Capitulo 27 | Você pode ir ajudar ela?

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Carol on

Carol: eu me recuso a ficar no mesmo ambiente que ela! - falo em um tom irritado.

O que aquela garota mal amada está fazendo aqui? Tem tanta acampamento pra ela ir, mas tinha que vir justo aonde eu e os meus amigos estão. Mas é muita sacanagem!

Eu estou suspeitando que a babi é o Victor está criando outros sentimento um pelo outro, mas os dois são muito sonsos para não admitir pra si mesmo.

E a minha ideia era usar esse acampamento para fazer os dois admitir, mas com a mal amada aqui eu acho que eu não vou conseguir fazer, por que eu tenho certeza que ela vai ficar no pé do Victor, ai que ódio.

Bem que o Victor podia mandar para ela ir pro inferno né?

Agora eu estava sentada na cama tentando me acalmar, e também estava tentando colocar uma sandália. Mas com a minha raiva eu não estava conseguindo.

Arthur se acalma Carol. - ele ri. - deixa eu te ajudar. - Ele vem na minha direção é se baixa na minha frente e pega o meu pé é colocar em cima do seu joelho.

Carol: por que aquela garota está fazendo aqui, para atrapalhar o meu futuro casal?

Arthur: casal? - ele pergunta pegando o meu outro pé é outro par da sandália.

Carol: você é burro ou que? Eu estou falando da Babi e Victor. Eles são os meus futuros casal.

Arthur: desde que dia eles viraram casal?

Carol: Desde o momento que eles começaram a trocar olhares! Vai me dizer que você não percebia aqueles troca de olhares que eles fazem toda hora.

Arthur: eu só percebi duas vezes, às vezes o coringa não sabe disfarçar.

Carol: Então, por isso que eu quero juntar aqueles dois peste, mas como a Tainá no pé do Victor não vai dar certo. - falou o encarando.

Arthur; eu vou tentar quando eu estiver junto com o coringa é ver que a Tainá está vindo, eu vou levar o coringa bem longe da Tainá. - ele beija a minha testa. - agora vamos, eu acho que todos estão esperando nós dois. - ele se levanta e estica a sua mão para eu pegar.

Carol: eu sei andar sozinha! - falo me levanta e o mesmo levanta a sua mãos para o alto, parecia como ele estava se rendendo.

Nós dois saímos do quarto, é por coincidência o Victor e a babi também sai.

Mas a babi não está com a mesma expressão quando entrou. O quê esse ordinário falou pra ela.

Carol: tá tudo bem? - pergunto e a mesma assenti com um sorriso muito forçado. - para de mentir, o que o Victor disse pra você?

Babi: ele não me disse nada, não precisa se preocupar comigo Carol, eu estou bem.

Eu não consegui engolir essa desculpa da Babi, alguma coisa ela não falou a verdade.

Babi: Será que a Tainá é o Victor pode voltar qualquer dia?

Carol: eu acho que não, ele não é louco, tenho quase certeza que ele não quer morrer.

Babi: Eu estou falando sério Carol.

Carol: mas eu também estou! Tá, tô exagerando um pouco, mas eu acho que o Victor não sente mais nada por ela não, eu estou desconfiando que ele está gostando de outra pessoa.

Babi: e? De quem?

" de você né Babi, você é muito sonsa para perceber que ele está apaixonado por você. "

Essa seria a minha resposta, se eu quisesse ver a minha amiga iludida, Eu não vou dizer que talvez o Victor possa estar gostando dela, eu não vou iludir ela.

Carol: não posso te dizer agora, não tenho tanta certeza. - falo é a mesma dá ombros é continuar andando.

Enquanto o avô do Crusher guiava a gente, eu percebi que a Tainá não estava, graças a deus!

Em poucos minutos chegamos na cachoeira, eu devo admitir, o lugar era lindo. A única coisa que eu não gostei, foi o pernilongo. Mas entrar na água, já já sai dessas mosquiteiras.

Arthur: vô, a gente pode entrar na água? - ele grita, quase me deixando surda do ouvido direito.

Carlos: pode sim, só não vai muito longe é muito fundo! - ele fala é alguns adolecente grita é já pula na água. E o Victor e o Crusher foi um dos adolescentes.

A Babi se sentou na borda e colocou o seu pé na água.

Tiro a minha blusa, é como já tinha colocado biquíni preto, tiro a sandália e entro na água com shorts mesmo.

Carol: não vai entrar? - pergunto e a mesma nega com a cabeça. - por que?

Babi: Primeiro, eu não sei nadar, é segundo, estou vendo que é fundo, eu entrar aí, é morte na certa.

Carol: calma aí. - falo me afastando da Babi e nado até onde o Victor e o Crusher estão. - Victor!

Victor: fala. - ele fala passando a mão no seu rosto.

Carol: a babi quer muito entrar na água, mas ela não entra porque ela é uma anã é está com muito medo de morrer. Você pode ajudar ela?

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𝗔𝗠𝗜𝗭𝗔𝗗𝗘, 𝘣𝘢𝘣𝘪𝘤𝘵𝘰𝘳 ✓Onde histórias criam vida. Descubra agora