☆ Capítulo < XXVI >

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Aviso previo = Esse capítulo vai ter inclusão de sexo, se você não gosta de hot e melhor não ler para a sua segurança. E em minha defesa eu não se escreve muito bem hot, mas eu espero que vocês gostem.

Esse capítulo também só foi possível graças a " Thaylat " Brigado amiga você mim deu uma força para que eu conseguisse escrever esse capítulo.

[ Eu não vou pro céu, tenho certeza depois que eu escrevi isso ]




Capítulo 26 = "  Plano Cupido Parte 3 final "






O beijo havia começado suave, hesitante, mas logo se aprofundou, carregado de uma intensidade que ambos desconheciam até aquele  exato momento. As mãos de Severus deslizaram pelos braços de Narcisa, sentindo o tecido macio do vestido e a textura delicada de sua pele. Ele a puxou para mais perto, como se quisesse que não houvesse qualquer espaço entre seu corpo e o dela.

Narcisa fechou os olhos, entregando-se ao momento, sentindo a textura dos lábios de Severus contra os seus. O sabor do vinho que ambos haviam tomado no jantar misturava-se na boca dela, tornando o beijo ainda mais intoxicante. O gosto forte do vinho tinto parecia intensificar cada sensação, como se amplificasse o desejo já crescente que eles já sentia um pelo o outro.

As mãos de Narcisa se enroscaram nos cabelos curtos de Severus, puxando-o para mais perto. Um gemido baixo escapou dos lábios dela, um som abafado pelo próprio beijo, mas que reverberou em Severus como uma descarga elétrica. Ele sentiu o calor subir pela espinha, espalhando-se pelo corpo como uma onda avassaladora.

__ Narcisa... Severus sussurrou entre os beijos, como se pronunciar seu nome fosse uma necessidade tão vital quanto o próprio ato de beijá-la com todo o seu desejo guardado.

Ela ofegou, sentindo os lábios dele roçarem em seu pescoço, um arrepio percorrendo sua pele. O toque da língua de Severus em sua pele parecia um veneno doce, um efeito de uma droga poderosa. Cada vez que se beijavam, era como se o desejo aumentasse exponencialmente, e parar parecia impossível. O gosto dele, misturado com o vinho, criava uma mistura viciante.

__ Severus... ela sussurrou, com a voz rouca, o rosto corado, as bochecha brancas palidas ficando vermelhas rosadas. Ela o puxou de volta para um beijo ardente, suas línguas se encontrando em um ritmo frenético, como se estivessem desesperados para explorar cada canto da boca um do outro.

Severus segurou o rosto dela com ambas as mãos, aprofundando ainda mais o beijo. O calor de suas bocas parecia um fogo devorador, que crescia a cada segundo. Ele sentiu o sabor doce nos lábios dela e se deixou levar, completamente submerso na sensação de pode beijar aquela mulher.

Os dedos de Narcisa deslizaram pela nuca de Severus, um toque suave que o fez gemer contra os lábios dela. Era como se cada toque, cada movimento fosse uma necessidade desesperada de mais. A sensação era avassaladora, uma mistura de euforia de desejo descontrolado e alívio, como se estivessem saciando uma sede que havia sido ignorada por anos de medo.

__ Eu não consigo parar, Severus admitiu, sua voz baixa e rouca, seus lábios ainda tocando os dela, como se uma força invisível os mantivesse unidos.

__ Então não pare, Narcisa respondeu, seu olhar fixo no dele. Os olhos dela estavam dilatados, quase negros de desejo. Havia uma urgência em seu tom, um desespero mudo que falava mais do que qualquer palavra poderia.

Ela o beijou novamente, desta vez com mais intensidade. O gosto do vinho ainda estava ali, misturado com o sabor único de Severus. Parecia uma combinação inebriante, um imã que o atraíam. Quanto mais se beijavam, mais pareciam querer continuar. O mundo ao redor desapareceu, as preocupações e medos foram esquecidos. Havia apenas o calor dos seus corpos, o sabor do vinho e a sensação dos lábios se movendo em um ritmo sincronizado, como se fossem feitos para isso, feitos para se beijarem.

&quot; A Soul to Save&quot;Histórias para pegar e não largar. Descubra agora