❇Doce Primavera ❇

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P.o.v. Teddy

É hoje! A Bruna irá sair do hospital finalmente, estou ansioso para isso, irei fazer uma surpresa para ela.

Assisti Kitchen Boss a manhã inteira, nada poderia dar errado. Buddy Valastro, eu confio em você cara.

A Bruna ganhou algumas restrições como: ela não poderia fazer tantos exercícios ou correr demais, não poderia rir demais - coisa que é muito difícil - e não poderia se cansar. Por isso, vou tratá-la como a minha princesa.

Às duas da tarde estava desfrutando de sua companhia no meu carro, estamos indo na casa de campo do meu pai, é um lugar distante, um refúgio.

- Para onde estamos indo? - pergunta ela, curiosa como sempre.

- Eu até poderia te contar, mas aí teria que te matar - brinco, ela olha para mim do jeito mais sexy do mundo e dá uma risadinha

- Gostei - murmura.

Faço o contorno da rua indo em direção ao meu refúgio, o dia está lindo, o sol está forte, mas não tanto a ponto de te deixar como um camarão. Para um branquelo como eu, acredite, use sempre protetor solar.

Decido mudar a rota.

Estaciono o carro em uma praça que tem vista para uma praia.

- Não trouxe biquíni - diz ela fazendo biquinho.

- Quem disse que viemos nadar?

Saio do carro, dou a meia volta nele e abro a porta para ela, abro o porta malas e tiro dois skates dalí.

- Eu... não posso

- Você não vai praticar exercício algum, só vai sentir o vento bater em seu rosto, os pássaros cantar, a doce primavera diante de nossos olhos. Acredite, é a melhor coisa do mundo depois de você.

Ela me olha encantada

- Vou te ensinar a andar de skate.

Fecho o porta malas e entrego um skate para ela, pego na sua mão e entrelaço nossos dedos. Andamos para um lugar sem relevo para podermos progredir, ao olhar para o horizonte dá para ver o lindo céu laranjado.

Ela deixa o skate no chão, deixo o meu ao lado do skate dela.

Ajudo ela a subir no skate, ela se apóia em meus braços para subir.

Subo no meu skate e pego na sua mão.

- Preparada? - pergunto não contendo o sorriso, ela balança a cabeça positivamente.

Pego impulso com o skate e ando devagar de mãos dadas com ela, seu skate se locomove na mesma velocidade que o meu, olho para o lado e vejo ela rir e se divertir.

- Uhul! - diz sorrindo

- Confia em mim?

- Sempre! - responde sem cautela

- Feche os olhos baby!

Ela fecha.

- Agora sinta a sensação!

- Isso é maravilhoso Teddy! - diz encantada

Andamos de skate lado a lado, rio a toa e aproveito a melhor sensação de todas junto à melhor garota de todas.

Ela solta minha mão e tenta andar de skate sozinha, ultrapasso ela com meu skate.

- Come poeira - brinco

- Sacanagem! - grita quando me afasto mais, ela ri e sei que é a hora de parar. Poupe esforços baby.

Ela se aproxima de mim com seu skate, nossos dois skates se batem e ambos caímos, caio em cima dela, ela dá uma risada contagiante. É óbvio que está se divertindo.

- Caraca, você ta bem? - pergunto me apoiando em meus cotovelos para não fazer peso em cima dela

Ela dá uma risadinha

- Maluca!

- Podíamos fazer isso mais vezes né? - ela sugere

Olho para seus olhos azuis hipnotizantes.

- Não! Não quero ver você se machucando

- Super protetor - ela mostra a língua, rio.

- O que você ta fazendo comigo hein loira? - pergunto sorrindo, ela faz biquinho, e, sem resistir, beijo ela.

É um beijo calmo, mas, desde já, considero o melhor beijo da minha vida.

Mais tarde, estávamos andando pela praia.

- Vai, pula logo - digo rindo, ela se posiciona atrás de mim e pula nas minhas costas, fico com medo de que ela tenha se machucado. Passo as mãos em suas pernas para ela não cair e começo a andar.

- Eu vou cair! - diz rindo

- Não vai, fique tranquila você ta comigo.

- Esse é o problema! - brinca

Fomos até o carro, agora eu colocaria em prática tudo que aprendi. Jantar romântico, yeah.

Estaciono na casa de campo e levo ela no colo para dentro da casa.

- Eu não virei papel ok Ted?

- Okay.

Todo o cuidado é pouco.

Andamos até a cozinha, sento ela na bancada.

- Vamos pedir o quê?

- Nada. Eu vou cozinhar.

Ela ri, mas quando vê que é sério pede desculpas dizendo que não imaginaria eu cozinhando.

Estava tudo perfeito, eu estava fritando uma carne na frigideira, estava de avental de cozinheiro igual o Buddy Valastro.

- Agora, um pouco de vinho. - murmuro derramando o vinho na frigideira, de repente, de uma hora para outra, a frigideira começa a pegar fogo.

- Ai meu Deus! Tá pegando fogo! - ela grita

- Calma, pega um pouco de água! - digo nervoso, ela me joga a garrafa de água, despejo a água na frigideira e o fogo aumenta quase alcançando o teto. Maldita casa velha!

- O fogo aumentou! - digo assustado

Ando para um lado e para o outro tentando pensar numa maneira de apagar o fogo

- Vamo vazar daqui, vai explodir! - digo desesperado, ela ri. Porra! Como ela pode rir numa hora dessas?

Ela vai para perto do fogão e assopra o fogo, o fogo apaga.

- O que foi isso? - pergunto assustado

- Acho que seus dias de cozinheiro acabam por aqui - ela vem até mim, tira meu avental e me dá um selinho.

- Vou pedir pizza tá - diz saindo da cozinha com o telefone na mão.

- Ta bom - respondo ainda incrédulo.

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Tenho o desprazer de anunciar que plagiaram a fic ❢

Ted GreyOnde histórias criam vida. Descubra agora