Saímos da Riachuelo com uma sacola na mão. Sim, a gente ficou quase duas horas em uma loja só pra sair com uma sacola com uma peça na mão. Eu estou tão decepcionado comigo mesmo que ninguém consegue medir a minha decepção.
E eu descobri que a minha mãe não iria vir para o shopping, ela iria na casa da minha vó que é perto do shopping. Não é um shopping, é o shopping de Guarulhos e eu estou em São Paulo.
Eu queria tanto matar o Bruno quando a minha mãe falou que a gente estava no shopping errado. E nem era o shopping, era casa da minha vó.
Isso já fez eu ficar irritada, mas o Crusher ajudou falando todo minuto que estava com fome. Eu pensei que ele não estava com tanta fome porque comeu a BOLACHA. mas eu acho que essas BOLACHAS, nem fez cosquinha na barriga dele.
E também para falar a verdade, eu também estava com fome. Eu só tinha tomado café da manhã e o Victor pediu pra Carolina falar pra mim para eu ir lá na casa dele.
E como a Carol é uma ótima amiga, ela falou que iria. Para que uma inimiga se tem a Carol já como uma amiga.
Depois de muita insistência do Crusher, fomos até a Praça de alimentação. O filho da mãe do Crusher foi com um sorriso vitorioso.
Sentamos em um dos lugares não tão movimentados. E os meninos foram pedir os lanches.
Eu sei que lanche não é almoço. Mas ninguém está com vontade de comer comida. E também não vai fazer mal um lanche.
Sabe quando você fica olhando pro nada é pensando em tudo.
Quando eu me mudei, eu fiz umas coisas que eu mesmo me jurei que eu não iria fazer. Como por exemplo: perdoar o Victor.
Eu pensei que eu iria morrer sem ainda perdoar o Victor. É, o mundo dá voltas.
Carol: tá pensando em o quê? - ela fala fazendo eu olhar para ela.
Babi: em tudo praticamente. Tudo que está acontecendo nesses dias que eu me mudei de casa.
Carol: então nesses tudo está incluído o Victor também? - ela pergunta e nego com a cabeça. - aham, acredito muito! Sabe uma coisa que eu queria muito que realizasse, mas o problema é o orgulho de ambos.
Babi: Carolina trabalha com nomes. Eu não sou adivinha para adivinhar os nomes!
Carol: eu estou falando, que um dia eu queria ver ou receber uma notícia falando que você é o Victor estão juntos. - é que o amor foi maior que o ódio que você sente dele.
Babi: Carol, não viaja. Entre mim e o Victor só rola amizade nada a mais. Eu não combino com ele, eu e ele não temos nada a ver um com o outro. Não consigo me imaginar com o Victor. Credo!
Carol: sei, é aqueles olhares?
Babi: Que olhares Carolina? - falo voltando a atenção a ela.
Carol: você sabe muito bem de que olhares eu estou falando. E ele te chamando de amor... - Ela iria continuar falando mas eu a interrompi.
Babi: chega Carol. Não quero você falando desse assunto de novo. Eu e o Victor nunca vamos ter nada. Ele é só um amigo meu. E nunca vai passar disso!
Carol: Eu lembro que vocês dois tinham um Crush um no outro. Mas nunca admiti. Só o Victor que um dia deixou escapar para o Gilson que ele tinha um sentimento a mais por você. Mas depois ele se fez de Kátia e nunca mais tocou no assunto.
Babi: A gente era criança Carol. A gente não tinha cabeça pra isso. Eu pelo menos queria brincar e comer. Não estava nem aí pros meninos.
Carol: então você está admitindo que tinha um mini Crush no Victor quando vocês era criança? - ela pergunta se vê os meninos se aproximando com os lanches.
Babi: esquece desse assunto por favor! Não comenta nada sobre esse assunto na mesa. - falou implorando.
A Carol sem entender nada, ela só me olha e depois ela vê que o Victor se sentou do meu lado. Ela abriu um sorriso meio... estranho?
Babi: Carol divide comigo esse lanche. É muito grande pra mim e eu não vou aguentar tudo isso.
Ela assente é divido o lanche em dois e dou um pedaço para a Carol.
Enquanto eu comia eu também ficava xingando o Bruno por mensagem.
Esse disgramento veio falar comigo, se fazendo de sonso. Eu xinguei tanto dele que talvez eu me arrependa mais tarde. Mas também é só um talvez.
Mas também não importa, eu nem sei se daqui a pouco eu vou estar viva ainda. Um ladrão pode entrar aqui é me matar. Ninguém sabe do futuro.
Terminei o meu lanche, dei as minhas batatas fritas para o Victor. Fiquei tomando o meu refri e às vezes prestando atenção na conversa deles.
Eu estava rezando para a Carol não falar nada sobre aquele assunto. Como hoje toda hora eu estou ficando envergonhada, aqui na praça de alimentação, eu posso muito bem ficar.
Carol: Victor, eu posso te perguntar um negócio? - ela fala imediatamente, eu olho para a Carol, ela estava com um olhar que ela iria aprontar.
Victor: pode falar! - ele fala tomando um gole do seu refri.
Pode falar não, fica quieta Carolina! Pelo amor de deus não fala nada.
Carol: mas você tem que ser totalmente sincero com a resposta, ok? - ela fala é o Victor concorda com a maior inocência. - dessa praça de alimentação, com quem que você beijaria agora, nesse exato momento?
Merda, eu sabia!
Porque perguntou justo pro Victor, por que não perguntou para o Crusher? E porque eu estou tão preocupada.
Como se eu pensasse que ele falaria que era eu.
Victor: eu vou ter que responder isso mesmo? - ele pergunta é o Crusher é a Carol faz sinal sim com a cabeça. Ele olha pelo redor mas quando o seu olhar passou em mim, e ficou em mim. O seu olhar já dizia a resposta. - não vou responder, isso é uma coisa muito minha. - ele fala é me deu uma vontade de levantar as minhas mãos lá pra cima e agradecer a Deus por isso.
Carol: ah que pena! - ela fala me olhando com um olhar debochado.
Arthur: mas essa garota é dessa mesa? - ele fala e eu acho que o Crusher já ligou os pontinhos. O Victor me olha novamente e olha pra eles.
Victor: sim.
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𝗔𝗠𝗜𝗭𝗔𝗗𝗘, 𝘣𝘢𝘣𝘪𝘤𝘵𝘰𝘳 ✓
Romantik𝚠𝚎𝚕𝚌𝚘𝚖𝚎 𝚝𝚘 ⋘ 𝐀𝐌𝐈𝐙𝐀𝐃𝐄 ⋙ ⤩┆𝗙𝗔𝗡𝗙𝗜𝗖 𝗕𝗔𝗕𝗜𝗖𝗧𝗢𝗥 ⊵ ʟᴏᴜᴅ ʙᴀʙɪ ᴀɴᴅ ʟᴏᴜᴅ ᴄᴏʀɪɴɢᴀ ⊴ [ 🏕️ ] ━ Bárbara se muda de casa com a sua família e acaba descobrindo que o garoto que era o seu melhor amigo de infância e o seu novo vizinho. ...
