Wooyoung - Ateez (+18)

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Fui até a casa de um amigo, ele insistiu que eu fosse lá pra conhecer um dos amigos dele. Só que eu não imaginei que esse amigo dele seria o Wooyoung, meu ficante, meu peguete, meu alívio de carências. Não contei do Wooyoung pra ele ainda, por isso acha que não nos conhecemos. Vamos ver até onde isso vai.

-- S/n, Wooyoung. Wooyoung, S/n. - nos apresentou. - Vocês tem muito em comum, por que não conversam um pouco?

-- Hyung, onde você vai? - disse ao ver o mesmo indo até a porta.

-- Vou dar privacidade a vocês dois. Tô indo na casa do meu namorado e... aproveitem o resto da tarde como quiserem. - saiu. - Ah, a chave da minha casa tá em um gancho na cozinha.

Nos deixou sozinhos. Esperamos que ele saia por completo de casa pra começarmos a rir, achamos graça da situação.

-- Se ele soubesse que a gente já se conhece. - começou. - Nos conhecemos até demais.

-- Pois é. - me aproximei dele, deitando minha cabeça em seu ombro, já que estávamos sentados no sofá. - Mas então, o que vamos fazer durante todo esse tempo?

-- Ué, vamos aproveitar a tarde como ele disse. - ergueu meu queixo. - O que acha?

-- Só vamos? - disse como pergunta, arranquei uma risada fraca dele, então começou a me beijar.

Mal entramos no clima, o beijo nem começou direito, já nos levantamos e ele me colocou contra a parede, já começou com as mãos bobas, dando sorrisos durante o beijo. Ele é um tanto apressado. Passei minhas mãos pelo seu peitoral, indo até o topo e dando de encontro com a gola de sua camisa, então abri os primeiros botões, e ele parou o beijo.

-- Vai ser aqui mesmo na sala? - me olhou sensualmente.

-- Não vamos fazer isso na cama do coitado, né? - continuei abrindo os botões, até chegar no último. - Ou prefere ir até minha casa?

-- Se ele ofereceu a casa só pra gente, vamos aproveitar. - tirou a camisa, me prendendo na parede com seu corpo, fazendo eu sentir seu calor mais ainda. - Sei que você gosta, sua safada. - disse rouco.

-- Que bom que sabe. - disse no mesmo tom, me agarrando e beijando meu pescoço, fazendo uma trilha pelo mesmo, me dando mais tesão.

Segurei em seus ombros enquanto fazia tal ato, até de repente eu sentir uma de suas mãos descer até meu íntimo, e como eu estava usando um short, dava pra sentir bem. Acariciou o local, me excitando mais, não segurei e soltei um gemido baixinho e manhoso, bem em seu ouvido. Foi onde apertou minha bunda com a outra mão.

Parando o que estava fazendo, me levou até o sofá, tirando meu short devagar, sorrindo perverso. Me deitou, abriu minhas pernas, e beijou minha coxa, deu selares delicados pela mesma, e foi subindo lentamente, chegando até meu íntimo molhado. Ignorou minha calcinha, ultrapassando a mesma com o dedo, invadindo o local com sua língua, me provocando mais. Fechei os olhos, mordi o lábio inferior, e acariciei seus cabelos durante o ato, bagunçado o mesmo.

-- Wooyoung... - gemi manhosa.

-- Quer mais? - sorriu, me introduzindo dois dedos sem dó. - Ainda quer acelerar as coisas? Não quer ir com calma?

-- Você que é apressado. - falei o olhando. Seu olhar em mim permaneceu sensual, de uma maneira sexy, do jeito que ele sabe que eu gosto. Não parou os movimentos com os dedos, na verdade, acelerou, ainda me encarando. - Você é mau.

-- Mas você gosta. - deu de encontro com meu rosto, dando um selar em meus lábios. - Você é uma tarada assumida, não adianta esconder.

Ele tinha razão. Não aguentei e gozei em seus dedos, acabando com a diversão dele, pois estava gostando de me ouvir gemer seu nome o olhando com prazer nos olhos. Lambeu os mesmos, e depois de tirar minha calcinha também, desamarrou o cordão de sua calça, tirando a mesma junto com sua cueca, revelando seu membro completamente ereto.

-- Vem cá, você adora cavalgar. - me chamou, se sentando no sofá, me esperando.

Ele sempre esconde a camisinha quando vamos transar, eu preciso achar. Dessa vez, não. Peguei a mesma no bolso de sua calça, colocando em seu membro, e logo me sento nele, devagar, segurando o gemido, conseguindo colocar tudo dentro de mim. Me olhou nos olhos, sorrindo, então o beijei pra abafar ambos nossos gemidos, então comecei a rebolar, foi onde ele segurou firme minha cintura, me ajudando nos movimentos. Comecei a subir e descer devagar, o beijo já não estava mais ajudando a esconder os gemidos principalmente os meus, mas ele adorava me ouvir, eu sei que sim, se não, não me provocava. Me apoiei em seus ombros mais uma vez, acelerando, ele logo tirou minha camiseta e meu sutiã, enfiando o rosto entre meus seios, se divertindo.

-- Eu vou gozar... - falei.

-- De novo? Você goza muito rápido, assim não tem graça. - me encarou. - Mas tudo bem, significa que eu posso fazer você gozar a tarde inteira. - lambeu seus lábios, acariciando meus seios com as duas mãos. - Vamos trocar.

Disse antes de eu gozar. Me deixou de quatro, e antes de me penetrar, senti sua língua mais uma vez me tocando, com vontade, com mais desejo, até eu finalmente me desmanchar outra vez. Então entrou em mim de novo, só que agora na potência dele, ou seja, veio fundo, forte, e rápido. Eu adoro quando ele ativa o moto bruto dele, só que agora não é uma ideia tão boa assim, estamos transando na sala de um amigo nosso, ele ainda deu permissão, mas ainda sim é estranho. Eu queria poder gemer a vontade, mas não aqui, queria fazer isso na minha casa, ou na dele. Ou em um motel, mais apropriado.

Percebendo que eu queria liberar meus gemidos a qualquer custo, tampou minha boca, e com a outra mão, desferiu um tapa forte na minha bunda, o que me deu um enorme tesão, maior ainda. Pegou em minha coxa e levantou minha perna, dando mais facilidade de entrada do seu membro à minha intimidade, apesar de eu estar encharcada e a facilidade ser grande por natureza.

Senti sua velocidade e pote cia diminuírem aos poucos, percebendo que já havia gozado, logo saiu de dentro de mim. Tirou a camisinha, a enrolou e a deixou em cima da embalagem, e me chamou pra si, entendi, então me abaixei, começando um boquete.

-- Ah, que delícia. - disse ofegante. - Vai, acelera, tô quase...

Então gozou mais uma vez. Ignorando o fato de estarmos suados, me deitei nele, ficando assim por alguns segundos.

-- S/n - me chamou. - Vamos fingir que não nos conhecemos mais vezes?

-- Nossa Wooyoung - o encarei. - É só aparecer lá em casa e levar camisinha, simples.

-- Várias, né? Pra usar em uma única noite. - beijou meu pescoço. - Hm? - deu um chupão, e olha, esse foi bom. - O que acha? Lá em casa, só nós dois, e as aventuras noturnas?

-- Amanhã, hoje não. - me levantei. - Vamos tomar um banho, depois ajudamos ele a pagar a conta de água desse mês. - o puxei. - Você acabou comigo.

-- Mas você gosta. - disse outra vez. - Qual é, se negar, todo mundo vai saber que é mentira.

-- Muito engraçado você. - revirei os olhos.

Liguei o chuveiro já com ele comigo, só que eu me esqueci de um detalhe: não podemos tomar banho juntos, porque aí a gente não toma banho.

-- Sua pele continua bem macia. - disse atrás de mim, beijando meus ombros.

-- Wooyoung.. - senti seus dedos escorregarem até meu íntimo, então apertei seu membro, o que fez nossos gemidos saírem em sincronia. - Sem camisinha?

-- Não gozo dentro, prometo. - me deixou de frente pra ele. - Posso? - disse já passando seu membro pelo meu íntimo.

-- Tá bom, pode. - sorri, esperando me penetrar pra o puxar pelo pescoço, iniciando mais um daqueles beijos calorosos, e gemendo, enquanto ele usava aquela mesma potência de antes.

Eu amo meu ficante, tô até pensando em mudar nossa relação.

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Oi seus safradxs, sentiram falta de um hot? Ksksks

Imagines de Kpop 2.0Histórias para pegar e não largar. Descubra agora