Capítulo 39

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Phyllype acabara de sair da mansão dos Ockerman, ainda sentindo a pernas tremerem, queria contar a Louise que agora iria ficar livre do senhor Raimundo e de sua mãe, mas não tinha forças, precisava se recuperar.

Enquanto isso Amélia estava na biblioteca andando de um lado para o outro, pensando no que faria com Phyllype, ela sabia sobre o passado dela e isso poderia lhe trazer problemas se Walter soubesse.

_ Ele deve morrer logo, ou todos esses anos não valeram de nada. _ malditos, malditos.

Amélia saiu do cômodo às pressas e foi ao quarto de Louise, precisava verificar se a filha também sabia de seu segredo.

_ Parabéns conseguiu se livrar do casamento com o senhor Raimundo, porque ainda está aqui trancafiada e com está cara de velório?

_ O que?... papai reconsiderou? Falou Louise se levantando rapidamente da cama.

_ Sim, agora está noiva do filho dos Monreool, parabéns, ira casar com sua paixãozinha!

Louise arregalou os olhos e voltou a se sentar.

_ Como?

_ Você não sabia querida? Seu novo noivo acabara de sair daqui e pelo jeito não veio visitá-la. Debochou Amélia saindo do quarto.

Louise estava assustada, acreditava ser mais uma das mentiras de sua mãe, para lhe torturar, levantou-se ainda se sentindo zonza, pela notícia e pela falta de alimento, correu até a cozinha e perguntou a Adriana se Phyllype havia estado na mansão, após a confirmação Louise perdeu o ar e teve que ser segurada pelos criados.

_ Querida, o que está sentindo? Perguntou Dade._ Eu disse que não poderia ficar sem comer! _ Levem na para o quarto, irei fazer uma sopa.

Enquanto isso Amélia estava indo rumo à cidade, precisava descobrir o paradeiro de uma pessoa, para isto precisaria da ajuda de um bom detetive particular.

_ Quero que encontre um rapaz e entregue lhe está carta. Falou entregando um envelope azul. _ Quando mais rápido o encontrar, mais receberá pelo serviço.

_ Ah sim será madame! Disse o homem alto e esguio beijando o dorso da mão da duquesa.

Quando saiu do recinto, limpou a mão no tecido do vestido com expressão de nojo e retornou a fazenda. Enquanto isso Dade estava indo levar a sopa para Louise, mas se preocupou quando não a encontrou no quarto.

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_ Louise, querida o que aconteceu, está pálida?

_ Onde está ele?

_ Ele, meu irmão? Está no quarto, sente se parece cansada irei chama-lo.

_ Não precisa. Falou indo em direção ao quarto dele.

Sem bater abriu a porta e começou a falar em um tom estridente.

_ Olá, querido noivo! Disse Louise cruzando os braços.

_ Louise, o que...

_ Como você pode fazer uma coisa dessas antes de me consultar, onde estava com a cabeça?

_ Não sei Ockerman, talvez em você... pensando em como ajuda-la, prefere casar-se com aquele velho do que comigo?

Louise ficou sem palavras e só então notou que Phyllype estava sem camisa e a segurando seus dois braços, estavam próximos demais, o peito nu de Phyllype estava se contraindo com a respiração acelerada, fazendo Louise sentir um calafrio pelo corpo e uma falta de ar.

_ Responda-me, prefere ele?

_ Eu... prefiro ficar sozinha!

_ Você sabe que não existe está escolha!

_ Como a convenceu?

_ Eu... eu

_ Louise minha querida, estou muito feliz com a notícia! Falou dona Ana adentrando o quarto já a abraçando. _ Sabia que você seria minha nora! Sempre a considerei da família!

Louise não sabia o que responder, apenas olhou para Phyllype a sua frente que não demonstrava nenhuma reação, também estava preocupado com o futuro. Após o longo abraço apertado de dona Ana, Louise foi arrastada para a sala e recebia o turbilhão de ideias de Ana e Samantha sobre as festividades.

_ Vamos dar um passeio? Falou estendendo a mão para Louise.

_ Claro! Disse segurando sua mão e se recordando de seu peitoral descoberto a minutos atrás, tentou se recompor e partiu para o jardim de braços dados com seu agora noivo.

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noivos finalmenteeeee!!!

Fadada ao AmorHistórias para pegar e não largar. Descubra agora