Cassidy West é uma garota tímida, inteligente e dedicada. Em seu último ano do ensino médio ela quer manter seu status social: a nerd invisível. Mas quando seu orientador sugere que ela participe do time de líderes de torcida para melhorar seu currí...
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
As férias de verão são minha parte favorita em todo os anos. É quando tem os churrascos na vizinhança, festa no feriado do dia da Independência e tantos outros cenários que me deixam feliz. Nos anos anteriores, quando chegava ao fim e eu precisava voltar para a escola, eu me tornava a pessoa mais triste do mundo. Mas, não dessa vez. Esse ano quando as férias de verão acabaram, eu comemorei o início do meu último ano.
Mesmo que seja o ano da minha formatura, posso contar nos dedos meus amigos: Joey e Mack. Eu até que converso com bastante gente, colegas de classe, mas a maior parte do tempo estou com os dois. Eu não estou sempre presente nas festas ou em qualquer lugar que possa me reunir com a turma e por isso nunca fui popular e nem me importei com isso. Aliás, ainda não me importo. É por essa razão que, sentada de frente para o meu orientador, eu me irritei com sua sugestão para melhorar meu currículo escolar.
— Líder de torcida, Sr. Cohen? Isso não vai funcionar — cruzo os braços jogando a cabeça para trás.
— Cassidy, você precisa tentar pelo menos!
— Mas... não! Nem consigo imaginar uma coisa dessas — arrumo minha postura na cadeira.
A primeira imagem que vem em minha cabeça ao pensar no time de líderes de torcida é a de Brooklyn Collins, a paixão de Joey e meu pesadelo. Brooke é a típica garota malvada do ensino médio. Líder de torcida, bem vestida, tem todas as melhores coisas e namora o garoto mais popular da escola e, por tudo isso, se acha superior.
— Por que não? O que tem de tão absurdo nisso?
— Sr. Cohen, você já viu as líderes de torcida dessa escola? De qual maneira você acha que eu conseguiria me encaixar?
Ele respira fundo colocando suas costas no encosto da cadeira e cruzando os braços em frente ao seu peito, imitando minha postura.
— Você pode tentar teatro — joguei a cabeça para trás mais uma vez bufando. — Está vendo? Você não concorda com nada!
— Com as minhas notas, outras habilidades e programas que eu me voluntario, eu não preciso disso.
— Não, você não precisa — afirma. — Mas, não concorda que é melhor você mostrar ter o máximo de experiências possíveis? Fora que você pode acabar gostando e fazer exercício não mata ninguém — diz ele em tom de brincadeira. — Você fez ginástica olímpica quando era menor, não?