Capitulo 12

27.1K 1.4K 27
                                        

Hora de deixar o passado no passado. :

Matthew Orttega. :

Tive um sonho bem esclarecedor essa noite e hoje pela manhã resolvi me desapegar do passado, peguei o que me prendia ao passado, uma caixa com lembraça que precisam ser apagadas, coloquei a caixa em cima da cama e me sentei bem em frente, ao abri uma leve poeira levanta e ao poucos vejo o conteúdo da caixa.

Há algumas fotos minha e de Denise no parque, há camisetas que compramos em uma viagem a Nova York, cartas que escrevíamos quando ela estava indo viaja para casa de seus pais, há também a aliança de compromisso que trocamos no ano novo, lembranças de uma época boa, me levanto quardando tudo novamente na caixa e indo até o terraço da casa.

- Hora de deixar as lembranças no passado - digo colocando a caixa no chão - Adeus para sempre - acendo o fósforo e coloco fogo no conteúdo da caixa.

Por incrível que pareça estou me sentindo muito bem, agora sim estou livre de um passado nada feliz, estou pronto para me envolver com uma mulher especial como minha mãe diz e já sei com quem, isso se ela também compartilhar do meus sentimento que eu.

Como hoje e domingo vou almoçar na casa dos meus pais, na verdade e porque não fiz almoço, bom sou um homem de muitas qualidade e cozinhar e uma delas.

Ao chegar na casa dos meus pais, sou recebido pelo doce som que sai do violino de minha irmã, estaciono em frente ao portão principal e perto a campainha, minha mãe que vem me atender.

- Querido que bom que você chegou - diz me dando um abraço - Porque hoje o almoço e por sua conta.

- Oi? - pergunto surpreso.

- Queremos provar sua famosa lasanha - sorrir.

- Tá ok, vamos cozinhar - digo passando por Nessa e lhe dando um sorriso, que ela retribuí voltando a toca seu violino.

Já na cozinha pego todos os ingredientes, para começa a cozinhar, mas um olhar vigilante me desvia do meu objetivo.

- Sempre bisbilhotando - digo ainda sem me virar.

- Você sabe que sempre gostei de ver você cozinhando - diz se aproximando.

Mamãe me ensinou a cozinhar quando eu tinha cinco anos, mas nunca me deixou mexer com fogo, também pudera eu só tinha cinco anos, mas o que sempre está vivo em minha lembrança era uma pessoinha no canto da porta bisbilhotando.

- Quer me ajuda? - pergunto me virando para minha irmã.

- Esperei por esse convite, desde quando eu tinha três anos - diz me fazendo sorrir.

- Ta ok, mão na massa - falo fazendo ela concorda.

O almoço estava quase pronto só faltava limpar a bagunça feita na cozinha.

- Gostei de ter cozinhado com você - diz sorrindo.

- Eu também, venha vamos chama nossos pais para almoçarem - digo pegando em sua mão.

Vanessa vai chama nossos pais, enquanto eu arrumo a mesa, penso em como vou me comporta com Angelica daqui em diante, so de falar seu nome me faz sorrir.

- Esse sorriso se dar por uma mulher? - pergunta minha mãe, me tirando do meu pequeno devaneio.

- Graziela Orttega, sempre curiosa.

- Não sou curiosa, so acho que se for por uma mulher tenho que conhecê-la - fala sorridente.

Minha mãe cria muita expectativa, começa com querer conhecer, depois começa a planejar o casamento, ai planeja netos, ela e a famosa planejadora.

- Vamos almoçar mamãe, deixa essa assunto para depois - fala Vanessa.

Você deve pensar que minha irmã fez esse favor de graça, so que não, ela que ficara no lugar de minha mãe, agora o interrogatório e sobe seu comando.

- Isso deixa o garoto em paz - fala meu pai se sentando ao lado da minha mãe.

- Ta ok, vamos almoçar - digo indo pegar a lasanha no forno.

- O cheiro está maravilhoso - diz meu pai.

- Obrigado papai - falo colocando a travessa na mesa - Espero que gostem.

- Agora chega de papo e vamos comer - diz Vanessa pegando um pedaço da lasanha.

- Você so pensa em comer - digo pegando um pedaço.

- Não e verdade - nega - Isso ta ótimo - diz pegando mais uma garfada - E talvez eu so pense em comer, vou pegar mais um pedaço - diz fazendo todos rirem.

Depois do almoço, conversamos e brincamos, como nos velhos tempos enquanto elas estavam na sala, volto para cozinha arrumo a mesa e levo a lousa até a pia para levar.

- Quem e ela? - pergunta Vanessa parada no batente da porta.

Lá vem o interrogatório, como eu havia dito, Nessa não fez um favor de graça, em troca ela que vai me encher de pergunta.

- Quem? - pergunto me fazendo de desentendido.

- Não se faça de bobo - diz caminhando até a mesa, puxando uma cadeira - Quem e a garota que fez você sorrir, depois da daquela vadia.

Na verdade ninguém da minha família se dava bem com Denise, mas e como dissem o amor e cego, no meu caso teve cura.

- Ta ok - me rendo - Ela se chama Angelica - digo guardando a lousa.

- Como o anjo? - pergunta referindo-se a história que mamãe contava para gente quando éramos crianças.

- E uma boa definição - falo sorrindo - Anjo, meu anjo.

- Já gostei dela - diz me fazendo volta para realidade - Sabe seus olhos brilham quando fala dela e você também não para de sorrir, quero conhecê-la - para e pensa um pouco - Pera e a Angelica Rodrigues, filha da famosa estilista? - pergunta.

- Sim e ela - falo sorrindo ainda mais.

- Sabe que ela vai ter que passar no teste da vovó.

- Em primeiro lugar eu não estou namorando com ela - pontuo - E também tenho certeza que ela vai passar.

- Se até a vaca da Denise passou, a Angelica vai passar de boa.

Esse e um assunto que não quero tratar agora, então dou um beijo na minha irmã, falo com meus pais e vou para casa, preciso pensar em como vou disser o que eu sinto para Angelica, sem parecer um completo lunático.

Meu Irresistível CEOHistórias para pegar e não largar. Descubra agora