Tânato

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Perrie quase não dormiu. Passou a noite pensando. Tentando saber o que faria, dali para frente. Seus pais ficariam chateados, ao descobrirem que ela não poderia ficar ali, com eles. Precisava ir para o laboratório. Uma amiga sua, viria busca-la, logo cedo.

Jesy dormiu no sofá, aquela noite. Não foi uma noite tranquila. Teve sonhos muito confusos. A primeira coisa que fez, foi ligar a Tv. Depois, tratou de preparar seu café, bem forte.

A situação em Nova York, parecia esta sendo controlada, eficientemente. E felizmente, não ouve casos em outros estados. Ja outras cidades do mundo, não tiveram tanta sorte, assim. Era o caso de Madri, da Espanha, três cidades nos arredores,  já haviam sido afetadas.

BBC

O Tânato surgiu no norte da Grécia, no inicio do seculo XX em uma pequena aldeia. O Dr. Heitor Remis, foi o primeiro a estuda-lo.

Concluiu o seguinte, sobre o virus.

Ele é comtraido, principalmente por fluidos corporais. É um vírus letal. Os sinais ante mortem são contrações no corpo, mudança na cor dos olhos e febre muito alta.

O vírus original, devastou a cidade de Lâmia. Foram cerca de quarenta mil mortes.

A vinte e um anos atras, o mesmo vírus, causou centenas de mortes, na cidade de Igarka, na Rússia. Em suas anotações o Dr. Edik Kurnetsov, destacava seu desejo de ser imortal.

O que preocupa os cientistas, mundo a fora, é o fato do Tânato terse desenvolvido potencialmente. Anos atrás, o tempo que levava, do contágio até s infeção total, causando a morte, ocorria em tres a cinco horas. Agpra não leva mais que trinta segundos.

A investigação foi aberta contra os principais suspeitos, de terem feito o manuseio do virus, de forma totalmente criminosa, a A.D.M.C. Incorporated. Que vem sendo alvo frequentes, de questionamentos.

Porém, a empresa Russa, não fez qualquer declaração publica, a respeito. Vale lembra, que nenhuma cidade Russa, foi afetada, ate o momento.

No cafe da manhã os Edwards, receberam um telefonema da vovó Lucy e da Isabel. Elas estavam preocupadas, fora isso, bem.

- Perrie, pra onde esta indo?

-Pros laboratórios da Stony Brook.

- Que história é essa? Você não pode sair. - Perrie suspirou, ja esperava aquela resistência.

- Papai, eu preciso. Eu preciso ajudar. É o meu dever.

- Não. Você precisa ficar aqui, com a sua familia.

- É também, por vocês, que eu irei. Eu voltarei, mais tarde. Prometo, mas agora preciso ir. Vai ficar tudo bem.

- Tome cuidado. - Ele desistiu. - E por favor.... Volte. - Perrie so conseguiu abraça-lo.

- Eu vou voltar. Mais tarde. Prometo, que volto.

- Olá Ally. - Perrie disse, entrando no carro.

- Oi Pezz. - Trocaram um beijo na bochecha.

- Sabe quem mais, estara lá?

- Pouca gente. A maioria saiu da cidade, ontem. - Ela retocava o batom.

- Fala serio. - Ficou surpresa.

- Seríssimo. No maximo, encontraremos, Erick, Alex e a Jen. - Deu partida no carro.

- Ate a Dra. Hallen

- Se foi. Mas ela, acredito que esteja junto ao pessoal de Connecticut.

Perrie e a amiga, iam observando as ruas, que geralmente, estariam cheios de veiculos e pessoas, a caminho de seus trabalhos. Hoje, pouco se via. Um carro aqui e ali. Andando, estavam apenas as  pessoas infectadas.

- Olhe quantos zumbis. - Ally dizia, quando passavam na frente de um hotel. Era um grande grupo aproximadamente vinte. Eles davam socos nas portas e grunhiam.

Perrie estava pedrificada dentro so carro. Seu coração acelerou. Não esperava ter um contato com eles, tão cedo. Tinha visto imagens na televisão e na internet. Mas era muito mais horrível, ao vivo.

Ally de repente, diminuia velocidade do carro, a loira não entendeu muito bem. Logo, ela começa a buzinar, chamando atenção dos zumbis.

- O que é, que você esta fazendo, Ally? - Ela olhava com os olhos arregalados, para amiga.

- Sai lá. Deve estar cheio de gente, la dentro. Estou tentando ajudar.

- Vai, eles estão vindo. - Perrie estava morrendo de medo.

Ally continuou buzinando, mas logo estavam bem afastadas. Elas cruzaram com dois carros da polícia. Um carro seguiu. O outro parou, fazendo sinal para que elas parassem também.

- Não deviam esta. A ordem, é que a população fique em casa. - Ele fala serio, encarando as duas.

- Sim.  Nos somos cientistas. Estamos indo para a  universidade Stony Brook. Ally mostrava as credenciais. Ele pegou o cartão.

- Certo. Mas não fiquem fazendo barulho. - Lhe devolveu o cartão. - Isso os atraí. E vocês, podem acabar cercadas. Não são tao lentos e fracos, quanto parecem.

- É que no hotel...

- Estávamos a caminho de lá. - O policial interrompeu a Ally, se afastando do carro delas. - E boa sorte, para encontra um jeito, de acabar com isso, sem que precise extermina a cidade inteira.

Apocalípse (Pesy)Onde histórias criam vida. Descubra agora