É o que veremos

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- Cada vez você me surpreende mais, meu menino... - sussurrei contra o peito dele, a voz sumindo no silêncio do quarto antes que o cansaço finalmente nos vencesse.

Pegamos no sono abraçados. Quando acordei na manhã seguinte, cada músculo do meu corpo protestou. Eu estava completamente dolorida, os glúteos ardiam levemente e a minha intimidade pulsava, uma lembrança nítida da intensidade da noite anterior. Puxei o lençol de linho egípcio um pouco mais para cima, cobrindo metade do meu rosto para fugir da claridade que entrava pela janela.

- Bom dia, meu amor... - a voz do Taehyung soou ainda mais grave e rouca por ter acabado de acordar, reverberando contra as minhas costas e me fazendo abrir um sorriso involuntário.

- Bom dia, meu amor - respondi, virando-me devagar para encará-lo.

Taehyung se aconchegou no meu pescoço, depositando beijos lentos ali. A respiração quente dele contra a minha pele arrepiou até o último fio de cabelo da minha nuca. Aproximei-me ainda mais, colando meu corpo ao dele, e senti a mão grande dele subir e envolver meu seio esquerdo, apertando-o com uma posse preguiçosa, mantendo-me firmemente colada ao seu peitoral.

- Isso tudo logo de manhã já é vontade? - perguntei baixinho, provocando-o com um risinho sutil.

- Você é viciante, Lara. Eu não consigo me controlar perto de você - ele murmurou contra a minha orelha.

Antes que eu pudesse responder, senti o membro dele, já rígido e quente, começar a roçar deliberadamente na entrada da minha intimidade.

- Ah, amor... - soltei um gemido manhoso, afundando os dedos nos cabelos dele.

O contato direto fez meu corpo reagir instantaneamente, e senti a minha lubrificação natural começar a descer.

- Você me enlouquece... Já está ficando completamente molhada para mim, não está? - ele sussurrou, a voz densa de desejo.

- A culpa é toda sua... - devolvi, sentindo a cabeça do membro dele ficar melada contra a minha entrada.

Ele continuou naquele vaivém torturante, roçando, mas sem entrar, testando a minha sanidade.

- Tae... por favor, me faça sua de uma vez - pedi baixinho, a voz arrastada.

- Pede, Lara. Quero ouvir.

- Eu quero você dentro de mim, meu amor... Agora - disse, abrindo um sorriso genuíno e rendido.

Taehyung não esperou. Ele continuou brincando na entrada por mais alguns segundos, descendo o quadril de forma que a base dele pressionasse com força o meu clítoris.

- Tae! - mordi os lábios, sentindo a onda do orgasmo subir rápido demais pela hipersensibilidade do meu corpo. - Tae... por favor...

Manhosa e sem aguentar mais a tortura, tentei me mover, e foi aí que ele me penetrou sem dó, de uma vez só. Soltei um grito abafado contra o travesseiro. Ele segurou a minha perna direita, elevando-a para conseguir ir cada vez mais fundo e mais rápido, ditando um ritmo avassalador. Taehyung inclinou-se e cravou os dentes no meu ombro em uma mordida firme, fazendo-me revirar os olhos de puro prazer.

- Gosta tanto do meu pau assim, meu amor? - ele instigou, desferindo estocadas profundas que me faziam perder o fôlego.
Eu era totalmente incapaz de responder. Minha respiração tornou-se um ralo de arfar constante. Ele socava fundo, o impacto do quadril dele contra a minha bunda gerando um som estalado no quarto. Para completar o meu delírio, ele desferiu um tapa forte no meu glúteo.

- Gostosa do caralho... - ele rosnou.

Sua mão livre desceu entre as nossas coxas e ele começou a massagear o meu clítoris com o polegar enquanto continuava a me penetrar. O estímulo duplo me fez rebolar involuntariamente contra o membro dele, buscando aliviar o ápice que vinha como uma avalanche.

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