Como você se sentiria ao descobrir que terá que dividir um dúplex por um ano com o cara que mais odeia?
Jolie Bailey era apenas mais uma entre poucas que odiavam os top 3 da universidade. Ainda que, seu ódio, iria muito além da popularidade do trio...
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Jolie passou os dias seguintes, após a leitura da carta, permanecendo evitando Calvin e se afundando no lugar que ninguém próximo a ela conhecia além dela.
Pelos menos era o que ela esperava.
No momento, estava no Joey’s, pegando e servindo os pedidos dos clientes. Infelizmente Jessia faltou e sobrou para Jolie ajudar Madison com aquilo. Ela não gostava daquela parte, mas estava fazendo seu melhor. Pelo que soubera, Hillary estava cogitando na ideia de acrescentar Lily em tempo integral. O que aliviada bastante a vida de Jolie, já que odiava fazer pedidos. Era trabalhoso e por mais que tivesse uma boa memória, preferia usar em coisas que gostasse.
— Bailey — Madison a chamou.
Jolie rapidamente seguiu para os novos clientes que chegavam.
Odeio dias agitados.
— Boa tarde. O que vão querer? — ela perguntou.
Era um grupo pequeno de adolescentes. Todos os rostos completamente desconhecidos. Contudo, parecia exatamente o tipo que Jolie mais odiava.
Irritantes e mimados.
— Seu número seria interessante, garçonete bonita. — A pergunta veio junto com um sorriso de um garoto loiro.
Eu mereço.
— Não vendemos isso aqui — respondeu com calma. — Veja o cardápio de novo e peça outra coisa.
— Que atrevida. É assim que deveria tratar um cliente? — outro indagou, de olhos caramelados.
Jolie respirou fundo, pronta para tentar ser educada mais uma vez. No entanto, uma segunda voz surgiu:
— Ela ainda foi bem dócil. — Jenkins. Ele parava ao lado dela, com um sorriso de canto. — Ninguém gosta de pirralhos mimados e irritantes. — Pelos menos não sou a única a pensar assim. — Então silêncio, estão atrapalhando a refeição dos outros clientes.
— Obrigada, mas eu me viro — Jolie comentou.
O capitão dos Black Crows ergueu os braços em rendição.
Estranhamente as vezes ele se parecia com o Alex.
— Escuta aqui, se não me tratar com respeito, vou espalhar pela cidade o péssimo atendimento nessa espelunca. — A ameaça veio do loiro.
Se Jolie não estivesse no trabalho, se não precisasse do emprego, definitivamente iria bater nele ali mesmo. Porém, ...
Ela abriu um sorriso falsamente gentil.
— Eu sinto... — ela não finalizou a frase.
Jenkins bateu repentinamente a mão com sutileza na mesa em frente ao garoto.
— Ah é? — ele disse. — Experimente abrir sua boca. Eu te desafio.
— Acha que estou brincando, seu imbecil? — rebateu, se levantando.