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Babi On.

Já se passava de um pouco mais das 9:30 da manhã, eu acordei a um bom tempo atrás, fiz minha higiene pessoal.

Não posso esquecer de dizer que o cheiro delicioso que vem da cozinha fez meu estomago roncar.

Sorri satisfeita, nem preciso ir ate lá para saber que se trata de Maria, e que com toda certeza ela esta fazendo um delicioso café da manhã.

Tudo isso se comprovou quando eu entrei na cozinha e ela estava de costa coando um café, ela odeia usar a cafeteira eletrônica.

Bolo, pães, frutas e muito mais compõe a mesa.

Eu amo essa mulher!

Quando ela sentiu minha presença, me deu um pequeno sorriso. Que fofa!

-Maria!-A abracei.

-Oi, minha querida!

-Que saudades eu estava de você.-Sorrir.

-Foram apenas sete dias.-Riu.

-Sete dias longe da sua comida. Não sei como aguentei...-Dramatizei.

A comida de Rosa era Maravilhosa, mas eu NUNCA diria isso para Maria. Sem contar que para mim seu tempero é fabuloso.

Na mesa eu peguei uma uva colocando na boca, estava docinha. Me sentei, e ela me entregou uma xícara, servindo outra para ela.

-Senta aqui comigo!-Apontei pra uma das cadeiras.

-Me conta, Babi! Como foi a viagem?

Repassei todos os últimos sete dias, e todos os acontecimentos possíveis na minha cabeça.

Sorri boba, tenho certeza que meus olhinhos brilharam.

Antes que eu responde-se algo, a campainha tocou. Maria foi atender a porta.

Quem será?

Cortei um pedaço de bolo, tinha muita calda de chocolate.

Logo a mais velha voltou e junto trazia um buquê de flores.

Que lindo!

Rosas vermelhas, imagino quem tenha mandado.

Eu amo esse homem!

-Pra você!-Me entregou.

Segurei com cuidado, tinha um bilhete junto.

Abrir o pequeno envelope vermelho, eu estava boba.

“Que estas flores possam traduzir o que eu tenho para te dizer. Te amo!

                       -Victor Augusto.”

-Acho que eu já entendi tudo!-Seu sorriso cresce.

-Ai, Maria...-Suspirei apaixonada.

-Então, o que aconteceu nessa viagem?

-Um pouco antes eu percebi que talvez eu tenha deixado as coisas fugir do meu controle, e eu me apaixonei pelo Victor...-Cocei meu pescoço envergonhada.

-Babi!-Seus olhos brilhavam.

-Em um momento de raiva e coragem, eu joguei na cara dele que eu o amo. Ao contrário do que eu imaginava, ele apenas me beijou, transamos e ele disse que também me amava.-Dei de ombros.

-É claro que ele te ama. Os olhos do meu menino brilha só em ouvir seu nome.-Constatou como se fosse a coisa mais fácil possível.

-Mas é tudo tão confuso, Maria...-Bebi meu café.

𝓐𝓶𝓪𝓷𝓽𝓮 𝓭𝓸 𝓶𝓪𝓯𝓲𝓸𝓼𝓸.•𝙱𝙰𝙱𝙸𝙲𝚃𝙾𝚁•Onde histórias criam vida. Descubra agora