capítulo 24

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Meu couro cabeludo arde, e mesmo assim outro gemido escapa quando morde minha orelha.

- Você é minha.

Me vira bruscamente, estou de costas para ele, com seu corpo colado ao meu,  suas mãos divagam sem autorização por todo lugar.

- Eu senti tanto sua falta docinho, porque fugiu de mim, não te dei o suficiente?

Aperta meu clitóris por cima da roupa com a mão fazendo uma massagem gostosa.

-  Eu te daria o que quisesse, por que fez isso? Eu quero entender.

Mordisca e chupa toda a extensão do meu pescoço, me dando arrepios.

- Eu só... eu queria ser livre.

-  Já teve sua liberdade agora acabou, eu estou no comando e a partir de agora, vai fazer o que eu mandar ouviu?

Estou em êxtase, se me disser que a grama é azul e o ceu preto, juro que defendo a tese.

- Ouvi.

Me puxa sem um pingo de delicadeza até a cama me jogando sobre ela, o ajudo a tirar toda a minha roupa, e neste momento, seus olhos admiram cada pedaço meu, como se pudesse gravar cada centímetro na memória.

- Você é tão perfeita.

Seus dedos passarem pela lateral do meu corpo desde a coxa até o seio, onde circula o bico arrepiado.

- Todo seu corpo implora pela minha atenção, não vê?

Passa a língua por toda a auréola do seio circulado o bico o chupando em seguida. Agarro os lençóis da cama.

- Porque não se entrega pra mim?

Vai descendo a língua pela minha barriga chegando até meu umbigo depositando um beijo.

- Se entregue, seja minha, porque eu já sou seu.

Os beijos vão sendo depositados cada vez mais para baixo, seguro um gemido com a mão.

- Não faça isso!

Sobe em cima de mim e puxa minha mão com força.

- Quero ouvir cada gemido seu.

Seu corpo em cima do meu, minhas mãos presas pelas suas, tudo me deixa em chamas. Então com uma mão, prende as minhas acima da cabeça com a outra desce  pela lateral do meu corpo de novo, as coloca entre minhas pernas, massageando minha intimidade enquanto faço um esforço tremendo para não fazer barulho ou soltar um suspiro que seja.

Seus olhos estão fixos nos meus, como se por um momento pusesse ler minha alma, então um gemido escapa, quando me penetra com dois dedos, sem que eu sequer esperasse.

Fazendo movimentos de vai e vem, acerta um ponto tão gostoso lá dentro que fica impossível não gemer, sei que vou me odiar por isso depois, mas agora, eu não consigo dizer não.

- Tão molhadinha.

Fecho os olhos aproveitando todas aquelas sensações, ele distribui beijos pelo meu pescoço sem parar os movimentos.

- Juro docinho, não quero fazer isso, agora eu só quero estar dentro de você mas tenho que garantir que não vai fugir de novo.

Então ele me solta, ainda com os olhos fechados procuro sua mão pra que volte ao que estava fazendo.

- uhu uhu... continua vai... continua.

Puxo sua mão pra minha intimidade novamente, mas ele se levanta e quando finalmente abro os olhos, já está saindo pela porta.

- É seu castigo, chapeuzinho.

- Babaca! Idiota!

Qual a dele? Pra que me deixar assim? Só pode ser brincadeira.

Como posso te amar?Onde histórias criam vida. Descubra agora