Aquela visão causava arrepios por todo corpo de Regina. Sua vontade era abocanhá-la ali mesmo, mas preferiu deixar a loira louca de tesão fantasiando como seria quando chegasse o momento. Regina beijou a parte inferior do abdômen de Emma, fazendo-a ficar com a respiração ofegante, sentindo um choque que tomava conta de seu corpo. A morena deitou-se sobre o corpo da loira, beijando a sua boca, não sabia como parar, já estava entregue demais. Regina conteve-se, sabia que valeria a pena esperar, além do mais, estavam com o horário vencido.
- Sério que você vai me fazer esperar depois de ter me deixado nesse estado? – perguntou Emma sedenta.
Regina afastou-se mais um pouco para não cair em tentação.
- Ai, Swan... Você não sabe o quanto estou sendo forte agora. – disse Regina cerrando os olhos e abrindo-os em seguida – Essa visão maravilhosa diante de mim... Eu só tenho vontade de chupá-la todinha agora, mas não posso.
- Você tirou o dia pra me torturar? Como fala isso e não vem fazer? – perguntou Emma ficando de joelhos sobre a cama, com um olhar sedutor.
- Estamos atrasadas, amor. Juro que se não tivesse planos muito bons para esta noite, eu mandaria esse casamento para o espaço e foda-se se chegássemos atrasadas. – disse Regina vestindo o seu vestido.
Emma soltou o ar dos pulmões.
- Será que eu preciso de um banho? Bem gelado...
- Não faça essa carinha, hoje será inesquecível! – disse Regina com uma voz sexy. – Me ajuda a fechar o zíper?
A morena virou-se segurando atrás do vestido. Emma levantou-se deslizando os dedos nas costas de Regina. Não sabia porquê, mas tinha um fetiche enorme por aquela região, subiu o zíper vagarosamente e depois a envolveu em seus braços.
- Pensou sobre a faculdade? – perguntou Regina.
- Sim, acho que você tem razão... – respondeu Emma.
Regina sorriu.
- Já estou com o carro... Já sabe que vou levá-la. – disse Regina.
Emma assentiu. Arrumaram-se e chegaram juntas a igreja. Haviam poucas pessoas naquele momento e Mary Margareth estava aflita sem saber onde Emma estava, olhou em direção a porta e viu a figura da filha entrando acompanhada por Regina, apressou os passos como se afundasse os pés no chão.
- Onde foi que você se meteu? Como você faz isso comigo? Por que não nos acompanhou? – perguntou Mary.
- Quantas perguntas... – disse Regina com um sorriso de lado.
Mary a olhou torto e a ignorou.
- Não sou eu quem está casando e outra, já estou aqui, não estou? – perguntou Emma.
- Deveria ter ficado com a gente, quem sabe assim você sente vontade de se casar... – disse Mary.
- Não vai falar com a Regina, mãe? – perguntou Emma estranhando a falta de educação de Mary.
Mary fez uma expressão de repugnância.
- Ah! Você está ai? Nem percebi! – disse batendo os ombros.
- Ai, mãe! Não seja tão mal educada. – Emma a repreendeu.
Regina revirou os olhos.
- Tudo bom, fals... Digo, Mary Margaret.
- Que insolente! É senhora Blanchard! – disse Mary.
- Achei que era Swan. – disse Regina a olhando com certo desdém.
- Não uso mais Swan! – disse Mary em tom ríspido.
- Olha o tamanho desse decote! Das duas. Como diz aquele ditado, diga com quem tu andas que direi quem tu és! – disse Mary arqueando uma sobrancelha.
- Isso não é verdade. Emma conviveu com você a vida inteira e não é insuportável... – disse Regina com um sorriso sarcástico.
Emma segurou o riso, pois sabia que a mãe era realmente de difícil convivência.
- Olha essa roupa, parece que está indo pro culto! – disse Regina criticando.
- Olha como essa sua amiga fala comigo, Emma! – disse Mary indignada.
- Desculpa, mãe, mas não tá legal não. – respondeu olhando a mãe de cima embaixo.
Mary estava com uma camisa de seda rosa, um colar de pérolas e uma calça social preta, sem contar o tamanco estilo anos noventa.
- Olha esse sapato, parece que pegou o tamanco da Eliana na época dos meus dedinhos! – disse Regina rindo.
- Ai, já chega! – disse Mary virando as costas.
Regina sentiu-se mal por ter tratado Mary daquela forma, mas não conseguia ser educada depois do desagradável primeiro encontro com a sogra. Não a suportava, seu santo no bateu com aquela mulher e sabia que ela era um problema total.
- Emma, desculpe por isso... Mas eu não pude conter a minha língua, fiz isso por muito tempo. – disse Regina com peso na consciência.
- Ai, eu sei... Ela é insuportável mesmo. Eu nunca falei isso pra ninguém e eu sei que ela é minha mãe, mas só fala comigo pra me repreender e me fazer cobranças, como se eu fosse um fantoche dela. – desabafou Emma.
- Sinceramente, você e a tia Kristin são as únicas pessoas que tiveram coragem de falar coisas na cara dela. – disse Emma caminhando com Regina até um assento.
Sentaram-se atrás de Victória, mãe de Jefferson. Era uma mulher extremamente exibida e mantinha uma postura ereta e o nariz empinado, reparava em tudo ao seu redor, não gostoumuito do enfeite da igreja. A cerimônia começou e Victória não levou o filho ao altar, ele pediu para que a sua avó o fizesse, pois sempre fora o seu sonho de levá-lo ao altar.
Kristin não sabia se vigiava Lucy ou se controlava a boca da irmã que falava feito um maritaca. Todos calaram-se com a entrada de Lily, a cerimônia iniciou-se e logo Lucy levou as alianças até o altar. Emma estava emocionada, as palavras do pastor eram tocantes, fazia parecer que aquela era a melhor situação do mundo.
- Regina, será que a gente vai casar assim? – perguntou Emma encantada.
- Ah, então você quer casar comigo? – sussurrou sorrindo.
Emma deu um sorriso tímido.
Victória ouviu o conteúdo da conversa e torceu o nariz.
“Sapatonas, sinto longe o cheiro de couro!” – pensou.
Ao finalizarem todas as formalidades do casório, seguiram para o salão de festa. Emma e Regina procuraram uma mesa afastada onde tinha poucas pessoas conhecidas, estavam próximas aos convidados do noivo. Não estavam ligando muito para fazerem companhia aos parentes da loira, queriam mesmo era poder ficarem sozinhas.
- Eu quero dançar com você. – disse Regina tocando na mão da loira por baixo da mesa.
- Dançar? Minha mãe vai surtar! – disse Emma preocupada.
Regina deslizou uma das mãos na coxa da loira.
- Só um pouquinho, ninguém vai saber de nada. – disse Regina com um olhar encantador.
Emma soltou o ar dos pulmões.
- Essa mão ai é golpe baixo!
Regina mordeu o lábio inferior com um sorriso lascivo e fez um caminho de dois dedos até o sexo de Emma.
- Vamos, amor? – sussurrou massageando os dedos no clitóris da loira.
Emma sentiu seu sexo pulsar e cruzou as pernas apertando os dedos de Regina.
- Isso é muita maldade! Eu já estou daquele jeito com essas bolinhas dentro de mim... – disse Emma quase gemendo.
Levantou-se e puxou Regina pelas mãos e segurou em sua cintura, envolvendo os seus braços musculosos. Estavam no meio do povo e somente haviam pessoas desconhecidas ao redor.
- Contraia as bolinhas como se sugasse elas para dentro e segure por três segundos e depois relaxe. – sussurrou Regina ao ouvido da loira.
Emma seguiu aos comandos de Regina e fazia o musculo do seu sexo contrair-se e relaxar, fazendo um movimento de vai e vem com as bolinhas, sentindo-se muito excitada.
- Caramba! Eu estou muito sensível... – disse Emma.
Regina fez um movimento ousado e deslizou as mãos pela bunda da loira.
- Isso é tão perigoso! Olha o tanto de gente ao nosso redor. – disse Emma.
- É excitante... – sussurrou Regina.
- Não fode a minha cabeça, Regina! – disse Emma contraindo e relaxando as bolinhas dentro do seu sexo.
- Não quero foder a sua cabeça e sim você! – sussurrou Regina passando os lábios na orelha de Emma.
- Você é muito gostosa! – disse Emma ofegante.
- Ainda temos algum tempo de festa, mas se você quiser, podemos ir mais cedo. – sussurrou Regina mordendo o lábio inferior.
Emma assentiu.
- Vamos esperar só mais um pouquinho, mas acho que nem sentirão a nossa falta.
Mary estava com Lily, Jefferson, Kristin e Lucy, cumprimentando os noivos e não havia visto Emma em lugar algum.
- Com licença, pode me trazer um prato novo? O meu quebrou. – disse Victória a Mary.
- E você tá achando que eu sou o quê? – perguntou Mary indignada.
- Mamãe, esta é Mary Margaret, tia da Lily. – disse Jefferson envergonhado.
- Nossa! Achei que fosse uma serviçal! – disse Victória desdenhando.
Mary bufou.
- Como se você fosse muito bonita, uma velha dessas! – disse Mary irritada.
Kristin gargalhou.
- Desculpa, mana, mas você está horrível com esta roupa! – disse Kristin irritando mais ainda a irmã.
- Nessa gordura toda e ainda usa esse tamanco, eu lá ia saber que era a tia de Lily... – disse Victória com a mão sobre o peito.
- Ai meu Deus! Os chatos chegaram! – disse Mary indignada com tantas adjetivos negativos.
- Desculpe por tê-la confundido, sou Victória Trameine! – disse tentando não parecer tão desagradável.
Um rapaz aproximou-se e tocou na mão de Victória. Estava bem vestido, usava uma pulseira de ouro e parecia simpático.
- Lady Trameine, quanto tempo! – disse Neal beijando a mão da mulher.
- Neal? Que saudades! – disse Lily abraçando-o.
- Oi amor! Felicidades pelo casamento! – disse Neal apertando a mão Lily e em seguida a de Jefferson. – Onde está a sua prima, a Emma?
- Eu não sei, ela está por aqui, mas ainda não a vi! – respondeu Lily percorrendo o olhar pelo salão.
- Espera, você conhece a minha filha? – perguntou Mary.
- Sim, nós flertamos há um tempo atrás. Mas não a vejo há algum tempo, estou com saudades! – disse Neal, mas somente ele havia querido algo com Emma.
- Fiquei sabendo que você agora é um grande empresário cheio da grana! – disse Lily sorrindo.
Neal encheu o peito e sorriu.
- Acho que estou muito bem! – respondeu.
- Modesto! – disse Lily.
Mary Margaret lembrou-se da vidente na hora e associou Neal com a pessoa da visão. Rico, Emma já o conhece... Só podia ser ele; a primeira coisa que veio em sua mente foi de fazê-los encontrarem-se novamente.
- Falando nisso, onde será que está Emma? – perguntou Kristin curiosa.
- Ela deve estar lambendo a bunda daquela mulher inconveniente! – disse Mary irritada.
- Talvez... – disse Lily pensando alto.
Kristin a fitou.
Victória ficou indignada com a falta de modos de Mary e levou a mão sobre o peito. Jefferson percebeu o desconforto da mãe e a levou para dar uma volta no salão.
- Que mulher? – perguntou Neal.
- Uma tal de Regina que se diz amiga dela, mas que mulherzinha insuportável! – disse Mary gesticulando com as mãos.
Neal fez bico como se não soubesse de quem se tratava. Mary pegou na mão do rapaz e disse que iria procurar a filha, quase flagrando-a dançando de forma bem suspeita com Regina. Emma assustou-se com a voz da mãe que berrava o seu nome feito louca em meio ao salão.
- Sua mãe está atacada. – sussurrou Regina.
Emma assentiu.
- O que houve? – perguntou Emma com uma expressão de medo pela cara de Mary.
- Eu estou procurando você há três horas! – bravejou Mary.
Regina revirou os olhos.
- Nós já estávamos indo falar com os noivos, mas tinha muita gente em volta deles e então preferi esperar. – explicou-se Emma.
- Não importa. Este aqui é o Neal, disse que queria vê-la. – disse Mary empurrando o rapaz em direção a Emma.
Regina sentiu-se incomodada com a presença dele, comia Emma com os olhos. O rapaz deu um beijo no rosto da loira, fazendo Regina bufar, mas não pôde dizer nada.
- Poxa, Emma. Nem me viu aqui, fiquei chateado... – disse Neal sorrindo para a loira.
- Estava distraída. – disse Emma entre ao dentes.
Neal segurava a mão da loira e acariciava como se fossem íntimos, Regina o fuzilava com o olhar. Mary estava adorando a forma como o rapaz a abordava e queria fazer com que a filha sentasse a uma mesa junto com ele.
- Emma, venha sentar-se conosco. Neal nos fará companhia e quem sabe assim vocês não se entendam. – disse Mary insinuando algo.
Regina odiava não poder barrar aquela situação. Era horrível não poder defender o seu relacionamento e evitar esse tipo de coisa. Cruzou os braços e os seguiu. Emma estava totalmente desconcertada e desconfortável por estar fazendo a morena passar por isso.
- Você agora fica com essa sua amiga o tempo inteiro, interaja mais com o resto das pessoas! – disse Mary repreendendo Emma.
- Acontece que vocês conhecem todos e ela conhece somente a mim! – disse Emma.
- Não quero saber, Emma! Então por que Lily a convidou? Elas nem são amigas e muito menos essa Regina é da família! – disse Mary deixando Regina mais desconcertada do que já estava.
- Lily convidou por mim! Regina tem sido muito importante em minha vida! – disse Emma.
Regina não estava afim de ouvir aquela conversa de Mary Margaret e também não queria ficar sendo pisada por aquele ser insuportável, não conseguia imaginar como Emma poderia ser filha dela se as duas não se pareciam em nada.
- Não se preocupe, terá que me aturar só por mais algumas horas. – disse Regina com um sorriso sarcástico.
Emma sorriu como se agradecesse por Regina compreendê-la, mas a verdade é que a morena já estava enchendo o saco de ter que fingir ser simplesmente a amiga inconveniente de Emma. Sentou-se a mesa ao lado da loira e Neal do outro.
Conversas chatas surgiram naquele meio. Mary só falava em casamento o tempo inteiro, como se arrumar um homem fosse o objetivo de vida essencial de toda mulher, nem ao menos perguntava o que a filha queria para si, a tratava como uma criança que não fosse capaz de fazer as suas próprias escolhas. Tentava controlá-la o tempo todo e Emma não conseguia rebater a mãe.
- Eu quero ter ao menos um filho! – disse Neal olhando para Emma.
A loira pigarreou e olhou para os talheres que estavam sobre a mesa, sua vontade era de simplesmente sair correndo dali. Lucy aproximou-se com Kristin e sentaram-se na mesma mesa, fazendo com que Emma sentisse a obrigação de estar ali por mais algum tempo. Regina não via a hora de ir embora e poder ter ao menos um momento de paz aquela noite com a sua namorada.
- Eu quero netos! E tenho certeza de que não demorará! – disse Mary olhando para Neal e Emma como se já fossem um casal.
- Você já perguntou a Emma o que ela quer para si ou somente fica idealizando algo que nada tem a ver com a vida dela? – perguntou Regina irritada com a insensatez de Mary.
- Não se intrometa nisso! Você deve ficar colocando coisas na cabeça da minha filha! – disse Mary fitando Regina.
- Mãe! Não sou retardada pra não saber o que quero para mim! – disse Emma.
- Deixa a Emma, Mary. Você é muito chata! Não deixa a menina respirar, não a deixa pensar, parece um parasita! Você nada pode fazer se ela quiser decidir algo totalmente diferente do que você quer! – disse Kristin interferindo.
- Acalmem-se! Não é necessário isso! – pediu Neal.
Lucy apenas observava aquela confusão toda e brincava com o seu hand spiner que deixou cair debaixo da mesa. Ajoelhou-se e tentou procurar o brinquedo, como não estava enxergando, acendeu a luz do celular e acabou vendo-o debaixo da cadeira de Emma. Como o seu vestido não era longo e a loira acabara de levantar-se para ir ao banheiro, percebeu a saliência da cordinha das bolinhas tailandesas saindo pelo lado da sua calcinha. A menina não pensou nas consequências e acabou colocando o dedo na parte que formava um anel para a retirada das bolinhas e acabou puxando achando que era um fiapo solto do vestido da prima.
A loira soltou um grito devido ao susto e Lucy não conseguiu terminar o serviço, seu coração pulsava intensamente e por instante, pensou que a garota ia conseguir retirar todas as bolinhas de dentro dela.
- Emma, o que é isso? – perguntou Mary assustada.
Lucy bateu a cabeça na mesa devido ao susto que tomou. Sentou-se ofegante em seu lugar e com cara de medo.
- Nada, é que Lucy esbarrou em mim e eu achei que fosse outra coisa. – disse Emma ainda com o semblante apavorado.
- É que eu achei que tinha um fiapo solto no vestido da minha prima e eu ia retirá-lo e então ela assustou. – disse Lucy inocentemente.
- Eu preciso ir ao banheiro! – disse Emma apavorada.
Regina a acompanhou sem entender o motivo daquele espanto todo. A loira bateu a porta do banheiro assim que a morena entrou. Certificou-se de que não havia mais ninguém ali e soltou o ar dos pulmões.
- O que aconteceu? – perguntou Regina preocupada.
- Regina, eu quase enfartei! Aquela doida da minha prima, puxou a cordinha das bolinhas, por um momento achei que ia sair! – disse Emma ofegante.
- Mas que menina que tem o dedo pra achar essas coisas! – disse Regina assustada.
- Primeiro ela nos viu, depois achou o meu vibrador e agora ela quase puxou as bolinhas, estou com medo de estar fazendo amor com você e abrir os olhos e vê-la lá! - disse Emma elétrica.
- Toma um pouco de água. – disse Regina tentando acalmar a namorada.
- Vamos embora? Eu não aguento mais ficar aqui com essas pessoas! – disse Emma.
Regina assentiu e saíram disfarçadamente para que não notassem. Foram para a casa da morena que estava desocupada e seguiram diretamente para o seu quarto.
- Se eu ficasse lá mais um pouco, minha mãe estaria marcando vários encontros para mim com Neal. – disse Emma agarrando Regina pela cintura e beijando-a.
- Eu não estava gostando nada disso! – disse Regina subindo o vestido de Emma, deslizando as mãos em suas coxas torneadas.
- Calma, eu não sairia com ele. – disse Emma ofegante com o toque de Regina.
A morena arqueou uma sobrancelha.
- Ah, obrigada! – disse ironicamente.
Emma riu e a beijou enquanto abaixava o zíper do vestido de Regina.
- Você vai tirar essas bolinhas de dentro de mim? Eu quero você em mim! – disse Emma segurando a morena pela nuca.
Regina a conduziu até a sua cama, retirando todo o vestido da loira, deslizando beijos em todo o seu corpo, marcando-a com o seu batom e retirando a sua calcinha enquanto tocava os dedos em seu sexo.
- Contraia e relaxe, tente expeli-las. – pediu Regina enquanto deslizava a língua no pescoço da loira.
Emma sentia o calor do corpo de Regina no dela, já estava louca por um contato maior. A morena abocanhou os seus seios que já estavam bastante rijos e Emma gemia enquanto tentava expelir as bolinhas. Regina ajudou a puxar a terceira e última bolinha que estava quase saindo, Emma sentiu o seu sexo pulsar e não parava de contrair e relaxar.
- Tudo bem? – perguntou Regina ofegante.
Emma assentiu e a morena deslizou a sua língua para o sexo de Emma, chupando-a deliciosamente, enquanto encravava as unhas em suas coxas. A loira segurou a cabeça de Regina, pois o seu orgasmo já vinha, estava tão excitada que gozou rápido. Regina a beijou brincando com a sua língua sensualmente, separando a sua boca da loira e mordendo o seu lábio devagar, dando leve selinhos e gemendo baixinho. O som do gemido de Regina, deixava Emma enlouquecida e isso aumentava ainda mais o seu desejo.
- Senta aqui na minha boca. – pediu Emma sedenta.
Regina sentiu o seu líquido aumentar e despiu-se completamente, encaixou as duas pernas entre o pescoço da loira e segurou na cabeceira da cama. Emma massageava todo o corpo de Regina com as mãos, fazendo-a arrepiar-se, conduzia a língua no clitóris da morena fazendo movimentos circulares e chupando-a devagar. Regina sentia todo o seu corpo estremecer e movimentava os quadris na boca de sua loira. Emma brincava com os seios da morena, segurando os seus mamilos com as pontas dos dedos. Regina sentiu o seu corpo estremecer novamente, não pôde segurar-se mais e gozou na boca de Emma.
- Cadê ele? – perguntou Emma ajeitando-se e beijando a sua namorada.
- Está na minha bolsa. – respondeu Regina movimentando o cabelo.
- Eu quero usar em você. – disse Emma mordendo o lábio inferior.
Regina sentiu seu coração pulsar e pegou o strap on roxo que tinha forma de ‘L’. Emma o lubrificou, introduzindo a ponta menor em seu próprio sexo, sentindo os músculos contraírem e relaxarem no brinquedo, era uma sensação muito gostosa e em seguida introduziu a parte maior no sexo de Regina que encaixou as pernas na cintura da loira. Emma movimentava os quadris com precisão fazendo um vai e vem no sexo da morena. As duas sentiam prazer na mesma medida e Regina movimentava os próprios quadris para sentir um contato maior.
Emma envolveu Regina em seus braços e levantou-se com a morena em seu colo, sentando-se na cama. Regina encaixou o seu sexo no strap on, cavalgando em Emma, o gemido de ambas era forte, não continham-se para fazerem o que lhes davam mais prazer. Regina rebolava no colo de Emma e a fazia arquear o corpo para trás. Sentiam os seus corpos suados, deslizando os seus seios uma na outra.
- Isso é a melhor invenção que já fizeram, é muito gostoso! – disse Emma ofegante sem parar de movimentar os quadris.
- Você que me fode gostoso! – disse Regina em meio a gemidos.
Emma inverteu a posição, fazendo Regina ficar de costas e com os joelhos sobre a cama. A loira introduziu o brinquedo em sua namorada novamente e iniciou estocadas mais fortes, sentindo o seu sexo pulsar assim como o de Regina. Inclinou o corpo da morena sem parar de movimentar em seu sexo, colocou a mão no clitóris de Regina e a masturbou enquanto estocava dentro dela. Beijava o seu pescoço e Regina a arranhava toda, já não era dona de si, não sabia mais o que falava e não precisavam entender, precisavam apenas sentir. Regina gozou intensamente e logo queria mais.
- Gostosa! – disse Emma com pensamentos lascivos.
Deitou Regina sobre a cama e colou o seu corpo no dela, introduzindo o brinquedo novamente. A morena entrelaçou as pernas novamente na cintura de Emma e movimentavam-se na mesma frequência. Regina gemia e mordia a loira de tamanho que era o seu desejo, a deixou com algumas marcas, mas não foi intencional. Gozaram juntas desta vez.
- Você é linda! – disse Emma ofegante, admirando a beleza da namorada.
Retirou o strap on de dentro do seu sexo e o jogou em um canto qualquer, deitando-se no peito de Regina ouvindo os seus batimentos cardíacos acalmarem-se aos poucos.
- Eu disse que valeria a pena esperar. – disse Regina ainda ofegante.
Emma assentiu, deslizou as mãos sobre o corpo suado da morena.
- Acho que ainda estou sem fôlego. – disse Emma rindo.
Regina acariciou os cabelos suados de sua loira e acabaram adormecendo logo. Sentiam uma paz enorme uma ao lado da outra, não precisavam dizer mais nada, tudo estava claro em suas ações e em seus olhares. O que sentiam, só aumentava com o passar dos dias, eram tudo uma para outra.
Emma acordou assustada no dia seguinte, o sol já raiva e haviam dezoito chamadas perdidas em seu celular. Mary Margaret ligou insistentemente, mas a loira havia deixado o aparelho em modo silencioso para que nada atrapalhasse a sua noite com Regina. Deu um pulo da cama e pensou em ir embora imediatamente. A morena acordou com o movimento brusco que Emma fez devido ao susto.
- Por que está com tanta pressa? – perguntou Regina ainda sonolenta.
- Preciso ir, sinto que Mary Margaret quer comer o meu fígado. – disse Emma colocando o mesmo vestido que fora ao casamento.
- Não quer tomar um banho primeiro? – perguntou Regina.
Emma fez uma negativa enquanto pegava os seus pertences.
- Eu vou levá-la em casa. – disse Regina levantando-se para vestir algo.
- Não, fique ai! Eu já chamei um uber, não se preocupe comigo. – disse Emma beijando-a como forma de despedida.
A loira saiu correndo na esperança de que Mary ainda estivesse dormindo ou que não tivesse chegado. Ao chegar em casa, abriu a porta vagarosamente e percebeu que tudo estava silencioso. Tirou os sapatos e deu passos lentos em direção ao seu quarto.
- Emma Swan, onde você estava? – perguntou Mary nervosa ao ver o estado da filha.
- Eu.. Eu... – gaguejou.
- Seus vestido está todo amarrotado, seu cabelo nunca nem viu pente e o que é essa marca de batom? – perguntou Mary pressionando Emma.
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O sabor do pecado
FanfictionO destino muita vezes nos prega peças. Um simples fato do acaso pode nos unir a alguém que pode mudar as nossas vidas completamente. Emma Swan conhece Regina em uma situação incomum e nesse encontro inesperado acaba recebendo uma proposta de emprego...
