Capítulo 58

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Naquele mesmo dia Louise correu para o consultório do doutor Fernando, deixando-o assustado com sua indignação e irá, Louise estava furiosa, não queria voltar para casa, queria ter impedido a mulher de levar a menina, queria seu pai, sentia falta dele, tudo era um caos, Louise andava de um lado para o outro dentro do pequeno consultório, com os punhos fechados e o rosto rubro de raiva.

_ Louise, Louise... acalme-se, sente-se aqui! Falou puxando uma cadeira.

Louise estava tremendo. _ Não quero me sentar, quero fazer algo, ou vou explodir!

_ Iremos fazer, mas primeiro você precisa se acalmar. Falou segurando as mãos gélidas de Louise, olhou em seus olhos e não pode se conter ao tocar seu rosto, comprovando sua macies.

Estavam próximos, muito próximos, Louise ficou desconcertada, Nádia tinha mesmo razão Fernando tinha sentimentos por ela.

_ Eu... tenho que voltar para casa! Falou se levantando depressa, ele estava prestes a beija-la. _ Obrigada pela ajuda doutor!

_ Louise, onde você estava, já estava preocupado!

Louise se assustou ao ver o marido em pé com os cabelos bagunçados e aparentemente se sentindo culpado.

_ Eu... eu vou tomar um banho!

_ Louise por favor...

_ Agora não monreool! Falou fechando a porta.

Louise estava confusa, Phyllype a confundi as vezes parecia gostar dela outras não, pelo surto de mais cedo, era certo que ainda tinha algum sentimento por Victoria, agora Fernando, ela não podia negar que ele era muito bonito, mas só o pensamento de ter algo com ele a fazia se sentir mal, pois não achava certo ter romances estando casada.

_ Merda, Louise esse casamento nem é de verdade! Pensou ela, afundando-se totalmente dentro da banheira.

Ao sair do lavabo, Phyllype ainda estava lá a esperando.

_ Achei que iria dormir lá dentro!

_ Não é uma má ideia!

- Louise, eu sinto muito, não sei o que me aconteceu...

_ Pois eu sei, mas como deixou claro, eu não tenho nada a ver com sua vida.

_ Louise, sabe que falei da boca para fora!

_ Já esta tarde, quero descansar, se você for sair essa noite por favor leve a chave!

_ Não irei sair!

_ Hum, boa noite!

Louise só escutou a respiração funda de Phyllype, ela queria muito que ele saísse, queria poder chorar, sem que ele pudesse ouvir, mas ele não saiu e muito menos dormiu, ficou a olhando a noite toda e ela estava o odiando por isso, a todo momento que ela abria os olhos durante a noite ele estava lá, a olhando.

_ Onde você vai Louise?

_ Irei dormir na sala, a cama e toda sua!

_ Pare com isso, você não precisa fazer isso, fique eu vou para a sala!

_ Qual o seu problema?

_ Você Louise, você é meu problema, eu não sei como lidar com você ou com seu corpo perto, sem poder toca-lo... eu, eu estou ficando louco.

_ Você não tem vergonha de me dizer isso Monreool, depois da ceninha por causa de sua ex? Louca quem está ficando sou eu. Agora saia da porta, quero ir dormir.

Phyllype a olhou de cima para baixo. _ Não vou sair daqui, não vai dormir na sala!

_ Eu vou sim. Disse partindo para cima dele com tapas. _ Saia da minha frente!

Phyllype sorriu ao vê-la tentar bater nele, segurou as duas mãos dela com apenas uma de suas mãos e a puxou pela cintura com a outra.

_ Não se atreva a me tocar!

Phyllype aproximou a boca de sua orelha. _ Diga que não quer Louise, diga que eu não te afeto, diga que não me quer e eu paro!

_ Pa...re... eu

_ Você o que? Perguntou ofegante próximo ao pescoço de Louise.

_ Você é um idiota, cretino...

_ E o que mais Louise, diga!

_ Um pevertido!

Phyllype não conteve o riso.

_ Sim eu sou, e você gosta disso querida esposa!

Louise sentiu um arrepio percorrer toda a extremidade de seu corpo, quando ele passou a ponta do nariz em seu pescoço, logo depois beijando o mesmo local, subindo até a bochecha, Phyllype ao notar a esposa mole em seus braços, levemente subiu a mão que estava na cintura para o pescoço dela, trazendo seu rosto mais próximo do dele, e a beijando com desejo, soltou os braços de Louise e a apertou contra si, sentindo seus seios rígidos e seus pequenos gemidos. Em um ato rápido ele pegou as pernas de Louise e envolveu em sua cintura, sentou se na cama com ela em seu colo, beijou seu pescoço enquanto tocava levemente seus seios sobre a fina camisola de seda.

_ Isso é o que você faz comigo Louise! Falou em seu ouvido. _ Eu quero você, só você, quero ouvir você gemendo assim todos os dias.

_ Fhyllypeeee

Phyllype segurou Louise pelos cabelos e deposito beijos pelo seu pescoço até seus seios, fazendo-a se contorcer de prazer em seu colo, sentindo a intimidade de ambos pulsarem. Com delicadeza Phyllype retirou a camisola de Louise, deixando-a um pouco desconcertada.

_ Não precisa ter vergonha de mim, você é linda, e minha esposa. Falou a colocando sobre a cama, a beijando com carinho, enquanto sua mão percorria o corpo pálido de Louise, tocando levemente sua intimidade úmida, fazendo-a se contorcer sobre a cama, até sentir seu corpo relaxar em uma explosão de prazer.

_ Você é tão linda, quero fazer você sentir um pouco de prazer todos os dias, antes de a fazer minha, minha mulher. Você está bem?

_ Estou eu acho!

_ Você acha eu tenho certeza, se suas pernas então tremulas é porque fiz o serviço direitinho!

_ Phyllype!

_ Amo quando você fica corada! Vem acho que você precisa de um banho querida.

_ Seu idiota! Deu-lhe um tapa.

_ Mulher ingrata. Falou a pegando no colo.

Naquela noite dormiram abraçados, Louise dormiu calmamente, sem nenhum pesadelo.  

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tenham um belíssimo domingo 🔥

Fadada ao AmorOnde histórias criam vida. Descubra agora