(+18) (Plágio é Crime) (Não permitido adaptações)
Lara uma jovem que acreditou na sua intuição e teve a maior reviravolta da sua vida, tudo tem um porque quando se acredita em destino, sua vida depois de conhecer idols e tudo que era calmo se torna...
A tensão no ambiente parecia eletrizar o ar. Ao sair do camarim, encontrei Ana me esperando, o olhar carregado de um veneno que ela mal conseguia disfarçar. Meu sangue ferveu, pulsando nas têmporas, mas mantive a postura fria que aprendi a cultivar ao longo dos anos. Não daria a ela o prazer de me ver desestabilizada.
- É Lara, né? - ela disparou, o tom ácido, um sorriso debochado nos lábios. - Cuidado para não cair do cavalo, querida. A queda de pessoas como você costuma ser bem feia.
Parei no corredor. Respirei fundo, sentindo o ar entrar e sair de forma controlada, antes de me virar para encará-la.
- Sabe, Ana, você deveria medir suas palavras - respondi, minha voz saindo baixa, porém cortante. - Eu sou amiga íntima dos meninos, alguém que caminha ao lado deles. Você? Você é apenas uma staff, uma peça substituível. Se você sair hoje, amanhã terá outra em seu lugar cumprindo suas funções. No meu caso, a história é outra. Sou tão próxima que eles buscam a minha opinião nas decisões mais delicadas.
- Você está se achando demais - ela retrucou, o rosto contraído de raiva. - Eu já vi tipos como você antes.
- Não me importa o que você pensa sobre mim. Sinceramente? Esse seu amor reprimido e esse seu comportamento vão acabar custando o seu emprego. E quer saber? Você só ainda permanece na equipe porque eu pedi ao Eun Woo que mantivesse você aqui.
- Você é baixa - ela cuspiu, os olhos faiscando.
Dei um passo em direção a ela, invadindo seu espaço pessoal, o sorriso sarcástico finalmente aparecendo.
- Calma, Ana. Você nem começou a ver do que eu sou capaz. Só vou te dar um aviso, de mulher para mulher: não pisa no meu calo.
Virei as costas e voltei para o camarote. O show começou logo em seguida e foi uma experiência transcendental. As luzes, a energia das milhares de pessoas, a entrega absoluta deles no palco... era tudo magnético. Tirei uma foto impecável do Eun Woo performando, com o foco cravado em sua intensidade. Quando Jk e Nunu se uniram para dançar Seven, o teatro quase veio abaixo; a química entre eles era de tirar o fôlego, um jogo de sedução que levou as fãs ao delírio completo.
Mas, quando as primeiras notas de "Love So Fine" começaram a ecoar, inundando o estádio com uma melodia doce e nostálgica, senti que meu papel ali tinha mudado. Saí discretamente do camarote, deixando para trás a euforia coletiva, e caminhei em direção ao camarim. Precisava estar lá quando ele terminasse, para garantir que o joelho dele estivesse bem e para estarmos prontos para o nosso combinado de paz.
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( momento do Cha Eunwo)
Entro no camarim de passos lentos e a primeira imagem que vejo é Jungkook jogado no sofá de couro. Ele está completamente suado, com os cabelos grudados na testa, o peito subindo e descendo depressa pela adrenalina e o figurino do show ligeiramente aberto. Uma verdadeira visão dos deuses. Caminho até o frigobar, pego uma garrafa de água bem gelada e levo até ele.