Imagine você fazer 18 anos e seu mundo virar de cabeça pra baixo? Pessoas começaram a aparecer dizendo sem parar que você deve morrer? Você aceitaria? Aceitaria largar tudo e mudar quem você é pelo futuro?
Venha conhecer a história de Yully e embar...
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⚠️Alerta HOT
Encostada do parapeito de um prédio alto, fumo um maço de cigarro. A manhã tinha sido como as outras, turbulenta mais entediante, as vezes sentia falta de cometer atos cruéis, pelo menos assim meu tempo parecia passar rápido, dou ombros com a ideia.
É tanto faz.
Sua mão gélida sobre meus ombros e sua boca sem valor algum me saboreava, até quando? Refleti, enquanto a olhava sem emoção. Prazer, sentimento carnal que sempre sinto, mas poucas das vezes gozo nessas horas sou eu que faço o trabalho pra terminar, ela era tão bonita seria perfeita se fizesse eu pelo menos gozar. Sem a impedir, nossos olhos não deixam um do outro, Nádia desce até os meus pés e os beija, suas mãos iam e vinham parando então atrás, onde minha bunda nua se posava a toda vista de fora, sua boca então se aproxima da minha buceta e cheirando meu sexo, parece ficar satisfeita, sua língua não demora muito pra explorar meus lábios.... Era rápida, mas meio dura, bom..Era legal.
Jogo minha cabeça pra trás a medida que ela acertava o ponto, perguntas, paranóias, tudo girava sem parar em todo das minhas órbitas, o tempo não parava pra mim, como minha consciência, eu queria mais, queria sentir mais, queria viver mais, queria tudo que não tinha, obsessão, ganância, não sei, mas queria.
Sabia o sabor dos seus mil anos agora, sabia a prisão que se sentia a dor de não ter nada pra se agarrar e viver, o tédio, a vontade de cometer coisas absurdas pra fins legais de puro tédio, entendia, afinal essa é a minha história e sendo minha que final feliz teria? Sou a vilã, a vilã do filme nunca tem um final feliz.
Agarro sua cabeça e afim de sentir mais sua língua, queria mais fundo, jogando a cabeça pra trás gemo mais algo, ela entendia, fazia do jeito que mandava, boa menina, era interessante e gostosa, mais ainda não conseguia, ainda não ia, quando abro meus olhos pra falar algo, vejo que Aszel estava parado me olhando, não sabia desde quando, mas não conseguia dizer nada, na verdade achei excitante, enquanto eu fodia a boca de Nádia ele me olhasse, então desacelerando, rebolo sobre a língua dela, sem quebrar o contato visual, meu corpo estava elétrico, não por que era ele, mas por que tinha sido pega no flagra, por que outra pessoa assistia, não sabia que isso me dava tesão até aquela hora.
- Venha aqui. - Chamou nos duas param o que estavam fazendo e fomos até ele, que estava encostado numa mesa, parando na sua frente, ele me olha intensamente - Incline seu corpo na minha direção e empine sua bunda pra ela querida. - Fazia tanto tempo que não via seu sorriso, mas olhando seu rosto, lá estava um longo sorriso presunçoso, encontrando meu olhar, sua íris me dizia que ali ninguém era de ninguém. Gostava desses joguinhos, gostava de tudo isso, a língua da Nádia desce e sobe por toda minha intimidade, era deliciosa, estava mais molhada, gemendo alto, Aszel me segura pelo pescoço e me beija beliscando os meus peitos.
Aquilo era tão gostoso....
Gemo contra sua boca, nossa língua é uma guerra, aperto seu pau contra sua calça, separando nossas bocas, rebolo mais contra a Nádia, sedenta pedindo mais, tudo tava tão acelerado, quando foi que isso foi acontecer, desejando mais, implorando mais, a mão dele afunda nos meus cabelos e volta a me beijar, arranho seu abdômen enquanto ele passa sua mão por todo meu corpo, gemo alto, isso era tão tão excitante. Me afastando deles, procuro um pouco de ar, minha visão embaça, tava extremamente excitada.
Me deitando na mesa, chamo ela pra que venha até mim e sente no meu rosto enquanto Aszel me lambe. O sabor que estava em minha boca era igual mel na torrada, era salgada e doce, eu deslizava minha língua até sua entrada e voltava lentamente, enquanto ela gemia baixinho e apertava meu seio direito e ele o esquerdo enquanto chupava com vontade minha bucetinha, era uma mistura de sabores, cores, desejos e gemidos.
(...)
Minha perna se encontrava tremendo mais que tudo, gozei intensamente várias vezes e eles também, Aszel voltou a me ignorar e a Nádia tinha sumido, frustada, acendo mais um cigarro.
- Vai acabar com seu pulmão assim. - Celeste entra saltitando, desde quando nos conhecemos até agora nossa relação melhorou muito, viramos... Amigas até, ela sempre me aconselha e conversa comigo, briga quando pode também, não impeço, preciso de um pouco de senso vindo de fora também.
- Sou um demônio, não preciso de um pulmão. - Falo rindo.
Perdi a muito tempo um controle sobre tudo, mas não via isso como um fator tão ruim assim, afinal, eu tava aqui né ? Só queria vê até onde isso ia, até onde posso ir, quando aconteceu o ritual eu desliguei a maioria dos meus sentimentos, não via o por que de ter eles, até por que agora eu veria e faria coisas que a Yully de antes não gostaria.
Sentir isso só prejudicaria tudo.
- Mais iai amiga, já descobriu por que o Aszel tá assim com você ? - A olho, negando a cabeça - Estranho, vocês estavam tão próximos, será que foi a declaração do Miguel? Falando nisso não sente falta dele não?
- Sinto mas também não posso fazer nada e sobre o Aszel, se for aquilo ainda ele não passa de um imaturo, não vou correr atrás, mesmo que sinta falta. - Ela ri.
- Parece um romance adolescente. - Bate palmas.
- Sabia que você é estranha? Quando eu te conheci você tinha muito jeito de durona, falava coisas sérias e tudo mais, agora só fica aí dizendo bobagens e toda fofa - Ela joga os pés em cima da mesa.
- Eu gosto de você Yully, só mostro meu lado humano com você, sabe... Quando eu te conheci te odiava. - Aquilo não me surpreende, nem mesmo disfarçava isso - Você tinha tido tudo que eu queria, mesmo que tenha acabado, mas você ainda tem memórias disso, tinha vivido bem antes de virar um demônio... Eu não tive essa chance, queria ter tido um irmão, pais legais, até mesmo um namoradinho, sempre sigo meninas e finjo que vivo uma vida como a dela, já até fingi que era uma aluna nova pra poder ter um dia normal... Mesmo que tenha conseguido, não foi real, pra você foi e mesmo depois de ter essas lembranças incríveis, você finge que não aconteceu nada.. - Respira fundo, percebo então que suas mãos estavam tremendo. - Desculpa te falar isso Yully, mas acho que queria ter sido você. - Me olhando, ela da um sorriso fraco
- Tá tudo bem, se você quiser podemos fazer coisinhas de meninas, um dia fingindo que nada disso é real, que tal? - Seus olhos se arregalam, parecia até brilhar.
- Sério que você faria isso comigo? - Perguntou boba.
- Sim, podemos fingir por um dia inteiro que somos apenas estudantes adolescentes, que tal amanhã ? - Ela levanta e da uns pulinhos.
- Sim lógico, vou conversar com a dona Marta pra ela fingir que é minha mãe, aí ela me acorda e vamos pra escola cedo e tudo mais. - Dou risada com uma empolgação.
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