Capítulo 28

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Um momento para nós. :

Matthew Orttega. :

Já dentro do restaurante somos conduzidos até o segundo anda onde fica a área vip.

Estava indo tudo como eu havia planejado, uma mesa reservada, em uma sala com o clima romântico, tudo que há faça esquecer esse episódio sobre os paparazzis.

- Este lugar e lindo - diz Angel olhando pelo vidro que dá a visão do salão principal - Eu nunca tinha vindo aqui antes.

- Talvez porque, esse restaurante seja novo - digo puxando a cadeira para que ela se sente.

- Isso explica, o fato de está tão cheio - fala se sentando olhando em volta - Bem so não explica como você conseguiu reservas?

- O dono e um grande amigo.

- Parece que meu namorado, tem muitos amigos - diz me olhando com atenção.

- Alguns - falo pegando o menu, que estava em uma mesinha ao lado.

- Espero que não tenha mulheres, nesses alguns.

- Ciumes? - pergunto com um sorriso irónico.

- Não, eu diria precaução.

Tenho que admitir, que eu amo essa cumplicidade que a gente tem, isso sem falar nesses joguinhos.

- Ora, ora se não e Matthew Orttega.

- Vinni - digo me levantando e indo lhe dá um abraço.

- Quando soube que você estava aqui, resolvir vim pessoalmente.

- Obrigado - aperto sua mão em agradecimento - Essa e Angelica, minha namorada.

- Sim, eu soube, prazer em conhecê-la - sorrir cumprimentando Angel.

- O prazer e meu - sorrir sem graça - Muito bonito, seu restaurante - comenta.

- Obrigado - olha em volta orgulloso - Bom, mandei preparar algo para vocês, cortesia da casa.

- Não precisava, se incomodar - comenta Angel.

- Que nada - faz um sinal para o garçom - Espero que gostem.

- Obrigado - agradeço

- Bom, tenho coisa as fazer, foi bom voltar a te ver Matthew.

- Igualmente Vinni - ele sorrir descendo as escadas.

A nossa tarde foi extremanente diverdida, coversamos, rimos e o mas importante passamos um tempo juntos.

Já do lado de fora do restaurante, caminhamos de mãos dadas pela calçada.

- O que você acha da gente caminhar um pouco? - sugiro

- Eu acho que meu chefe não vai gosta disso - sorrir irónicamente.

- Eu não sei do que seu chefe não vai gostar, mas eu sei o que eu gostaria de fazer agora - lanço um olhar de desejo.

- E o que seria? - pergunta tentando me provocar.

- Isso.

A puxo de encontro ao meu corpo, fazendo ela estremece, então me aproximo ainda mas, acabando com o pouco espaço que nos separava.

Seus lábios se abrem como uma súplica silenciosa, então nossos lábios se envolvem em um beijo lente e quente como o sol de verão.

Aos poucos sua língua invade minha boca lentamente com toques leves e suaves, me encorajando a fazer o mesmo, levo minha mão até seu cabelo a puxando para mas perto, assim colocando minha outra mão em sua cintura, ela por sua vez coloca as mãos em meus cabelos, puxando lentamente.

Nossas línguas se movem sincronizadas em uma dança perfeita, a sensação e realmente incrível, parecia que fomos transportados para um dia quente de verão, a beira da praia.

Sinto ela sorri sobre meus lábios, então ela se afasta.

- Isso foi tão, repentino - diz

- Espero que seja um repentino bom.

- Foi um repentino muito bom - sorrir - Mas, ta no hora de voltar para realidade.

- Você tem razão - pego em sua mão e continuamos caminhando - Então me fala, o que realmente aconteceu com seu carro?

Quando Angel mencionou mas cedo que seu carro estava na oficina, eu havia desconfiado de algo, mas tudo se confimou durante o almoço, quando ela disse que teve que vender seu carro, mas não entro em detalhes.

- Com a liberdade, vem a responsabilidade - nós sentamos em um banco de prança - Era contas, compra de mês, gasto com o próprio carro, sem falar que a Emma arrumou mas uma boca pra alimentar.

- Se estava precisando de dinheiro era só me pedir.

- Em primeiro lugar, só estou trabalhando pra você a alguns meses - olha pra mim seria - Não queria pedir um aumento na primeira dificuldade.

- Além de ser seu chefe, sou seu namorado - digo vendo ela dá um sorriso - E posso te ajudar.

- Mas não e certo - abaixa o olhar.

Levanto seu rosto, fazendo ela olhar para mim e a primeira vez que a vejo assim tão preocupada.

- Sabe o que não e certo? - ela nega com a cebeça - Eu ter para ajudar, sem poder ajudar.

- So queria não te envolver nisso - confesa.

- Você querendo ou não, eu faço parte da sua vida.

- Sim, eu sei disso - sorrir novamente - Agora, cala a boca e me beija.

- Mulher de atitude, gosto disso - sorriso e a beijo.

Conversamos sobre algumas coisa, também disse que César meu motorista, poderia buscá-la todos os dias para levar ela até o trabalho, foi difícil mas a convenci a aceita minha oferta.

Já no meu escrito, o que Angelica disse não sai da minha cabeça, como eu posso ajudar, tenho algo em mente talvez isso funcione.

Ta, pense Matthew, o que você tem que fazer antes. Duas videoconferência, uma reunião importante que não posso desmarca, e a revisão do projeto, tem esse sim vai toma meu tempo, então só depois, vou ter tempo de fazer o que eu planejo.

Espero que Angelica não fique tão relutante, quanto ficou quando sugeri que César fosse seu motorista particular, enquanto ela resolver esses problemas.

Angelica e uma mulher muito teimosa, mas sei que posso domar essa fera e também foi por esse jeito atrevido e espontâneo que me fez um homem apaixonado, então espro que ela não vejo problema em eu quere ajudar.

Meu Irresistível CEOHistórias para pegar e não largar. Descubra agora