ones Shorts. Creative Squad
Fiksi PenggemarOnes shorts da creative squad. Maioria dos ones shorts serão enemies to lovers porque é meu gênero favorito mas terão outros gêneros também. Terá apenas os seguintes shipps: -Mendrux -Fern -Tonigon×Geleia -Chip×Onerb Terá apenas esses shipps p...
