Capítulo 48

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N/A: O capitulo não foi revisado vou corrigir erros quando eu reler.



Lisa

Já havia se passado uma semana desde minha briga com Rubí eu estava afastada do trabalho por dez dias e aproveitei esse tempo para monitorar e vasculhar o sistema atrás de algo que comprovasse minha teoria sobre o perseguidor, mas analisar um sistema inteiro a procura de uma pessoa era como procurar agulha em um palheiro, conversei com Dália algumas vezes em que veio me visitar ao que tudo indicava estava tudo bem apesar do silêncio de Rubí a respeito de tudo, pelo visto ela estava dedicada a esquecer minha existência e eu não consegui deixa de ficar magoada com essa postura, mas não poderia obrigá-la a me aceitar, no trabalho as coisas estavam dentro do que poderia ser normal quando se trata do setor de homicídio, os homens que assassinaram o advogado já foram transferidos para a prisão estadual e claro que Mônica não apareceu para esclarecer nada apenas enviou um advogado das empresas aos jornais para que desse uma declaração oficial informando a indignação da diretoria ao ato de um dos seus associados e que repudiavam sua conduta acrescentando que fariam uma auditoria para investigar e impedir outras condutas como aquela, isso foi a dois dias atrás, o motivo do assassinato não foi permitido que divulgassem para o público deixando a entender que fora por desavenças pessoais entre os dois homens o que era mentira, durante a investigação descobrimos que a vitima havia se negado a defendê-los em um processo aberto por um grupo de funcionárias que alegavam sofrer assédio sexual do gerente geral o mesmo homem visto nas câmeras, de qualquer forma o caso estava encerrado.

_Ainda estudando esses arquivos? – Disse Luna ao abrir a porta do meu escritório, depois que voltei para casa ela havia dormido comigo por alguns dias enquanto eu não podia mexer meu braço depois disso resolvi dar uma chave reserva para que ela ficasse mais a vontade, agora tinha livre acesso a minha casa não que eu estivesse reclamando.

_Que visita maravilhosa ao que devo a honra? – Disse abrindo espaço para que ela se sentasse no meu colo e envolvesse seus braços em meu pescoço.

_Imaginei que estaria enfurnada nesse escritório sendo consumida por esse computador então resolvi vir aqui te socorrer. – Luna dizia tudo em um tom baixo e intercalando com beijos por meu rosto e pescoço.

_Algo me diz que você não vai aceitar não como resposta. – Disse já envolvida por seus carinhos.

_Ainda bem que você aprende rápido. –

Disse rindo e se levantando do meu colo e me puxando junto, saímos para jantar fora e foi bom conversar e comer fora de casa, já havia dias que eu não sabia o que era rua, todos os dias me enfiava nos arquivos olhando ficha por ficha e não achar nada estava me enlouquecendo. Decidimos ir ao shopping ver um filme e comer besteira, fazia uma vida que eu não fazia algo tão simples e ter Luna como companhia era incrível, ela era divertia e animada e eu estava completamente apaixonada, tentei não pensar em nada além do passeio afinal Luna merecia que eu estivesse ali cem por cento e foi o que fiz, vimos filme com direito a pipoca e refrigerante e fiquei feliz quando ela sugeriu que fossemos a pizzaria já que ela vivia com neura de engordar e nunca aceitava muito bem comer besteira no meio da semana, ou ela queria me agradar ou estava menos preocupada com engordar e toda essa neura.

_E então o que tanto você pensa?- Perguntou ela.

_Estou na duvida se pedimos grande ou família, porque estou com fome e o tamanho da média deles eu acho pequena. – Falei pensativa e disfarçando minha real preocupação.

_Sei, e você acha que nesses quase quatro meses que nos conhecemos eu não sei reconhecer quando você está me escondendo algo? – Falou sorrindo e tirando o cardápio das minhas mãos e me fazendo encará-la.

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