Capítulo 32 = " O Encontro nada Legal "
Zachriel estava na sala, imerso em seu mundo tranquilo. O dia estava gelado naquela manhã em Londres, e a casa de seu pai Severus Snape sempre oferecia um calor aconchegante, ainda mais com o manto de proteção de seu pai. Fazia dois dias deste aquele " incidente " na Mansão black, ele tinham extremamente mal com aquilo, o pensamento que a um homem que se auto intitula como seu " Pai Biológico " ainda era algo difícil de digerir.
Quando ele é seu pai tinham voltado para casa, eles não tinham entrando e nem abordado sobre aquele assunto, pelo contrário. Seu pai só ficou calado, e Zachriel como estava tão inquieto e ainda amedrontado, dormiu no quarto do seu pai, ao lado e companhia dele. Severus teve que contar histórias para ele dormir, e ainda lhe assegurar que nada iria muda. Narcisa e draco vieram visitá-lo a noite também, eles dormiram na sua casa, Zachriel se espreguiçou nos braços da sua mãe Cissy, a quem ela fez questão de ficar todo momento com o menino, assim como draco, que ficaram brincando horas e horas pelo quarto, rindo, e nós braços do seus pais.
Agora voltando a realidade, o ambiente era calmo e silencioso, exceto pela televisão que exibia a um desenho animado. Era loney Tunes.
Zachriel adorava esses desenhos, eram engraçados e divertidos ao mesmo tempo. Seus olhos cinzas escuros estavam fixos na tela, distraído com as cores vibrantes e os personagens que pareciam ter vida própria, enquanto seu pequeno ursinho de pelúcia, e seu morceguinho de tecido macio, estava aconchegado ao seu lado.
Ele segurava uma caneca de chocolate quente com ambas as mãos, o líquido fumegante fazendo-lhe sentir um calorzinho mais agradável. Seu pai tinham lhe preparado minutos atrás, antes dele ter saído para o beco diagonal para comprar algo relacionado com as poções. Afinal seu pai não podia de deixar de fazer poções, afinal ele as enviava para hogwatrs, assim como os relatórios. Se Zachriel não estivesse enganado seu pai só iria voltar para hogwatrs quando estivesse com seus 10 anos, e tudo estivesse em cem porcento de nenhuma supresa inesperada.
Zachriel, como sempre, estava em seu próprio mundo, com seu pijama quentinho. O cuidado de Severus era algo que Zachriel podia sentir a cada gesto, mas também sabia que ele não precisava ser mimado o tempo todo. Tinha seus próprios pequenos mundos para se refugiar.
A porta, no entanto, que normalmente ficava tranquila, subitamente emitiu um som que quebrou a calma do ambiente. Zachriel franziu a testa, desconfortável com o som que invadia sua concentração. O tempo parecia parar por um momento. Alguém batendo na porta a essa hora? Seu coração, já sensível, pulsava de forma irregular dentro dele.
" Talvez fosse só seu pai voltando, talvez tivesse esquecido algo?" Ele questionou para se mesmo em sua consciência.
Ele se levantou devagar, com uma sensação estranha no peito. Os pés de Zachriel tocavam o chão frio, os seus passos um pouco desajeitados devido à sensação de desconforto social que já o acometia. Ele nunca foi bom com mudanças inesperadas, muito menos com pessoas que apareciam sem aviso.
Levantou o cobertor do sofá com um movimento meio mecânico, a mente ainda tentando encontrar alguma explicação. Ele foi até a porta. Seus dedos tremiam ligeiramente enquanto ele pegava a maçaneta, a ansiedade começando a tomar conta dele, um reflexo direto de sua necessidade de controle.
Ao abrir a porta, Zachriel encontrou alguém que ele não esperava. Não era seu pai, nem qualquer outra pessoa conhecida.
" Era Christopher".
— Olá, Zachriel. Será que posso entrar? — Christopher perguntou, sorrindo. Mas, em vez de tranquilizá-lo, o sorriso de Christopher só fez com que Zachriel se sentisse ainda mais tenso. Seu peito apertou, e um calafrio percorreu sua espinha. O que ele deveria fazer agora? Zachriel não sabia.
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" A Soul to Save"
Science FictionEsquecido por um mundo que o rejeitou, Zachriel conheceu a escuridão cedo demais. Filho de uma mãe Protistuta ausente e cruel, viveu seus primeiros anos em um bairro sombrio e degradado da Grã-Bretanha, onde inocência e segurança eram apenas sonhos...
