CAP. 12

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Sorri assim que segurei sua mão. Sua delicada pele de encontro a minha, seus olhos quase fechavam com seu sorriso de empolgação, seus cabelos esvoaçantes com o vento, seu jeitinho de menina levada... Me encantava de uma maneira absurda. Sou um louco completamente apaixonado...
- O que vamos fazer, tio?
- Vai já vê! - disse, saboreando em meus ouvidos a sua voz firme e de tom divertido, me acompanhando na mais nova aventura.

Caminhamos juntos por entre a pracinha e ríamos como dois adolescentes idiotas que logo iriam aprontar algo.
Chegamos na frente da casa de meus pais e entramos depressa, caminhando inquietos pelos corredores e chegando até a salão de jogos enorme que ficava ao lado da sala-de -estar. Paramos no meio dela, um de frente para o outro e nos encaramos. Ela começou :
- Por que estamos aqui?
- Tenho vontade de te comer aqui.

Respondi rápido e ela franziu as sobrancelhas, mas depois suavizou sua expressão, mordendo o canto do lábio inferior. Adorável e completamente safada. Perfeita para mim.
Olhou para o lado e para outro e quis saber :

- Tem gente?

Dei de ombros, realmente sem nenhuma preocupação enquanto aquilo. Apenas a abracei de repente e a beijei como um desesperado, fazendo - a corresponder depois de um tempo.

Nos beijamos demoradamente, até decidir passar minha mão pela sua cintura e descer pela sua bunda. Ela parou o beijo para respirar fundo  e me encarar, seus braços envoltos em meu pescoço. Lhe fitei por um momento, observando seus olhos verdes. Linda, linda...

Não me aguentei e a ergui rapidamente, levando- a depressa para a mesa de sinuca que ficava no canto daquela local. Ela abriu as pernas imediatamente e me coloquei entre elas, levantando seu vestido a medida que minhas mão passavam pela suas coxas. Aproveitei o caminho para esfregar meus dedos lentamente por cima da sua calcinha fina e de cor preta, notando sua respiração mais acelerada. Apertei um pouco mais até alcançar seu clítores, fazendo-a gemer bem próximo ao meu ouvido. Caralho, senti meu pau pulsar de uma forma que doía bem gostoso. Não via a hora de enfiá-lo naquele bocetinha rosada bem fundo. No entanto, não dá pra sentir aquela umidade e não desejar provar do mel delicioso. A beijei em um selinho e pedi com calma:

- Deita!

Me obedeceu imediatamente, com um risinho faceiro já sabendo o que eu queria. Afastei suas pernas uma da outra e não existia visão mais excitante. Minha nifentinha toda pra mim, aberta, gostosa, pronta pra ser amada por horas e horas...

Devagar, puxei sua calcinha para o lado e me curvei, ajudando-a a se afastar sobre a mesa pra que minha boca a alcançasse perfeitamente. E quando enfim minha língua apenas encostou, ela se contorceu. Foi o necessário para que  a passasse completamente pela extensão daquela maravilha para continuar com uma chupada bem no ponto rijo. Estava completamente encharcada e totalmente deliciosa:

- Ai, tio! Que gostoso. Chupa mais...

Caralho! Se soubesse o quanto isso me deixa louco... Enquanto lhe chupava, sua mão pegou a minha e a senti colocar sobre seu peito. O segurei sem parar com o oral, apertando sua carne macia, depois apertando o mamilo com leve força. sabia que adora aquilo. Ela arqueou os quadris, gemendo muito, puxando meu cabelo, pronta pra gozar. Ergui meus olhos e a vi mordendo o lábio inferior, tentando cobrir a boca para não gritar.

Não estava mais aguentando. Me ergui depressa e abaixei a bermuda jeans feito um desesperado, vendo-a me observar com uma cara muito safada, comprimindo os seios e escorregando sua mão até sua boceta, depois pondo os dedos melados na boca, provando de si mesma.

Puta que pariu! A puxei pelas pernas até mim, fazendo-a gargalhar e apertei os dentes de tanto tesão:

- Está rindo por quê?

- Por que adoro te provocar pra me comer com força.

Ah, é? Então recebe minha vara com força!

Nem esperei nada, apenas segurei meu pau e o enfiei de vez naquela umidade que parecia me sorver a cada movimento de investida. Era quente e apertado e a sensação era indescritível .

Samanta ergueu os braços e a puxei por eles, fazendo-a erguer -se e sentar enquanto me recebia. Me abraçou imediatamente e fiz o mesmo, envolvendo seu tronco para que ficasse mais próxima a mim,sentindo minhas socadas com mais intensidades. Aquele contato me fez sentir o cheiro dos seus cabelos e sorri, pois era pura nostalgia. Não saberia explicar com detalhes a sensação de tê-la em meus braços. era simplesmente fantástico e satisfatório. Nenhum outra mulher conseguia me levar àquele nível de prazer e olha que sou experiente nesse assunto...

- Amor, vou gozar! - me avisou, mordendo o lóbulo da minha orelha e resolvi ir mais rápido. Queria gozar junto com ela, sentí-la vibrar junto ao meu corpo.

Comecei a dar-lhes algumas estocadas mais fortes, enquanto ela gemia de prazer, suas pernas me envolvendo em outro enlaço.

Senti a contração mais forte pronto pra jorrar minha porra quando ouço choro. Franzi o cenho assustado, ejaculando pra caralho dentro e sentindo um prazer absurdo, mas ao mesmo tempo, sem entender muito bem. Puxei Samanta para me encarar assim que meu pau já tinha parado com a lambança e a notei chorando copiosamente :

- O que foi, meu amor? Te machuquei?

Ela soluçava tanto que não conseguia nem falar. Me deu medo.

- Fala, Samanta, por favor!

As lágrimas escorriam no seu rosto quase rosado e finalmente, me falou o que não queria ouvir :

- Quero morrer. Não aguento mais.

Meu coração acelerou em pânico :

- Morrer por que, amor?

Ela soluçou bastante antes de responder :

- Não aguento mais viver assim. Vem ficar comigo o quanto antes, ou vou me matar.

Foi a pior coisa que poderia escutar naquele momento. Sem nada a falar, a abracei com força e a medida que a apertava, parecia que ia se esvaindo, sumindo. Quando então, Samanta não estava mais ali. Uma dor forte me subiu a perna e um chamado me fez virar a cabeça depressa para voz:

- Rodrigo, Rodrigo!

A luz forte machucou meus olhos. Tentei respirar fundo, mas senti algo estranho na minha garganta. Era um tubo. Tentei pedir ajuda, mas não conseguia falar nada, apenas soltei um som abafado.

— Calma, Rodrigo! — era o Ricardo, meu irmão. Ele parecia muito preocupado. — Você estava se mexendo muito na cama, fiquei assustado. Mas que bom que você acordou.

Minha perna doía muito e eu me sentia zonzo, como se estivesse perdido. Por que eu não conseguia falar? Por que estava tudo tão estranho? O medo começou a tomar conta de mim. Eu quase morri?
O barulho das máquinas ao meu lado começou a ficar mais rápido, apitando sem parar. Um homem de branco apareceu na minha frente.

— Seu Rodrigo, sou o Dr. Afonso. O senhor teve problemas na cirurgia, mas já está tudo bem. Não tente falar, o tubo está na sua garganta. Apenas respire devagar.

Eu queria perguntar o que tinha acontecido e por que não conseguia me mexer, mas o pânico só fazia meu coração bater mais rápido. O monitor cardíaco fazia um barulho irritante, mostrando meu desespero. Eu olhei para o lado, procurando o Ricardo, e ele segurou minha mão.

— Calma, Rodrigo. A cirurgia deu certo. Assim que você melhorar, vamos atrás da Samanta, está bem?

Aquela notícia me trouxe um alívio enorme. A dor e o medo diminuíram um pouco. Fechei os olhos, o sono dos remédios veio forte e eu apaguei na mesma hora.

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Oi, desculpa a demora, mas saiu.
Obrigada, gente!
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Beijos do Rodrigo 😘

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