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Tequila, Dança e Encontro
Lisa
Eu não podia acreditar no que havia acontecido, eu finalmente consegui a aprovação de Rubí e seríamos parceiras, aquilo com toda certeza tinha que ser comemorado, sem falar que eu havia conhecido Dália que era um amor de menina e ficamos amigas de cara. Como toda data ou evento importante estava eu e Pierre meu amigo de infância indo para o Saveur Unique, um restaurante francês que havia bem no centro da cidade e após comermos iríamos até o Infinit Dreams, uma boate cheia de estilo que já havia marcado várias fases de nossas vidas. Assim que nos sentamos um sommelier nos abordou para que pedíssemos a bebida e Pierre logo se adiantou em pedir champanhe afinal ele também estava comemorando, ele era o mais novo artista plástico a expor seus quadros e esculturas no Museu do Louvre ou como ele gostava de dizer Mouséeu Du Louvre, Pierre era alto, de olhos azuis e cabelos alourados, seu sorriso branco e seu sotaque francês era uma combinação fatal para conquistar qualquer mulher, no auge dos seus 23 anos já viajava o mundo com seus quadros e participava de convenções onde ensinava aos novos artistas das faculdades locais seus métodos de pintura entre outras coisas de artista que ele sempre tentava explicar, mas eu não entendia uma palavra, éramos amigos desde os meus doze anos quando comecei a estudar em sua escola e desde então não nos desgrudamos, nossa rotina de comemoração começou quando eu fiz dezoito anos e decidi que precisávamos comemorar de forma correta eu não tinha muita noção naquela época e Pierre sempre pareceu ser mais velho então após comermos em um restaurante japonês fomos pela primeira vez ao Infint Dreams e até hoje eu não sei o que eu tinha na cabeça para levar um menor de idade para uma boate mas desde então virou nosso ritual.
O sommelier voltou com o melhor champanhe do lugar, brindamos e pedi que deixasse a garrafa o que o garçom logo atendeu e chamou o garçom para que trouxesse os cardápios onde fizemos nosso pedido e enquanto aguardávamos conversamos sobre seus projetos e sua viajem que seria em breve para promover sua grande exposição no Louvre à exposição seria no final de setembro, mas ele teria que ir bem antes para acompanhar cada obra e supervisionar as arrumações e papeladas, lhe falei sobre os últimos acontecimentos de minha vida e como eu me sentia com tudo aquilo enquanto comíamos.
_ Mas por que você não conta para ela de uma vez?- Disse Pierre enquanto se recostava na cadeira saboreando o champanhe.
_Eu não sinto que é o momento certo, meu objetivo é ganhar sua confiança sabe, não quero apressar nada. - Falei enquanto me servia de mais champanhe.
_Tudo bem você pode estar certa, me conta como foi finalmente conhecer Dália, como ela é? - Disse empolgado.
_Nossa foi incrível, ela é uma garota tão cheia de energia, falante e extrovertida, ficamos o dia todo andando atrás de seus móveis e depois fomos fazer compras ela me contou sobre a sua infância e como Rubí era protetora quando ela era criança, fazer a menina ficar quieta é a parte mais difícil, mas quem sou eu para criticar não é? - Disse empolgada e rindo com a lembrança.
_Ah isso é verdade, você quando se empolga é difícil calar a boca e a tal de Carolina que você me contou aceitou ir à entrevista com sua mãe, vocês estão saindo ou algo assim?- Falou curioso.
_Carolina está fora do meu radar meu querido, ela aceitou ir à entrevista e passamos uma tarde até que agradável, ela e Dália se deram super bem, porém isso é bom para Rubí porque ela está completamente apaixonada por ela e eu não vou entrar nessa não. - Disse bebendo meu champanhe e olhando o salão.
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A Detetive
RomanceSe me perguntassem qual era meu sonho quando eu tinha 12 anos eu diria que seria ser psicóloga como meu pai, porém aos 13 anos eu desisti de entender as pessoas, quando meu pai morreu na minha frente em um assalto esse sonho mudou. A partir de então...
