Meu doador de sangue.|Fern|

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°•Feuripe pov•°

Olho para porta do meu quarto com um olhar calmo mas também minimamente agitado, meus olhos agora cor vermelho sangue estão fixados na maçaneta da porta esperando o movimento de abrir dela. Bern daqui a pouco vai chegar já que eu o chamei para vir aqui em casa e só em pensar nisso já fico com mais fome ainda.

Bern foi a pessoa escolhida para por mim mesmo para me fornecer sangue fresco, como eu o comprei ele foi obrigado a vir morar comigo e deixar eu beber de seu sangue sempre que eu quiser não importa o momento, hora ou minuto. Ele precisa deixar. Muitos iriam falar que isso é algo ruim, "não se deve comprar pessoas" e ok eu também acho.

Mas sinceramente, para os pais de Bern terem colocado ele a venda significa que eles ou o odiavam ou não gostavam nenhum pouquinho dele então em minha visão ter comprado ele o libertou de uma vida de merda que ele teria com seus pais verdadeiros. Além que eu o dei uma casa e um quarto só para ele, dinheiro para comprar as roupas e comida que quiser e livre liberdade.

Então em minha visão não estou fazendo algo ruim em tê-lo comprado, sendo que eu o trato bem e o deixo fazer tudo que quiser. Escuto a porta se abrir fazendo assim eu volto para o mundo real e ver Bern entrando no quarto com sua expressão séria de sempre, ele veio direto para o meu colo se sentando nele.

- Tá com pressa? - Perguntei tocando em sua cintura e o puxando mais para perto.

- Tô cansado. - Explicou rápido e eu sorri  aproximando meu rosto de seu pescoço. - Pode ir rapido por favor?

Lambi a pele sensível de seu pescoço antes de enfiar as minhas presas nelas ouvido um pequeno gemido de dor saindo dos lábios de Bern oque é algo comum, eu tô literalmente mordendo ele e tirando do seu sangue então é óbvio que ele iria sentir dor. O sangue doce dele desceu por minha garganta a cada pequena chupada que eu dava para sair mais sangue.

Tirei minhas presas de sua pele lambendo o local tirando o sangue que continuo a escorrer e em seguida beijando para aliviar um pouco a dor que ele provavelmente ainda está sentindo. Toquei em sua cintura com mais força o puxando mais para perto de mim o abraçando calmo com o rosto ainda em seu pescoço cheirando ele calmamente.

- Já acabou? - Sua voz estava fraca e em minha visão estava fraca demais então eu o olhei tocando em seu rosto.

- Aconteceu algo? - Perguntei o olhando com uma expressão um tanto preocupada em meu rosto.

- Não não aconteceu nada. - Falou mais é óbvio que está mentindo por não está olhando em meus olhos.

- Oque aconteceu? Me diga. - Praticamente ordeno ele a falar enquanto aperto sua bochecha para ele me olhar.

- Algumas pessoa me pararam e... - Parou de falar olhando o chão. - Me bateram falando que eu era sujo e muitas outras coisas.

O olhei espantado e com uma grande raiva crescendo dentro de mim enquanto eu o olhava sério e chocado com sua fala. Sem dizer nada o abracei trazendo seu corpo para mais perto do meu e beijei sua cabeça calmo.

- Deveria ter me dito isso antes. - Falei em um tom neutro. - Não teria bebido o seu sangue se tivesse dito.

- Você precisava do sangue. - Falou em um tom baixo com a cara em meu peito.

- Também preciso te ver bem. - Falei em um tom sério. - Dorme um pouco.

- Tudo bem. - Falou e vi que ele fechou os olhos, deixei ele deitado em minha cama e beijei sua mão antes de sair do quarto.

Tenho algumas coisas para resolver agora.

Jogo Ruan na parede e em seguida Luan que pareciam aterrorizados ao meu ver, dou um grande sorriso diabólico pegando no cabelo dos dois garotos e começando a bater as cabeças deles contra a parede enquanto eles dois gritavam com as mãos desesperadas tentando fazer que eu solte eles dois. Coisa que eu não vou faze tão cedo assim, nos temos a noite inteira.

Deixo Luan jogado no chão praticamente desmaiando enquanto me aproximo de Ruan com um enforca gato em minhas mãos pegando sem nenhum pingo de gentileza nas mãos dele as prendendo juntas enquanto o sento encostado na parede deixando que ele tenha uma visão privilegiada do que eu vou fazer com o seu irmãozinho e logo em seguida com ele.

Pego nos cabelos de Luan novamente e aproximo meu rosto de sua orelha sussurrando algumas ameaças nela enquanto aperto seus cabelos cada vez com mais força. Ele tenta sair de minhas mãos sem sorte enquanto eu o jogo contra a parede batendo sua cabeça ali mais uma vez o deixando desnorteado.

Pego uma faca na cozinha ao nosso lado e me aproximo dele a enfiando em sua perna em uma área não tão importante assim, não vai danificar nenhum de suas partes mas que vai doer vai, e bastante mesmo. Mexo a faca dentro de sua perna ouvindo os gritos de dor dele encoando pelo meu ouvido enquanto eu abro mais ainda o meu sorriso.

Dou um sorriso pegando uma das mãos de Luan e começando a cortar seu dedo fazendo os movimentos lentos e sem pressa de quem está cortando um pão, os gritos ficaram ainda maiores e então olhei para Ruan que estava assistindo tudo aqui sem poder se mover muito e sendo obrigado a isso. Com bastante força e brutalidade arranquei o dedo dele.

Me levantei indo para perto de Ruan com o dedo dele na mão e então toco em seu rosto abrindo a sua boca a força e enfiando o dedo dentro dela vendo sua expressão cada vez mais horrorizado enquanto faço os movimentos para que ele mastigue o dedo do próprio irmão. O deito no chão quando sinto que ele vai vomitar e deixo que ele faça isso.

Como ele está deitado agora ele morre engasgado com o próprio vômito e em poucos minutos mato Luan também levando os dois para os lugares que eles nem deveriam ter saído. O inferno.

Entro dentro de casa indo direto para o meu quarto e vejo Bern dormindo tranquilamente nele, dou um sorriso me aproximando da cama me sentando na borda dela e em seguida deitando indo mais para perto do Bern o puxando mais para perto fechando meus olhos para que nós dois dormirmos de cochicha essa noite.

Minha mão desliza até o seu pescoço a deixando ali, sei que ela está machada do sangue daqueles desgraçados mas eu não ligo, ele vai ficar com minha mão marcada em seu pescoço com sangue de quem eu matei por ele, só de pensar nisso já fico feliz.

- Boa noite Bê. - Beijei seu ombro.

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● 1160 palavras ●

○ Sla acho que tô com vontade de imaginar tortura, só pode, por isso tenho imaginação boa, torturo sem nem mexer um dedo.

○ Espero que tenham gostado.

Ones Shorts. Creative SquadOnde histórias criam vida. Descubra agora