Changes

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26. Changes

— Não Justin, não vem com essa merda pra cima de mim! — ela grita indignada. — É sempre a mesma coisa, sempre! Você não confia em mim e eu já estou de saco cheio. — resquícios de raiva vão mudando sua feição conforme a mesma anda de um lado para o outro pelo quarto. — Você acha que eu não sei que você passou a droga da noite com aquela vadia da Karla? Fico impressionada com o tipo de gente que se dizem meus amigos.

— O que a Karla tem com isso agora? Não vem querer mudar de assunto. — digo me levantando e indo até a mesma a parando de frente para mim. — Eu confio em você, caso contrário não teria feito a droga do roubo com você. — arqueio uma das sobrancelhas e sinto uma ardência nos peitos ao sentir suas palmas das mãos em mim. — Tá louca garota? — seguro seus pulsos e a mesma franziu o cenho por conta da dor.

— Me larga Justin, eu não quero saber das tuas merdas. — ela choraminga um pouco e seus olhos desviam-se dos meus. — Só queria saber onde está todo aquele amor que você me disse sentir a umas noites atrás. — droga! — Eu não sou esse tipo de mulher que aceita traição calada, muito menos do tipo de pessoa que aceita acusações falsas, se você quer acreditar no seu pai, ótimo, isso só prova o quanto que você e o Jeremy são da mesma raça, eu é que não vou ficar aqui aceitando tudo isso calada como uma completa idiota, você não é meu dono Justin, você sabe e se você quisesse de fato ficar comigo iria se esforçar ao máximo para confiar em mim, para querer está ao meu lado. — ela solta-se em um tranco e me dá as costas. — Não é porque eu não tenho família que você irá fazer o que bem entender comigo. – ela sai rebolando em direção ao banheiro e respiro fundo ao passar as mãos entre o cabelo.

É impressionante como essa garota consegue me tirar o juízo só em respirar perto de mim e isso não é um bom sinal, amá-la é a pior coisa que eu poderia fazer por ela, principalmente no momento em que estamos vivendo e que meus inimigos estão se tornando seus inimigos, deixa-la ir seria o melhor.

As gotas de água escorrem pelas suas costas enquanto a mesma aproveita a ducha de olhos fechados, provavelmente pensando em algo sobre o que acabara de acontecer no quarto. Tiro as poucas peças de roupas que cobriam meu corpo e entro no boxer junto a ela, a mesma arregala os olhos em surpresa ao me ver e a beijo antes de qualquer protesto idiota.

Agarro sua cintura e a puxo para mais perto, colando ainda mais nossos corpos. Sua língua brinca com a minha enquanto tento ao máximo aproveitar cada segundo do nosso último momento junto. A empurro contra a parede e afasto nossas bocas, seus olhos me encaram como se sentisse que algo de ruim está para acontecer e para minha surpresa suas mãos descem pelo meu abdômen e param em meu membro, fecho os olhos ao sentir suas mãos subirem e descerem ao me masturbar e aperto o lábio inferior contra os dentes.

Viro-a contra a parede e respiro fundo ao sentir sua bunda roçando em meu membro, afasto seu cabelo para o lado e me aproximo de seu pescoço, prendo a pele entre os dentes e sorriu satisfeito ao ouvir um grunhido baixinho, subo meus lábios até seu ouvido e passo a língua pelo lóbulo da mesma, os pelos de seu corpo se arrepiam e a mesma inclina ainda mais a bunda.

— Pede com jeitinho Adrienne. — aperto sua bunda com força.

— Vai te foder Justin. — ela esbraveja entre dentes e sorri.

— Tão rebelde minha garota. — enrolo seu cabelo em uma das mãos e puxo o mesmo.

Ela olha para mim por cima do ombro e balança a cabeça vagarosamente enquanto sorri do modo mais safado e sexy possível. A viro para mim e puxo sua nuca iniciando um beijo, ficamos ali por alguns minutos, minutos esses que foram mais do que suficiente para agarrar suas coxas e sustentá-la no ar, me posicionei e a olhei no fundo de seus olhos e foi nesse exato momento em que a penetrei com tudo, Adrienne fecha os olhos com força, geme alto e crava as unhas em meus ombros, me movimento devagar e vou acelerando conforme vou sentindo a mesma relaxar e aproveitar o momento.

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